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Terra, Territorialidade e Ancestralidade’ está aberta ao público no Museu dos Povos Acreanos

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Alessandra Machado

O Museu dos Povos Acreanos (MPA) abriu nesta quarta-feira, 12, a exposição fotográfica “Tupinambás: Terra, Territorialidade e Ancestralidade”, de autoria do professor doutor da Universidade Federal do Acre, Francisco Pereira Costa, que mostra, por meio de fotografias, a força e a resistência dos povos indígenas Tupinambás de Olivença, de Ilhéus (BA).

Com o apoio do governo do Acre, por intermédio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), a exposição é o desdobramento de um trabalho realizado por Francisco Pereira em 2023, quando acompanhou a antropóloga indígena Pietra Dolamita na realização de um documentário fotográfico, no território dos Tupinambás, em Olivença (BA).

Exposição fotográfica ‘Tupinambás: Terra, Territorialidade e Ancestralidade’ estará no MPA até final de abril. Foto: Willian Cardoso

Para o fotógrafo Francisco Pereira, que tem inúmeras contribuições acadêmicas nas áreas de História e de Direito, existe a necessidade de mostrar a resistência dos povos originários, e essa visibilidade precisa ser potencializada.

“Tive a oportunidade de conviver 15 dias com os Tupinambás, e essa exposição comprova que eles ainda estão aqui. É muito importante conhecermos nossas tradições ancestrais para não aceitarmos o apagamento desses povos”, destaca.

Fotógrafo Francisco Pereira conseguiu capturar em suas imagens a potência da ancestralidade dos Tupinambás. Foto: Willian Cardoso

A vernissage contou com a participação especial da indígena Celi Magalhães, que contribuiu com a maioria das imagens capturadas pelo fotógrafo, que conseguiu estabelecer um diálogo atemporal entre o Nordeste e a Amazônia, destacando a íntima relação dos Tupinambás e sua reinvenção ao longo do tempo.

“Sou Tupinambá, da nação Olivença, e participei do processo desse trabalho lindo do professor Francisco e estou muito feliz com a realização dessa exposição no Acre, mostrando a riqueza da nossa existência e resistência, esperando a demarcação da nossa terra. Estamos muito agradecidos por essa visibilidade”, diz Celi.

Celi Magalhães, tupinambá da Nação Olivença, agradeceu a valorização de sua cultura por meio da mostra fotográfica. Foto: Willian Cardoso

A exposição tem a curadoria de Déba Tacana e produção cultural de Willian Cardoso, e ficará aberta ao público no MPA até o final de abril. A mostra é o resultado de uma vivência, de uma experiência com os Tupinambás, com a proposta de reconstruir uma linha de ancestralidade, dialogando com a ideia política de territorialidade, de pertencimento e de luta, uma luta secular por esse território no litoral brasileiro. A fotografia tenta captar esse processo histórico da presença e da identidade desse povo.

📍 Local: Museu dos Povos Acreanos
📅 Aberta de 13 de março até o fim de abril

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Leia Mais: Agência do Acre

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PZ da Ufac promove curso sobre uso do tomógrafo em árvores — Universidade Federal do Acre

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2026.11.04 Curso de tomografia em árvores-PZ (2).JPG

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac promoveu o curso Tomografia de Impulso Ultrassônico Aplicada ao Diagnóstico Não Destrutivo de Árvores, ministrado pelo professor Moisés Lobão. A ação ocorreu na quarta-feira, 4, na sala ambiente e floresta do PZ, reunindo 16 participantes: servidores do parque, estudantes do programa de pós-graduação em Ciência Florestal e técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia) e do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).

O curso teve como objetivo capacitar os participantes no uso do tomógrafo de impulso RINN-ABT06-P (sistema Arbotom). O equipamento avalia a saúde interna e a integridade do tronco e identifica apodrecimentos, ocos e outras anomalias sem cortar ou danificar a árvore.

A atividade consistiu em aula teórica e prática, com grupos que foram a campo para medir árvores do PZ, realizando inspeção visual, definição da altura de medição, instalação dos sensores, teste de sinal, coleta de dados, verificação da qualidade das medições e interpretação dos tomogramas para subsidiar laudos técnicos.

Os técnicos da Semeia e do Imac presentes na capacitação atuam no licenciamento e na fiscalização ambiental e analisam, entre outras demandas, pedidos de poda e supressão de árvores em vias, escolas e prédios públicos.

Funcionamento do tomógrafo

Sensores são fixados ao redor do tronco e, com um martelo de impacto, o operador bate em cada um deles. O aparelho registra o tempo que a onda leva para atravessar a madeira até os demais sensores. Em regiões comprometidas, a onda se propaga mais devagar. A partir desses dados, o software gera um tomograma, uma imagem colorida da seção transversal do tronco que mostra onde estão as áreas degradadas e qual é sua extensão.

2026.11.04 Curso de tomografia em árvores-PZ (3).png



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3ª Semana Acadêmica de Sistemas de Informação

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3ª Semana Acadêmica de Sistemas de Informação

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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre

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3ª Semana Acadêmica de Ciências Contábeis-2026 (2).jpg

O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.

“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”

Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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