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Terapia com pets: estudos destacam benefícios na saúde – 17/03/2025 – Equilíbrio
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12 meses atrásem
Renata Roma
Seja em casa ou na rua, muita gente concorda que a presença de pets deixa qualquer ambiente mais leve e descontraído, e cria mais abertura para interações sociais. Agora, imagine trazer essa sensação de acolhimento para o ambiente da Saúde, onde frequentemente prevalecem tensão e preocupações.
Iniciativas pet-friendly na rede pública de saúde ainda são pouco comuns, e geralmente se estendem apenas a pacientes internados em hospitais. Porém no Brasil elas estão alinhadas com as diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH), que busca oferecer um atendimento mais humanizado e inclusivo à população.
Pesquisas indicam que a interação com animais de estimação pode promover saúde mental. Em linha com tais pesquisas, permitir pets em hospitais e clínicas de saúde é uma ideia promissora e que pode resultar em melhor saúde física e mental de adultos e crianças. No entanto, ainda temos um longo caminho pela frente e desafios complexos a serem debatidos.
A relevância da implementação de práticas pet-friendly na saúde
O Brasil tem a terceira maior população pet do mundo. Além disso, alguns tutores afirmam que amam mais seus pets do que membros da família. Com a evidente importância dos animais de estimação, é crucial que o sistema de saúde se ajuste às necessidades da população. Isso significa valorizar o papel emocional dos pets na vida das pessoas e ampliar o debate sobre espaços pet-friendly em diversos contextos, incluindo em serviços de saúde.
Apesar dos desafios inerentes à implementação de políticas pet-friendly em ambientes hospitalares, pesquisas sugerem que essa ideia pode ter sim um impacto positivo. Pois seria capaz de:
1. Encorajar a adesão ao tratamento:
Abordagens que incluam a possibilidade de trazer o pet ao atendimento podem derrubar barreiras que impedem algumas populações de buscar suporte médico e psicológico. Por exemplo, pessoas com graves transtornos psicológicos, e/ou donos de pets em situação de rua muitas vezes enfrentam no dificuldade no acesso aos serviços médicos e psicológicos quando isso significa se separar de seus pets. Isso pode reduzir o acesso à saúde para populações vulneráveis. Portanto, é fundamental ajustar os serviços de saúde às demandas dessas populações.
2. Reduzir o estresse de pacientes e equipe de saúde:
Incluir animais em clínicas e hospitais pode humanizar o ambiente, facilitar a comunicação, e amenizar o estresse tanto de pacientes quanto de profissionais da Saúde. Para os profissionais, o resultado é a redução de burnout. Além disso, para os pacientes a interação com animais oferece conforto emocional e uma distração de preocupações, o que pode resultar em maior adesão ao tratamento.
3. Melhorar a comunicação entre paciente e equipe de saúde:
O simples fato de falar com o paciente sobre o seu pet pode melhorar a comunicação entre ele e a equipe de saúde. As pessoas simplesmente se sentem mais à vontade quando são questionadas sobre esse importante vínculo. Ao criar mais políticas pet-friendly, esse tipo de diálogo pode ser potencializado o que pode gerar mais sensação de confiança no relacionamento com os profissionais de saúde.
Desafios e potenciais riscos
Embora os benefícios sejam evidentes, a adoção de políticas pet-friendly na saúde ainda é limitada, em parte devido às preocupações com os riscos de transmissão de doenças.
De fato, aspectos logísticos envolvendo a higiene e segurançasão aspectos importantes nesse debate. Ao mesmo tempo, com adequados protocolos de saúde os riscos oferecidos pela presença de pets podem não ser maiores que aqueles associados às visitas de familiares em ambientes hospitalares. Essa foi a conclusão do Juravinski Hospital no Canadá, que desenvolve um programa que permite a visita de pets a pacientes internados. Em outras palavras, os riscos existem, mas podem ser reduzidos com protocolos apropriados, como apontado em alguns estudos.
Seguindo essa lógica, em cidades brasileiras como São Paulo por exemplo, embora apenas em hospitais, a visita de pets já é regulamentada e segue protocolos claros.
Para controle de bactérias, cuidados com o pelo e higiene do animal devem ser garantidos, assim como o monitoramento das visitas por profissionais de saúde. É possível minimizar riscos com informações claras sobre em que áreas especificas o animal pode circular e com quem pode interagir. Outra medida necessária é a exigência de laudo veterinário atestando a saúde do animal.
A vasta maioria dos profissionais que já interagiram com animais em ambientes da saúde, reconhece os benefícios dessa interação. Mas o preparo da equipe de saúde é igualmente relevante. Eles precisam se sentir confortáveis para lidar com pets no ambiente de trabalho. Portanto, tais políticas devem ser construídas em colaboração com profissionais da área. Isso pode garantir que o manejo de situações especificas como fobia de animais e alergias sejam colocadas na balança e adequadamente respeitadas.
Questões comportamentais também devem ser consideradas para que a presença do pet não cause transtorno para outros pacientes ou profissionais. Sem tais cuidados, políticas pet-friendly não conseguirão alcançar seu objetivo que é promover saúde física e mental e tornar serviços de saúde mais inclusivos e acolhedores.
O reconhecimento desses desafios é, portanto, fundamental, e serve para ajudar na elaboração de propostas pet-friendly que de fato sejam viáveis e benéficas para todos os envolvidos.
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Ampliando horizontes
A abordagem “One Health” (Uma Só Saúde) reconhece a conexão entre a saúde humana, animal, vegetal e ambiental. Com base nesse conceito, considerar a presença de pets na rede de saúde é mais que uma forma de promover conforto emocional, é uma ideia alinhada com uma visão mais integrada da saúde.
Com a adaptação de protocolos, treinamento de equipe e participação ativa dos profissionais, podemos transformar serviços de saúde e torná-los mais acessíveis e abertos aos pets.
Essa abordagem cria um ambiente acolhedor, ajudando a melhorar a qualidade dos cuidados oferecido à população. O objetive final é aplicar o que sabemos sobre pets par construir propostas mais holísticas, e alinhadas com as diretrizes de saúde no Brasil.
Texto originalmente publicado em The Conversation.
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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
25 de fevereiro de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.
Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.
Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.
Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.
Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.
Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).
A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.
Laboratório de Paleontologia
Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.
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A Pró‑Reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal do Acre (Ufac) é o órgão responsável pelo planejamento, coordenação e supervisão das atividades acadêmicas relacionadas ao ensino de graduação. Sua atuação está centrada em fortalecer a formação universitária, promovendo políticas e diretrizes que assegurem a qualidade, a integração pedagógica e o desenvolvimento dos cursos de bacharelado, licenciatura e demais formações presenciais e a distância. A Prograd articula ações com as unidades acadêmicas, órgãos colegiados e a comunidade universitária, garantindo que os currículos e práticas pedagógicas estejam alinhados aos objetivos institucionais.
Entre as principais atribuições da Prograd estão a coordenação da política de ensino, a supervisão de programas de bolsas voltadas à graduação, a análise e encaminhamento de propostas normativas e a participação em iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior.
A Prograd é organizada em três diretorias, cada uma com funções específicas e complementares:
Diretoria de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino — responsável por ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento de metodologias, à regulação e ao apoio pedagógico dos cursos de graduação.
Diretoria de Apoio à Formação Acadêmica — dedicada a acompanhar e apoiar as atividades acadêmicas dos estudantes, incluindo estágios, mobilidade estudantil e acompanhamento da formação acadêmica.
Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais — voltada à gestão de programas especiais, políticas de interiorização e ações que ampliam o acesso e a permanência dos alunos em diferentes regiões.
A Prograd participa, ainda, de iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior, integrando docentes, estudantes e gestores em fóruns, encontros e ações que visam à atualização contínua dos processos formativos e ao atendimento das demandas sociais contemporâneas.
Com compromisso institucional, a Pró‑Reitoria de Graduação contribui para que a UFAC cumpra seu papel educativo, formando profissionais críticos e comprometidos com as realidades local e regional, garantindo um ambiente acadêmico de excelência e responsabilidade social.
Ednacelí Abreu Damasceno
Pró-Reitora de Graduação
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Orientação sobre revalidação e reconhecimento de diplomas — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
24 de fevereiro de 2026Orientações para abertura de processo administrativo e procedimentos acerca da revalidação de diploma de graduação e reconhecimento de diplomas de pósgraduação stricto sensu emitidos por instituições estrangeiras, conforme a Resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
Abertura do Processo
I – Preenchimento do Formulário Padrão (conforme modelo disponibilizado);
II – Documentos pessoais exigidos:
• Cópia do documento de identidade para brasileiros ou naturalizados, e, se estrangeiro, cópia da identidade e do visto permanente, expedido pela Superintendência da Polícia Federal, ou passaporte com visto permanente, concedido pela autoridade competente;
• Comprovante de residência;
• Comprovante de quitação com o serviço militar, para brasileiros do sexo masculino;
• Comprovante de quitação com o serviço eleitoral, para brasileiros e naturalizados;
III – Documentos acadêmicos exigidos:
• Para revalidação, conforme Art. 10, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
• Para reconhecimento, conforme Art. 33, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
IV – Preenchimento do Termo de aceitação, exclusividade e autenticidade, conforme modelo disponibilizado pelo NURCA;
V – Solicitação de abertura de processo no Protocolo Geral da UFAC, direcionado ao NURCA, com a apresentação da documentação exigida nos itens de I a IV;
Submissão da documentação na Plataforma Carolina Bori – Link: http://plataformacarolinabori.mec.gov.br
O interessado deve submeter a documentação no formato .pdf, agrupando diferentes documentos em arquivo único conforme indicado abaixo:
Arquivo 1 em .PDF:
1. Formulário Padrão preenchido (conforme modelo disponibilizado);
2. Documentos pessoais exigidos:
a) Cópia do documento de identidade para brasileiros ou naturalizados, e, se estrangeiro, cópia da identidade e do visto permanente, expedido pela Superintendência da Polícia Federal, ou passaporte com visto permanente, concedido pela autoridade competente;
b) Comprovante de residência;
c) Comprovante de quitação com o serviço militar, para brasileiros do sexo masculino;
d) Comprovante de quitação com o serviço eleitoral, para brasileiros e naturalizados;
Arquivo 2 em PDF:
1. Diploma e Histórico (Itens I e II do Artigo 10 ou Itens II e IV do artigo 33 da Resolução nº 003, de 14 de março de 2017);
Arquivo 3 em PDF:
1. Documentos acadêmicos exigidos excetuando-se os do Arquivo 2:
a) Para revalidação, conforme Art. 10, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
b) Para reconhecimento, conforme Art. 33, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017, excetuando item III (vide Arquivo 5).
Arquivo 4 em PDF:
1.Termo de aceitação, exclusividade e autenticidade, preenchido conforme modelo disponibilizado pelo NURCA; da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
Arquivo 5 em PDF:
a) Para os casos de reconhecimento: Exemplar digital da tese ou dissertação com registro de aprovação da banca examinadora e documentações complementares, conforme item III do Art. 33 da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
Fluxo do Processo
VI – Recebimento do processo pelo NURCA e encaminhamento para o Centro pertinente, que constituirá Comissão;
VII – Retorno do processo ao NURCA no prazo de 15 dias;
VIII – Sendo favorável o parecer da Comissão, será autorizada a emissão de GRU, bem como, o seu devido pagamento (R$ 1.200,00 – graduação; mestrado – R$ 1.500,00 e doutorado R$ 2.000,00), devendo ser incluída a via original ou cópia autenticada por servidor da UFAC no processo de revalidação.
a) Em caso de parecer negativo, o processo será disponibilizado para consulta, retirada de documentação e/ou ajuste quando for pertinente.
IX – Retorno do processo ao Centro para a Comissão concluir a revalidação no prazo restante dos seis meses.
Termo de Aceitação, Exclusividade e Autenticidade
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