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Tigres separados quando pequenos são reunidos 50 anos depois; se apaixonaram
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Ambientalistas alcançaram uma conquista inédita. Após aproximadamente dez anos de trabalho, dois tigres que haviam sido separados quando eram filhotes foram reunidos. Eles faziam parte de um grupo de seis filhotes órfãos, nascidos de pais distintos. O curioso é que dois desses tigres formaram um par e tiveram um filhote juntos
A realização aconteceu na região de Pri-Amur, na Rússia, e levou uma década (de 2012 a 2021) para ser concluída. Os tigres pertencem à subespécie tigre-de-amur (Panthera tigris altaica).
Os resultados da pesquisa que viabilizou o projeto foram publicados em um estudo. “Esses resultados fornecem uma estrutura potencial para reintroduções de tigres e outros grandes felinos em todo o mundo”, afirmam os autores.
O estudo e a prática
O estudo, publicado na revista Wildlife, analisou especificamente o sucesso da reabilitação e reintrodução de filhotes órfãos como forma de restaurar a população de tigres.
Os pesquisadores acompanharam seis filhotes de tigre, encontrados órfãos nas florestas das Montanhas Sikhote-Alin, na Rússia, um Patrimônio Natural da Unesco e o último reduto de tigres no país.
Os filhotes foram alojados em santuários onde o contato com humanos era reduzido ao mínimo possível.
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Muitos cuidados
Ao longo dos anos, os tigres receberam presas vivas para aprender a caçar.
O Bronx Zoo da WCS e outros parceiros aconselharam sobre maneiras de criar e manter os filhotes para que eles não dependessem de humanos.
Após um período de adaptação, os filhotes foram soltos como subadultos (com pelo menos 18 meses de idade) na região de Pri-Amur, na Rússia, incluindo áreas próximas às montanhas Sikhote-Alin. Essa soltura ocorreu dentro da área de distribuição original dos tigres-de-amur, com o objetivo de restaurar a população local.
Vida selvagem
Os filhotes foram criados em condições de semi-cativeiro para prepará-los para a vida selvagem. Durante o estudo, um fenômeno fascinante foi observado: uma história de união entre dois tigres.
Boris e Svetlana, dois tigres-de-amur sem parentesco genético, faziam parte dos seis órfãos originalmente soltos na natureza em 2014.
História de amor
Em 2015, um ano após sua libertação, Boris percorreu grandes distâncias até o local onde Svetlana havia estabelecido sua toca.
Boris e Svetlana formaram um par e tiveram um filhote chamado Amur. De acordo com o Good News Network (GNN), os dois tigres foram resgatados em regiões distintas da Rússia.
Na Rússia, um estudo reuniu seis filhotes de tigres separados quando bebês e a experiência mostra como se adaptaram à vida selvagem. Foto: Deccan Herald
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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