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Taylor Swift triunfa e ganha quatro prêmios

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Taylor Swift, estrela pop americana, triunfou no domingo, 10 de novembro, no MTV European Music Awards, onde ganhou quatro prêmios. A cerimônia, que homenageia os grandes nomes da música mundial, foi realizada em Manchester (Reino Unido). A artista de 34 anos, que não esteve presente, venceu nas principais categorias incluindo “artista do ano”, “melhor artista ao vivo” e “melhor vídeo” pelo seu clipe Quinzena com o artista Post Malone. Ela também foi premiada na categoria “melhor artista americana”.

Numa mensagem pré-gravada, o intérprete de Sacuda isso expressou seu “tristeza” por não poder estar presente. “O fato de você ter ganhado a turnê, o álbum e o vídeo (você clipe Quinzena), É simplesmente incrível”disse ela, saudando seu compatriota Post Malone. Liderando as indicações – sete no total –, porém, ela perdeu para Ariana Grande na categoria “artista pop do ano”.

Estes prémios somam-se aos conquistados ao longo de 2024, incluindo um quarto Grammy em fevereiro, de álbum do ano, um recorde na história deste prémio. Sem falar na gigantesca turnê “Eras”, a mais lucrativa da história da música. Um ano recorde para o trinta anos, que foi coroado o título de personalidade do ano pela revista Tempo.

A cerimónia, que deu lugar de destaque às artistas femininas, abriu pouco depois das 20h00 (21h00 em França) com a atuação impressionante do norte-americano Benson Boone, vencedor do título de revelação do ano.

Uma comovente homenagem a Liam Payne, ex-integrante da boy band britânica One Direction, falecido no final de outubro aos 31 anos, foi prestada pela amante de cerimônias, a cantora Rita Ora.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Chappell Roan, a alternativa “pervertida” para Taylor Swift

A sul-africana Tyla e a tailandesa Lisa estão em destaque

A cantora sul-africana Tyla, por sua vez, ganhou três prêmios, incluindo o de melhor artista de R&B. A outra surpresa: Lisa, uma artista tailandesa de K-pop, um verdadeiro fenômeno musical global. Venceu em duas categorias gerais incluindo a de melhor colaboração, pelo título Nova Mulher com a cantora espanhola Rosalia, e maior base de fãs, à frente de Taylor Swift e seu exército de “Swifties”. O troféu de música do ano foi para a americana Sabrina Carpenter por seu hit de verão Café expresso. Eminem, em 2024 com um novo álbum, ganhou o troféu de melhor artista de hip-hop pela décima vez. Na categoria “rock”, venceu Liam Gallagher, voz lendária do grupo Oasis. Os irmãos Liam e Noel Gallagher anunciaram no final de agosto que estavam reformando seu lendário grupo para uma turnê, quinze anos após sua separação devastadora.

Esta edição, que se pretendia internacional com a presença de Lisa ou da nigeriana Ayra nas categorias gerais, continuou dominada por artistas anglo-saxões. Artistas latinos, fornecedores de sucessos globais, não se estabeleceram em nenhuma categoria geral. Na categoria “música latina”, o artista mexicano Peso Plua venceu Shakira e Karol G.

O francês Snake e David Guetta, ambos nomeados na categoria “música eletrónica”, também saíram de mãos vazias, tendo o troféu sido atribuído a Calvin Harris. Na categoria “França”, o intérprete de DjadjaAya Nakamura, uma das artistas francófonas mais ouvidas do mundo, perdeu para Pierre Garnier, revelado na Star Academy.

A cerimónia de 2023, que seria realizada perto de Paris, foi cancelada devido aos ataques em Israel e à guerra em Gaza. Os organizadores sentiram então que o momento não era “não adequado para um evento festivo internacional”.

O mundo com AFP



Leia Mais: Le Monde

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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