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Tempo de jogo, equipes, confronto direto: Índia x Austrália – Copa do Mundo Feminina T20 | Notícias de críquete

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Quem: Índia vs Austrália
O que: Jogo do Grupo A da Copa do Mundo T20 Feminina da ICC de 2024
Quando: Domingo, 13 de outubro, 18h (14h GMT)
Onde: Estádio de Críquete de Sharjah, Sharjah, Emirados Árabes Unidos
Como seguir: A cobertura ao vivo da Al Jazeera começa às 10:00 GMT

A atual campeã Austrália pode garantir sua vaga nas semifinais da Copa do Mundo Feminina T20 da ICC com uma vitória sobre a Índia no domingo, enquanto continua sua busca pelo sétimo título, ampliando o recorde.

Os australianos lideram o grupo com seis pontos, após três vitórias consecutivas, no início do torneio que será realizado nos Emirados Árabes Unidos. Mesmo uma derrota provavelmente fará com que os australianos se classifiquem na segunda posição, dada a sua taxa de corridas muito superior, muito ajudada pela vitória por nove postigos contra o Paquistão na sexta-feira.

A Índia, por outro lado, simplesmente tem de vencer. Atualmente ocupa a segunda posição, com duas vitórias e uma derrota em três jogos, da Nova Zelândia no índice líquido de corridas. Os Kiwis venceram os indianos em uma vitória surpreendente de 58 corridas na abertura do torneio de ambas as equipes.

A capitã australiana, Alyssa Healy, vai falhar o jogo, devido a uma lesão na panturrilha na vitória sobre o Paquistão, por isso Ashleigh Gardner será o substituto.

“A destemida marca de críquete que adotamos nos últimos cinco, seis anos certamente levou a muito sucesso”, disse Gardner sobre a invencibilidade da Austrália e seus seis títulos mundiais. “Isso é algo que todos aceitaram muito cedo e acreditaram. Você nos vê enfrentando os novos arremessadores no power play e depois apenas atacando o power play com a bola na mão. Todos que fazem parte desta equipe conhecem suas funções com muita clareza e foi isso que nos tornou bem-sucedidos nos últimos anos.

“A Índia é um dos melhores times de críquete T20 do mundo. Portanto, ser capaz de mudar nosso foco rapidamente é certamente algo que teremos que fazer.”

Registro confronto direto: Índia x Austrália

A Austrália lidera o recorde de confrontos diretos de 34 partidas por uma margem confortável de 26 vitórias. A Índia derrotou o rolo compressor australiano em oito ocasiões, com a última vitória ocorrendo em janeiro, no Estádio DY Patil, em Mumbai.

Guia de formulário: Índia

A Índia conseguiu se livrar da derrota inicial contra a Nova Zelândia com uma vitória sobre o rival Paquistão e o ataque ao Sri Lanka. As mulheres de azul gostariam de uma vitória sobre as campeãs mundiais para ajudá-las a garantir uma vaga nas semifinais.

Últimos cinco jogos: WWLLW

Guia de formulário: Austrália

Os atuais campeões mundiais parecem não errar e entraram neste torneio depois de uma vitória na série T20 contra a Nova Zelândia. Eles venceram todas as partidas neste torneio com facilidade.

Últimos cinco jogos: WWWWW

Como a Índia pode se classificar para as semifinais?

  • Uma vitória sobre a Austrália e uma derrota para Nova Zelândia e Paquistão garantirão a qualificação da Índia com seis pontos.
  • Se a Índia perder, eles terão esperança de que a enorme vitória da Austrália sobre o Paquistão elimine os seus vizinhos na taxa líquida de corridas e que a Nova Zelândia perca pelo menos um dos seus jogos. O Grupo A teria então a Austrália na liderança e a Índia em segundo lugar em taxa líquida de execução.
  • Caso a Índia perca, mas a Nova Zelândia vença as duas partidas, os times da Australásia se classificarão para as semifinais com pelo menos seis pontos cada – e o time de Harmanpreet Kaur será eliminado.
  • Se a Índia perder, mas a Nova Zelândia vencer o Sri Lanka e perder para o Paquistão, a Austrália se classificará como líder da tabela e deixará as outras três equipes lutarem pela taxa líquida de corridas. Num tal cenário, é provável que a taxa líquida de execução mais elevada da Índia os ajude a passar.

Como a Austrália pode se classificar para as semifinais?

  • Venceu a Índia e terminou na liderança da tabela com oito pontos.
  • Se a Austrália perder, eles quereriam que a Nova Zelândia perdesse tanto para o Paquistão como para o Sri Lanka, resultando em seis pontos para a Austrália e para a Índia e quatro para o Paquistão e para a Nova Zelândia.
  • A Austrália também poderia contar com sua alta taxa líquida de execução para acompanhá-los.

Campo e condições meteorológicas: Sharjah

Ambos os locais do torneio produziram partidas com pontuações relativamente baixas em condições quentes e úmidas.

Embora o verão do Oriente Médio esteja chegando ao fim, o time que for o primeiro a jogar boliche em Sharjah ainda terá que enfrentar condições difíceis.

Dew não desempenhou nenhum papel no torneio até agora e não afetará a decisão do capitão vencedor do sorteio.

Notícias da seleção indiana

A Índia espera que seu versátil Pooja Vastrakar esteja apto para jogar sua última partida, depois de ter perdido as duas últimas devido a uma lesão. Caso ela retorne ao XI, Sajana Sajeevan provavelmente sairá.

Esquadrão: Harmanpreet Kaur (capitão), Smriti Mandhana, Shafali Verma, Deepti Sharma, Jemimah Rodrigues, Richa Ghosh (guarda-postigo), Yastika Bhatia (guarda-postigo), Pooja Vastrakar, Arundhati Reddy, Renuka Singh Thakur, Dayalan Hemalatha, Asha Sobhana, Radha Yadav, Shreyanka Patil, Sajana Sajeevan.

Notícias da seleção australiana

A Austrália vai se preocupar com a preparação física de seu capitão Healy e do lançador rápido Tayla Vlaeminck, que mancaram na partida contra o Paquistão.

Esquadrão: Alyssa Healy (capitã, guarda-postigo), Tahlia McGrath, Darcie Brown, Ashleigh Gardner, Kim Garth, Grace Harris, Alana King, Phoebe Litchfield, Sophie Molineux, Beth Mooney (guarda-postigo), Ellyse Perry, Megan Schutt, Annabel Sutherland, Georgia Wareham, Tayla Vlaeminck.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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