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Tonga elege novo primeiro-ministro após renúncia repentina do antecessor | Notícias do governo
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2 anos atrásem
‘Aisake Valu Eke, ex-ministro das finanças, deverá liderar a nação do Pacífico até as eleições de novembro de 2025.
Tonga elegeu um novo líder por voto secreto no parlamento, duas semanas depois de o anterior primeiro-ministro ter eleito abruptamente resignadoapós uma luta pelo poder com a família real da nação do Pacífico.
O político veterano ‘Aisake Valu Eke garantiu 16 votos contra oito de seu oponente Viliami Latu na votação de terça-feira.
Valu Eke, que tomará posse oficialmente como primeiro-ministro em Fevereiro, foi eleito pela primeira vez para o parlamento em 2010 e serviu como ministro das finanças entre 2014 e 2017.
Ele permanecerá no cargo por menos de um ano antes que a nação insular do Pacífico Sul de 105.000 habitantes realize suas próximas eleições em novembro de 2025.
O parlamento de Tonga é composto por 17 legisladores eleitos pelo público e nove nobres, eleitos por um grupo de chefes hereditários. Dois membros do parlamento não puderam votar.
Siaosi Sovaleni renunciou ao cargo de primeiro-ministro há duas semanas, depois de entrar em conflito com o influente rei de Tonga, Tupou VI, o que levou a especulações sobre uma divisão crescente entre o monarca e seu governo.
Sovaleni, formado em Oxford e primeiro-ministro desde 2021, apresentou sua renúncia poucas horas antes de enfrentar um voto de censura liderado por Eke. Uma declaração na página do parlamento tonganês no Facebook dizia que o primeiro-ministro se demitiu “para o bem do país e para fazer Tonga avançar”.
O mandato de Sovaleni foi marcado por tensões periódicas entre a monarquia de Tonga e os legisladores eleitos numa jovem democracia que viu as reformas em 2010 transferirem o poder da família real e dos nobres para os cidadãos comuns.
Tonga reformulou a sua constituição depois dos protestos pró-democracia em 2006 se transformarem em tumultos que deixaram áreas da capital Nuku’alofa em ruínas fumegantes.
O rei Tupou VI, chefe de estado de Tonga, mantém autoridade significativa, incluindo o poder de dissolver o parlamento, nomear juízes e vetar legislação.
A Tonga, dependente do turismo, tem lutado para recuperar do impacto da pandemia da COVID-19, das ameaças crescentes das alterações climáticas e de uma catastrófica erupção vulcânica e tsunami em 2022, que atingiu resorts, casas e empresas à beira-mar em torno das 171 ilhas do país.
O endividado reino insular deve ao banco de exportação da China cerca de 130 milhões de dólares – quase um terço do seu produto interno bruto – que foram emprestados para ajudar na reconstrução após os tumultos de 2006. Os pagamentos desse empréstimo estavam programados para começar a aumentar este ano.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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