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Tortas de frutas de Ação de Graças de Brian Levy – receitas | Ação de Graças

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Brian Levy

Ddurante as férias, Ação de Graças incluídas, muitas pessoas desejam sabores familiares, e não culinária de ponta. As receitas a seguir têm uma peculiaridade – elas obtêm a maior parte da doçura das frutas – mas essa aparente novidade está indiscutivelmente enraizada na tradição. A ideia de ir além do açúcar de cana, do mel e do xarope de ácer para adoçar sobremesas pode parecer moderna, mas, como Michael Pollan explicou no seu livro de 2002, A Botânica do Desejo, a fruta é o que muitas vezes satisfez a vontade de comer doces antes da ampla acessibilidade dos açúcares mais puros. Além de frutas frescas, secas e em purê, os doces abaixo são impregnados com a doçura inesperada da pasta de missô, bourbon, nozes e especiarias.

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Torta de data Derby (foto acima)

Meu parceiro, Ben, é de Kentucky, estado natal do Derby, então tive que acertar essa torta. É uma torta de nozes com uma pitada de bourbon e um pouco de chocolate picado na crosta inferior – dois elementos levemente amargos que contrabalançam a doçura intensa do recheio de tâmaras. O que o torna doce? Tâmaras medjool rechonchudas e pegajosas são a escolha óbvia e uma troca ideal para o recheio tradicional de açúcar mascavo. Eles elevam a torta de uma que é essencialmente recheada com açúcar pegajoso para uma que é recheada com frutas – ainda doce, mas não enjoativa.

Preparação 20 minutos
Cozinhar 1 hora e meia
Serve 8-12

180g de nozes
375g de tâmaras medjool,
sem caroço e picado
70g de manteiga sem sal
3 ovos grandes
¼ colher de chá de sal
1½ colher de sopa de bourbon
½ colher de chá de extrato de baunilha

2 colheres de chá de vinagre de maçã
85g de chocolate sem açúcar, picado

Para a pastelaria
60g de água fria
1 colher de sopa de vinagre de maçã
2 cubos de gelo
160g de farinha simples,
mais extra para tirar o pó
½ colher de chá de sal
114g de manteiga sem sal,
cortado em cubos de 1cm, bem frio

Comece com a massa. Em um copo com bico, misture a água, o vinagre e os cubos de gelo.

Em um processador de alimentos, bata a farinha e o sal para combinar, depois adicione a manteiga e bata até que a mistura fique parecida com areia grossa. Pulse enquanto adiciona lentamente o líquido (mas não o gelo!), até combinar, mas ainda solto (cerca de 20 pulsos rápidos). A massa não deve formar uma massa até que você a comprima com as mãos; esprema um pouco de massa entre os dedos para testar se forma uma massa. Se estiver muito seco, adicione mais água, uma colher de sopa de cada vez.

Coloque a massa em uma tigela grande e forme uma bola com alguns apertos rápidos entre as mãos. Embrulhe bem com pergaminho, faça um disco firmemente e leve à geladeira em um recipiente hermético por pelo menos uma hora (e até 24 horas), até ficar firme e gelado.

Enfarinhe levemente a superfície de trabalho e um rolo e abra a massa até formar um disco de 3 mm de espessura. Pressione isso em uma forma de torta de vidro de 23-25 ​​cm e apare as bordas para deixar uma saliência de 3 cm. Dobre a saliência na parte inferior da borda e pressione levemente para garantir uma borda uniforme ao redor da concha. Cubra com papel alumínio e leve à geladeira por pelo menos uma hora ou durante a noite para esfriar. (Neste ponto, ele pode ser armazenado na geladeira por até um dia ou no freezer por até duas semanas. Apenas certifique-se de mantê-lo em um recipiente hermético.)

Posicione uma gradinha no meio do forno e aqueça a 220C/425F/gás 7 (não use forno ventilado).

Cubra a torta resfriada com uma folha de pergaminho e recheie com feijão seco (ou feijão). Asse até que a crosta fique dourada nas bordas – 15-20 minutos. Retire o feijão e o pergaminho e deixe a torta esfriar. Abaixe o forno para 160C/325F/gás 3 e forre uma assadeira com papel manteiga.

Espalhe um terço das nozes na assadeira e leve ao forno até ficarem perfumadas e torradas – cinco a 10 minutos. Deixe esfriar e deixe o forno ligado.

Em um processador de alimentos, misture as tâmaras, a manteiga e os ovos e bata até ficar homogêneo – dois a três minutos. Adicione o sal, o bourbon, a baunilha e o vinagre e pulse para misturar. Em uma tigela média, use uma espátula flexível para combinar o purê com as nozes torradas.

Polvilhe o chocolate picado uniformemente no fundo da torta. Raspe o recheio da tigela até a crosta e alise a parte superior com uma espátula. Espalhe as nozes cruas restantes em uma camada uniforme sobre o recheio e pressione levemente para firmar. Asse até que as nozes estejam torradas e perfumadas e a crosta fique bem dourada – 40-45 minutos.

Deixe esfriar sobre uma gradinha e sirva quente ou em temperatura ambiente. Guarde bem embrulhado na geladeira por até cinco dias.

Torta de maçã

Isso se duplica em sua fruta homônima, incluindo maçãs secas junto com as habituais fatias frescas em sua crosta amanteigada e escamosa. À medida que assa, as maçãs secas absorvem os sucos das frutas frescas, criando um recheio confiável e desleixado, e a doçura concentrada das maçãs secas significa que não há necessidade de açúcar adicional – além disso, não falta sabor de maçã. Existem dois tipos de maçãs secas: macias e mastigáveis ​​​​e crocantes (esta última é assada ou liofilizada). Qualquer um deles é aceitável – apenas certifique-se de que o que você escolher tenha apenas um ingrediente: maçãs.

Preparação 25 minutos
Frio 1 hora
Cozinhar 1 hora e 35 minutos, mais resfriamento
Serve 8

Para a crosta
120g de água fria
30g (2 colheres de sopa) de vinagre de maçã
2 cubos de gelo
320g de farinha simples,
mais extra para tirar o pó
1 colher de chá de sal
228g de manteiga sem sal bem fria,
corte em cubos de ½ pol. (1,3 cm)

Para o recheio
30g de manteiga sem sal, derretido
25g (5 colheres de chá) de missô branco, ou generosa ¼ colher de chá de sal
2 colheres de chá de suco de limão
2 colheres de chá de extrato de baunilha

900g de maçãs (4 maçãs médias), descascado, sem caroço, cortado em fatias de 3 mm
220g de maçãs secas ou 150g de chips de maçã assada
20g (2 colheres de sopa generosas) de farinha simples
1 colher de chá de canela em pó
¾ colher de chá de gengibre em pó
¼ colher de chá de noz-moscada moída

Em um copo com bico, misture a água, o vinagre e os cubos de gelo.

Em um processador de alimentos, bata a farinha e o sal para combinar, depois adicione a manteiga e bata novamente até que a mistura fique parecida com areia grossa. Pulse enquanto adiciona lentamente o líquido (mas não o gelo!) Até combinar, mas ainda solto (cerca de 20 pulsos rápidos). A massa não deve formar uma massa até que você a comprima com as mãos; esprema um pouco de massa entre os dedos para testar se formará uma massa. Se estiver muito seco, adicione mais água fria, uma colher de sopa de cada vez.

Coloque a massa em uma tigela grande, compacte-a e molde-a em uma bola com alguns apertos rápidos entre as mãos. Embrulhe bem com pergaminho, coloque-o firmemente em um disco e leve à geladeira em um recipiente hermético por pelo menos uma hora (e até 24 horas), até ficar firme e gelado.

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Divida a massa em duas partes iguais. Enfarinhe levemente a superfície de trabalho e o rolo e abra cada pedaço em rodelas de 3 mm de espessura. Deixe esfriar uma rodada (esta será a crosta superior) e pressione a outra em uma forma de torta de vidro com 23-25 ​​cm de profundidade. Apare as bordas para deixar uma saliência de 3 cm, cubra com papel alumínio e leve à geladeira por pelo menos uma hora ou durante a noite. Se quiser congelar a crosta para uso futuro, faça-o agora, em um recipiente hermético. Bem embrulhada, a massa pode ser guardada na geladeira por até um dia ou no freezer por até duas semanas.

Posicione uma gradinha no terço inferior do forno e aqueça o forno a 190C (ventilador 180C)/375F/gás 6.

Em uma tigela grande, bata a manteiga derretida, o missô, o suco de limão e a baunilha. (Se você estiver usando chips de maçã assados ​​e crocantes, adicione 60g de água.) Adicione as maçãs frescas e secas e misture para cobri-las uniformemente. Polvilhe sobre a farinha, a canela, o gengibre e a noz-moscada e misture novamente.

Transfira o recheio para a forma da torta e pressione levemente para formar uma massa de maçãs levemente amontoada. Cubra com a segunda rodada de massa e, em seguida, use uma tesoura para cortar os dois pedaços de massa, de modo que ambos se estendam 2,5 cm além da borda do prato. Dobre/enrole o perímetro da massa de modo que a borda fique fechada e assente na borda do prato. Pressione todas as bordas com um garfo (ou amasse com os dedos) para selar e, em seguida, perfure algumas aberturas na parte superior com uma faca para que o vapor escape.

Asse por uma hora e 20 minutos a uma hora e 40 minutos, até que a crosta esteja dourada e inchada, firme e seca ao toque, e um pouco de suco de fruta talvez tenha borbulhado pelas aberturas de ventilação. Deixe esfriar sobre uma gradinha por pelo menos duas horas antes de servir, de preferência com sorvete de baunilha ou chantilly. Depois de esfriar completamente, embrulhe a torta em papel alumínio e guarde em temperatura ambiente por até um dia ou na geladeira por até três dias.

Torta de maçã Bourbon

Como qualquer torta deveria ser, esta é rústica e simples: massa folhada amanteigada e escamosa coberta com manteiga de maçã bourbon e coberta com fatias de maçã. É ainda mais simples se você pegar o atalho de comprar uma boa massa folhada congelada e manteiga de maçã em pote.

Preparação 15 minutos
Cozinhar 1 hora
Serve 10-12

1 folha de massa folhada (28cm x 40cm x 3mm), de preferência só com manteiga, descongelada, mas fria
150g de manteiga de maçã bourbon (Veja abaixo), ou manteiga de maçã adoçada com frutas comprada em loja
1-2 maçãs vermelhas doces, descascado, sem caroço e cortado em fatias de 3 mm (220g inteiro; 165g descascado e sem caroço)
Geléia de damasco, para envidraçamento

Para a manteiga de maçã bourbon (rende 245g)
200g de molho de maçã sem açúcar
30g de passas douradas
1 colher de sopa de bourbon
¼ colher de chá de canela em pó

Para fazer a manteiga de maçã, bata o molho de maçã, as passas, o bourbon e a canela em um processador de alimentos, até obter uma mistura bem homogênea – cerca de dois minutos.

Posicione uma gradinha no meio do forno e aqueça a 180C (ventilador 160C)/350F/gás 4. Forre uma forma de meia folha de 33 x 45cm com papel manteiga.

Coloque a massa folhada no centro da assadeira preparada. Use um garfo para furar toda a massa e leve ao forno até estufar e dourar – cerca de 25 minutos – depois retire do forno.

Espalhe a manteiga de maçã uniformemente sobre a massa quente e arrume as fatias de maçã por cima. Asse novamente até que a massa esteja dourada e as maçãs tenham algumas manchas marrom-escuras – mais 20-25 minutos.

Transfira a assadeira para uma gradinha e pincele as maçãs com geléia de damasco (aquecida, se necessário) para glacear. Depois de resfriado, guarde bem embrulhado em temperatura ambiente por até um dia. Para reaquecer, aqueça a torta em forno a 190C (ventilador 170C)/375F/gás 5 por cinco a 10 minutos.

  • A torta de laje e a torta de tâmara derby são extratos editados de Bom e Doce por Brian Levy (£ 35,99, Avery). Para apoiar o Guardian e o Observador, encomende o seu exemplar em Guardianbookshop. com. Taxas de entrega podem ser aplicadas

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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