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‘Todo mundo tem um impacto’: como começar a reduzir sua pegada ambiental | Bem, na verdade
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2 anos atrásem
Madeleine Aggeler
2024 foi o ano mais quente já registrado. As temperaturas globais médias subiram para 1,6 ° C acima dos níveis pré -industriais, de acordo com dados do Serviço de Mudança Climática de Coprenicus da UE (C3S) – Um aumento que levou a eventos climáticos extremos e “miséria para milhões de pessoas”, como disse um dos especialistas do grupo o guardião.
Menos de um mês no ano novo, incêndios Derrubaram enormes faixas de Los Angeles, melhorando a vida de milhares. Donald Trump, a negador climáticoestá retirando o país dos acordos climáticos internacionais e atrasando os esforços para conter o aumento das temperaturas médias globais.
Tudo isso resultou em um senso crescente de desespero climático entre especialistas e leigos parecido. Governos e corporações têm uma grande parte da responsabilidade. Mas o que os indivíduos podem fazer diante de ameaças globais tão maciças?
“Todo mundo tem um impacto”, diz Darcy Hoover, especialista sênior de recursos do Conselho de Defesa de Recursos Naturais (NRDC). “As empresas são compostas por indivíduos, os estados são compostos por indivíduos. Precisamos de ação em todos os níveis. ”
Quais são as etapas mais eficazes que se pode tomar para reduzir a pegada ambiental? E como alguém influencia os outros a agir? Perguntamos a especialistas.
Saiba que você pode fazer a diferença
O primeiro passo para tomar medidas climáticas é saber que suas ações são importantes.
“Acho que as pessoas se sentem sobrecarregadas ou como se tivessem que ser um especialista para tomar parte dessa ação, e você realmente não”, diz Samantha Harrington, diretora de experiência do público da Yale Climate Connections.
Especialistas também incentivam as pessoas a não ficarem atoladas pelo perfeccionismo. Muitos são limitados em que ações podem tomar devido a circunstâncias econômicas, geográficas ou pessoais.
“Você não é uma pessoa má, se não puder pagar agora para obter um bomba de calor Em vez de usar seu forno a gás ”, diz Harrington. Mesmo que tudo o que você possa fazer agora seja uma garrafa de água reutilizável ou trazer sacos reutilizáveis para o supermercado, isso é um começo. “Tudo o que você pode fazer importa.”
Recursos como a Nature Conservancy’s Calculadora de pegada de carbono Pode ajudá -lo a identificar áreas em sua vida em que você gasta mais energia e pensa em como fazer alterações.
Reduza, reutilize, recicle
Um dos refrões mais úteis na conservação ambiental é o clássico “Reduza, reutilizar, reciclar”.
“Isso é uma hierarquia”, explica Hoover; Reduzir o consumo de alguém é o mais importante, seguido pela reutilização de mercadorias e depois reciclando -as.
A prolongamento da vida dos produtos e da compra de itens bem feitos e duradouros pode ajudar bastante a reduzir a quantidade de desperdício que um produz, diz Hoover. E quando chegar a hora de se livrar de um item, tente doá -lo ou reciclá -lo para que ele não acabe em um aterro.
“Se houver algo em sua vida projetado para ser usado uma vez e depois jogado fora, pense se houver uma alternativa a essa coisa”, acrescenta Hoover. Por exemplo, garrafas de água plásticas podem ser substituídas por garrafas de água reutilizáveis, e os talheres de uso único podem ser evitados se alguém viajar com talheres reutilizáveis.
Verifique para onde seu dinheiro está indo
Reflita sobre quais produtos, serviços e empresas você apoia com seu dinheiro e qual é o impacto deles no planeta. Moda rápida, por exemplo, é um desastre ambiental – toneladas e toneladas de roupas baratas entupidas aterros sanitários e praiase plástico de tecidos sintéticos drena em Vias navegáveis.
A compra de roupas de alta qualidade que durarão mais ou a compra de segunda mão pode reduzir esse tipo de desperdício, diz Katharine Hayhoe, cientista-chefe da Nature Conservancy.
“Minha resolução no ano passado foi que eu decidi comprar o máximo de roupas que pude de segunda mão”, diz Hayhoe. “Eu os amo! Eles são tão acessíveis e tão únicos. ”
Observe também os investimentos que você possa ter. Harrington sugere verificar o que o seu 401 (k) ou outros fundos são investidos e em que instituições financeiras você planeja. “Muitos bancos apoiam projetos de combustível fóssil e finanças”, diz ela. Se você puder, considere transformar seu dinheiro para fundos ambientalmente sustentáveis.
Veja o que você está comendo
Não é segredo que a produção de alimentos tem um enorme impacto no meio ambiente. De acordo com o Painel intergovernamental sobre mudança climáticaa agricultura é responsável por 23% das emissões de gases de efeito estufa. Disso, quase 60% vem de Produção de carne sozinho. Além do mais, grande parte da comida que é produzida é desperdiçada.
“Podemos estar desperdiçando até 40% do suprimento de alimentos neste país”, diz Hoover. “Isso tem um tremendo impacto. Isso significa que uma quantidade associada dos recursos que entram na produção de alimentos também é desperdiçada. ”
Isso não significa que todos precisem se tornar veganos imediatamente, dizem os especialistas. Embora seja verdade que a carne tenha um impacto de recursos extremamente alto no meio ambiente, a maneira mais sustentável de comer é a maneira como é sustentável para você.
“Digamos que você vá vegano de peru frio por algumas semanas e depois decide que não pode mais fazer isso e desiste”, diz Hayhoe. “Seria melhor dizer que vou fazer segundas -feiras sem carne, ou vou incorporar duas receitas veganas à minha rota regular de receitas”.
Após a promoção do boletim informativo
Para reduzir o desperdício de alimentos, Hoover sugere verificar recursos como o site do NRDC savethefood.como que pode ajudá -lo a calcular exatamente quanta comida você precisa para o planejamento semanal de refeições ou para uma festa, sem desperdiçar excesso.
Desconectar
Uma maneira fácil de reduzir o uso de energia em sua casa é desconectar dispositivos e desligar as tiras de energia quando não estiverem em uso, diz Saniya LeBlanc, professor do Departamento de Engenharia Mecânica e Aeroespacial da Universidade George Washington.
“Mesmo quando não os usamos, os dispositivos eletrônicos ainda podem consumir eletricidade”, diz LeBlanc. Especialistas se referem a essa energia que se afasta como “cargas de vampiros”, que podem ser “muito substanciais” em termos de produção de energia, diz LeBlanc.
“Então apenas desconecte as coisas”, diz LeBlanc. Ela não desconecta, digamos, sua torradeira toda vez que sai de casa, ela admite. Mas, antes de viagens longas, ela desconecta todos os dispositivos em sua cozinha.
Ser eficiente
Um dos princípios principais da sustentabilidade é a eficiência – quanto menos eficiente você for, mais energia você provavelmente usará.
“Se você estiver executando recados e precisar usar seu carro, planeje com antecedência para combinar várias pequenas tarefas em uma viagem”, diz Hoover.
E quando você usa seu carro, pode ajudá -lo a funcionar com mais eficiência, garantindo que a pressão do seu pneu esteja no nível correto, diz LeBlanc. “Com a pressão certa dos pneus, seu carro pode se mover com mais eficiência e queimar menos gasolina”, diz ela.
E considere quanto você está voando. A viagem aérea é uma das principais fonte de emissões de carbono. Algumas viagens são obviamente necessárias, como viagens para o trabalho ou para ver a família. Mas pense em maneiras de cortar. Você pode fazer vários eventos em uma viagem? Uma reunião realmente precisa ser pessoalmente, ou pode ser virtual? Você pode pegar um trem ou carro?
“Agora, mais de 80% das negociações que dou são conversas virtuais”, diz Hayhoe. “E eu só viajo quando posso agrupar os eventos em uma viagem para fazer o carbono e o tempo vale a pena.”
Fale
Embora a redução do uso diário de energia é importante, os especialistas concordam que a ação ambiental mais significativa que uma pessoa pode tomar não tem nada a ver com sua pegada de carbono: é usar sua voz.
“A maioria das pessoas nos EUA está alarmada com a mudança climática”, diz Harrington. “Não falamos necessariamente sobre isso, porque achamos que é mais tabu do que realmente é.”
Conversar com nossa família, amigos e vizinhos sobre nossas preocupações ambientais e as ações que tomamos pode ajudar a motivar outras pessoas a agir também. Considere o “efeito da vizinhança” no uso do painel solar. Um artigo de 2015 no Jornal de Geografia Econômica descobriram que um dos preditores mais fortes de painéis solares instalados em uma área é se outra casa do bairro já os possui. Hayhoe diz que observou isso em sua própria vida.
“Temos painéis solares e, em um ano, vimos painéis solares entrando em nosso bairro”, diz ela. “Trata -se de mostrar às pessoas o que você está fazendo e tornando -o contagioso.”
Isso também pode ser feito no trabalho. Pergunte se as reuniões que exigem viagens podem ser virtuais e se os materiais realmente precisam ser impressos. Essas medidas podem parecer pequenas, mas podem ter um grande efeito. Hoover diz que antes do NRDC, ela trabalhou para uma organização que trabalhou para incentivar as grandes empresas a usar papel reciclado. “Fiquei surpreso ao ver essas grandes empresas assinando, e percebi que, em muitos casos, esse foi o resultado de um advogado da empresa conversando com as pessoas com quem precisavam conversar”, diz ela.
Falar politicamente, ao entrar em contato com seus representantes locais e estaduais, também é importante. Estudos têm mostrado que o Congresso e os funcionários do Congresso regularmente subestimar Quanto seus constituintes se preocupam com as mudanças climáticas, porque não ouvem de seus constituintes sobre isso.
Finalmente, Hoover diz que uma das ações mais significativas que podemos tomar para o clima é votar nas eleições locais e federais. “Vote nos formuladores de políticas que farão o tipo de mudança que você está procurando”, diz ela. “Ele eleger funcionários e apóiam políticas que promovem a proteção e progresso ambiental”.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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21 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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