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Toque de recolher estabelecido esta noite, Emmanuel Macron “será quinta-feira” no arquipélago, anuncia o Eliseu
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Após a emergência de ajudar as pessoas e restaurar os serviços básicos, Mayotte terá de reconstruir
Após a emergência, Maiote terá de enfrentar o desafio da reconstrução. “Na área da habitação, as habitações precárias foram destruídas na sua totalidade. Os danos estão atualmente a ser avaliados relativamente ao habitat de alvenaria: observa-se uma destruição significativa »descreveu na segunda-feira um documento de atualização da situação dos ministérios dos territórios, ecologia e habitação. Nesta fase, “a primeira coisa a fazer é abrigar as pessoas”segundo Patrick Coulombel, cofundador da fundação Architectes de l’urgence, uma organização humanitária que tenta transportar 60.000 m2 lonas no local, para cobrir goteiras em telhados, entre outras coisas.
“Uma embarcação CMA-CGM irá retirar os primeiros elementos necessários à reparação”de acordo com a atualização diária do governo demitido. Atualmente, 8 mil pessoas estão alojadas em escolas que ainda funcionam. Estão sendo implantados 750 locais com barracas e camas picot. Assim que as viagens forem retomadas, a ONG Architectes de l’urgence “lançará uma operação para proteger edifícios, escolas, hospitais e residências”explica Coulombel à Agence France-Presse (AFP). “É necessário retirar ou derrubar elementos que possam ser perigosos para que os edifícios possam ser utilizados rapidamente. »
Há 100.000 pessoas vivendo em “habitats precários”boa parte da qual ruiu após a passagem do ciclone, como aconteceu na favela do distrito de Kawéni, em Mamoudzou. De acordo com os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística e Estudos Económicos (Insee), datados de 2017, quatro em cada dez casas são feitas de chapa metálica em Mayotte e três em cada dez não têm água canalizada. “É madeira, chapas metálicas em colinas de terra. Você imagina o vento forte e a chuva criando deslizamentos de terra”alertou o diretor de emergências e operações da Cruz Vermelha Francesa, Florent Vallée, à AFP.
A questão específica da reconstrução do “favelas que hoje são cemitérios a céu aberto”segundo Estelle Youssouffa, deputada da LIOT para o arquipélago, ainda procura uma resposta. “Queremos uma reconstrução que seja sustentável, que seja coerente, que seja unida, que seja responsável. Não podemos imaginar que Mayotte tenha sobrevivido para regressar à anarquia, seja anarquia urbana ou anarquia social”.ela foi transferida na terça-feira para o France Inter.
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.
A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira
Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.
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