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Técnico da Inglaterra critica cronograma do Women’s Ashes ‘abalroado’ e culpa a WPL indiana | Seleção Feminina de Críquete da Inglaterra
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1 ano atrásem
Raf Nicholson
O técnico da Inglaterra, Jon Lewis, criticou o calendário “abalado” do Women’s Ashes, culpando a Premier League Feminina da Índia pela natureza compactada da turnê.
A série começa em 12 de janeiro em Sydney e envolve ODIs, três T20s e um teste de quatro dias em cinco cidades diferentes – tudo no espaço de três semanas. Faltando apenas quatro dias entre a conclusão do terceiro T20 e o início do teste da bola rosa em Melbourne Grilo Chão, também não há tempo para o habitual aquecimento com bola vermelha.
“Minha preferência seria que houvesse mais espaço entre os jogos, e a preferência dos jogadores também seria”, disse Lewis. “Tenho certeza que teríamos solicitado mais espaço entre a bola branca e a partida teste, mas o cronograma voltou como estava.
“Não será simples. A programação está bastante apertada. Não há flexibilidade por causa do WPL e do Natal.”
O WPL começa oficialmente em 21 de fevereiro, mas é provável que os jogadores sejam necessários na Índia para aclimatação e compromissos com a mídia antes do início do torneio. Participarão as inglesas Alice Capsey, Nat Sciver-Brunt, Danni Wyatt-Hodge, Kate Cross, Sophie Ecclestone e Dani Gibson.
A Inglaterra anunciou sua seleção feminina do Ashes na segunda-feira, com quatro jogadoras na fila para fazer sua estreia no Ashes – Freya Kemp, Linsey Smith, Bess Heath e a marinheiro Ryana MacDonald-Gay, que impressionou em sua recente estreia no teste contra a África do Sul em Bloemfontein.
Lewis disse que a Inglaterra está escolhendo deliberadamente um elenco maior do que o normal (19 jogadores no total) devido ao calendário desafiador e espera ter que usar todos os recursos disponíveis para passar pela série. “Será difícil para os jogadores jogar todos os jogos”, disse ele. “Não acho que você verá uma seleção consistente em todos os lados.”
O desafio é aumentado pelo fato de que ambos os lados têm jogadores que estão recuperando gradualmente de lesões: Lewis disse que Gibson, Cross e Freya Kemp estavam todos “trabalhando para voltar à plena forma”, enquanto a capitã australiana Alyssa Healy está jogando como um puro batedor em sua atual série ODI contra a Nova Zelândia, após sofrer uma lesão no joelho na WBBL.
Lewis também deu seu apoio a uma competição doméstica de bola vermelha para jogadores ingleses, como forma de garantir uma melhor preparação para os futuros Ashes. “Cada vez que jogamos críquete de teste, ele deve ser apoiado por críquete de vários dias em nível nacional”, disse ele. “Se você está fazendo isso em nível internacional sênior, deve haver alguma maneira de os jogadores entenderem como jogar. Acho que há espaço para isso em nosso calendário doméstico.”
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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24 horas atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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