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The Russell Westbrook Show costs Nuggets in bad loss to Clips
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2 anos atrásem
DENVER–The Denver Nuggets have not begun their season on the right foot.
After losing on Thursday to the Oklahoma City Thunder in their season opener, the Nuggets looked to bounce back against the Los Angeles Clippers on Saturday. The game went back and forth, but the Clippers won 109-104. The Nuggets are now 0-2 to begin the season, and they will start a three-game road trip in Toronto on Monday.
The Nuggets, who lost eight home games all of last season, have already dropped 25% of that number. They dug themselves a hole in the first 25 minutes of the game but almost fought back to win.
“It’s not the start that we wanted, but it’s our reality,” Michael Malone said. “So embrace it, and let’s try to go on the road, find our rhythm, and kind of get this (bad) taste out of our mouths.”
Nikola Jokic hits a career-high from three, taking over
Everyone knew the Nuggets would need to shoot the ball better and space the floor more in Game 2 than they did on Opening Night. Jokic, who was doubled most of Thursday, created his own space on Saturday,
“I know everybody’s saying “make shots!” but I feel even before that, I thought our spacing was awful at times,” Malone said.
Joker took over in this game, hitting a career-high seven three-pointers to finish with a game-high 41 points. He connected on seven of his seven shots from deep. As the Clippers sagged off, expecting more poor Nuggets spacing, Jokic took the most advantage. His Herculean effort just wasn’t supported by enough of his teammates.
While the spacing was no doubt better in the second half against Los Angeles, his teammates still struggled to hit threes. Michael Porter Jr. missed all six of his shots from deep. Jokic’s seven triples were equaled by the rest of his teammates, who combined to knock down seven. So Jokic’s takeover was absolutely needed.
Jokic did miss a free throw in the pressure cooker that would’ve changed how the contest ended and then he missed a desperation deep ball to end the afternoon. Nobody will blame Jokic, but his unreal effort was for naught.
Nuggets can’t stop Powell
Entering the fourth quarter, the Nuggets had a chance. At the end of the fourth quarter, one thing was clear – they couldn’t stop Norman Powell. He finished the game with 37 points, but most of his damage came when the Nuggets were trying to close out.
The Nuggets pulled ahead in the fourth, only to have their lead quickly slip away because Powell kept hitting shots. Malone eventually made adjustments defensively when Powell started to get hot. The thing is, Denver was missing its fireman from the past two seasons in Kentavious Caldwell-Pope. In Game 1, they missed KCP’s shooting but in Game 2, they were without his nasty perimeter defense. When Malone finally shifted Christian Braun onto Powell, James Harden was able to get free on Aaron Gordon, who struggled on Powell. In years past Braun and KCP may come in at the same time to slow the momentum but Denver no longer has that option. Very late, Malone went to Russell Westbrook for defense, but that didn’t help.
“If a guy is considered a run-off, we can’t let him keep shooting threes,” Malone said. “It’s on me to make sure we’re doing something to get the ball out of his hands. I have to do a better job.
Malone was brutally honest after the game.
“Obviously, Norman Powell just kicked our (butt) in the fourth. 22 points.” Malone said.
Rusty Russell Westbrook?
Nuggets nation was part excited and part hesitant when the team added veteran Westbrook this offseason. The former MVP used to be an electric player, who would gather triple-doubles regularly. Now, Westbrook is on his sixth team in six years. The Nuggets must figure out what they can get from their backup point guard at this point in his career, and Malone must try to utilize him in the best way possible.
Malone emphasized the team will be creative when using Westbrook.
“It’s not going to be the Russell Westbrook show…but I still want Russell to be Russell.” Malone said.
Against the Clippers, the Russell Westbrook Show may have been what cost Denver. In the close loss, Westbrook missed all eight of his shots and was a team-worst -13. That’s exactly in line with what he did on Opening Night as well.
There’s just no changing Westbrook’s game at this point in his career. He is going to be wild on the court. I imagine that when he’s ‘on’ it will be a thing of beauty. However, he was ‘off’ in the opener and that didn’t change on Saturday. And there’s evidence that he’s been off in big spots for his teams the last few years.
Too often, Westbrook will attack the basket with no plan. He used to be able to finish with the best of them – many times above the rim. Now, 35, Westbrook charges toward the hoop, will leave his feet and has no plan for what to do with the ball.
At this point, it’s unfair to assume Westbrook won’t be anything other that what he is. Westbrook is beloved by his teammates, and he hustles all the time. However, his outside shooting, free-throw shooting, and finishing leaves much to be desired at this point in his career.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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