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Tesla agrega perto de US$ 150 bilhões em valor de mercado no melhor dia em mais de uma década | Tesla
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Reuters
As ações da Tesla fecharam em alta de quase 22% na quinta-feira – seu maior ganho em um único dia em mais de uma década – enquanto a previsão ousada de Elon Musk de aumento nas vendas tranquilizou os investidores de que ele ainda buscava expandir seu negócio principal de venda de carros elétricos. No final, quase 150 mil milhões de dólares foram acrescentados ao valor de mercado da empresa.
Musk previu um crescimento de vendas de 20-30% no próximo ano, prometendo lançar um veículo acessível no primeiro semestre de 2025, e disse que os esforços para reduzir os custos de produção impulsionaram as margens no terceiro trimestre.
As ações subiram para uma alta da sessão de US$ 262,2, com volumes de cerca de 200 milhões de ações. Foi o maior ganho desde maio de 2013, e apagou as perdas recentes devido às preocupações de que Musk estivesse distraído com novos projetos, como o recém-lançado robotáxi.
Musk tem girado Tesla em uma empresa de inteligência artificial e robótica de um líder de mercado de veículos elétricos, mas ainda não conseguiu traçar um plano de negócios detalhado para seu novo foco. Os investidores venderam ações da Tesla no início deste mês, depois que um evento robotaxi não continha muitos detalhes.
“Com a liquidação das ações em outubro, antes do anúncio dos lucros, alguns pessimistas sentem que esta é mais uma recuperação de alívio, já que os resultados foram melhores do que se temia”, disse Ed Egilinsky, diretor-gerente da empresa de investimentos Direxion.
No último trimestre, Musk fez anúncios ousados sobre tudo, menos carros – desde táxis sem condutor a robôs humanóides – deixando os investidores preocupados com a diminuição das margens, já comprimidas pelos preços mais baixos.
“Ele definitivamente parecia mais apaixonado e investiu nisso desta vez”, disse Jessica Caldwell, chefe de insights do site de compras e pesquisa de carros Edmunds.
“Sinto que grande parte da Tesla está ligada ao futuro, mas precisamos descobrir como chegar lá. Isso é o que as pessoas precisavam ouvir e foram um pouco melhores ao fornecer esses detalhes do que no passado.“
A Tesla reportou uma margem do terceiro trimestre que superou facilmente as expectativas de Wall Street e disse que os custos de mão-de-obra e materiais para fabricar veículos – conhecidos como o custo dos produtos vendidos por veículo – caíram para o seu nível mais baixo de sempre, cerca de 35.100 dólares.
Ela registrou receita de US$ 326 milhões com seu software de piloto automático chamado Full Self Driving (FSD), usado no Cybertruck e outros recursos autônomos.
“O FSD desempenhou um papel na expansão das margens, mas penso que o maior impulsionador foi a redução dos custos unitários de produção… Com o tempo, o FSD deverá impulsionar uma maior expansão das margens a longo prazo”, disse Seth Goldstein, estrategista de ações da Morningstar.
FSD é a base dos robotáxis de Tesla.
após a promoção do boletim informativo
Musk disse que espera que os veículos Tesla ofereçam serviços de carona pagos e sem motorista no próximo ano, dobrando sua promessa feita no evento robotáxi. Mas esse plano provavelmente enfrentará desafios regulatórios significativos.
Nem todos os investidores deverão ficar apaziguados pelas garantias da Tesla na quarta-feira.
Ross Gerber, executivo-chefe da Gerber Kawasaki Wealth and Investment Management e um importante investidor da Tesla, disse que os robotáxis e a IA não eram os negócios fundamentais nos quais ele queria que Musk se concentrasse.
“Eram bons os dias em que Elon dormia na fábrica. Ele estava lá todos os dias, trabalhando. Não participar de comícios de Trump entre todas as coisas que ele poderia estar fazendo”, disse Gerber, referindo-se ao apoio bem divulgado de Musk ao candidato presidencial republicano.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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