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Três departamentos em vigilância vermelha, o pico ainda esperado em Redon

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Os bombeiros estão se preparando para evacuar os residentes, em Redon (Ille-et-Vilaine), em 29 de janeiro de 2025.

O pico ainda não é alcançado na sexta-feira, 31 de janeiro, em Redon, a cidade de Ille-et-Vilaine inundou por três dias. O rio Vilaine permanece em vigilância vermelha para inundações, tocando o Loire-Atlantique, Morbihan e Ille-et-Vilaine, com novas chuvas esperadas na sexta-feira.

Em Saint-Nicolas-de-Redon, uma comuna limitada de Redon localizada no Departamento Vizer de Loire-Atlantique, a área comercial está sob vários metros de água, observou um jornalista da agência da França-Pressne (AFP) no local. As bombas de combustível, a loja Leclerc e outras marcas estão completamente sobrecarregadas, enquanto os gendarmes de barco monitoram os arredores para evitar itens.

No desagradável, a jusante, “Os níveis permanecerão excepcionalmente altos”adverte os vigicos em seu boletim das 9h55. “Os níveis permanecerão altos no setor de Redon pelo menos nas próximas 24 horas. »»

Na estação Quai Duguay-Trouin, La Vilaine, ainda em vigilância vermelha, estabiliza cerca de 5,08 metros, mas “3 a 5 mm de chuva são esperados no final da tarde no norte do departamento” De Ille-et-Vilaine, que poderia afetar o nível dos rios, relata a prefeitura do Loire-Atlantique.

“Observamos uma estagnação do nível da água desde a noite”disse sobre Franceinfo O prefeito de Redon, Pascal Duchêne. Mas “O nível da água subirá para a priori amanhã” com «E perspectiva» Um declínio no final da semana para Redon, uma cidade particularmente vulnerável, porque cercado por rios, pântanos e um canal. O ministro do Interior, Bruno Retailleau, e o ministro da Transição Ecológica Agnès Pannier-Runacher irão para lá no sábado, anunciaram o cargo de Sr. Retailleau.

Em outros lugares, em Ille-et-Vilaine, os rios começam um declínio lento. “Na bacia de Vilaine e seus afluentes, o declínio é iniciado nos setores mais a montante”sinais Vigicrues. “A situação melhora em particular na mediana feia”que encontrou como o feio a jusante e o choco um nível de leilão laranja. Mas lembra vigicrues, “Transflows significativos ainda estão em andamento”.

SNCF anunciou que isso “Totalmente interrompido entre Rennes e Quimper em ambas as direções do tráfego” TGV treina inoui e Ouigo. “Isso segue as inundações entre Rennes e Redon, a retomada da circulação dependerá fortemente das condições climáticas. »»

350 intervenções

Um morador, nas ruas inundadas, em Redon, em 29 de janeiro de 2025 Um morador, nas ruas inundadas, em Redon, em 29 de janeiro de 2025

Cerca de 422 pessoas foram evacuadas, incluindo 310 em Saint-Nicolas-de-Redon, de acordo com um comunicado de imprensa da prefeitura Loire-Atlantique. “Desde domingo à noite, o SDIS realizou 350 intervenções mobilizando mais de 1.202 bombeiros”ela diz, acrescentando que 16 estradas departamentais permaneceram fechadas. Em Messac, uma comuna de 7.000 habitantes localizados a meio caminho entre Redon e Rennes, a ponte que abrange a vilaine ainda é proibida para o tráfego.

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Em toda a Ille-et-Vilaine, 1.106 pessoas foram evacuadas desde domingo, de acordo com a prefeitura. Nenhuma vítima é identificada, mesmo que o dano material seja substancial. Em Rennes, cruzado pela vilaine e seu afluente, o ille, “O fim do episódio de precipitação e o início do declínio possibilitam que seja possível imaginar uma melhoria progressiva na situação”disse a prefeitura na quinta -feira.

A cidade já está se preparando para uma suíte, organizando operações de limpeza “Quem começou”. As consequências dessas inundações qualificadas como excepcionais pelas autoridades podem ser pesadas para certos setores. Alguns agricultores assim veem “Cereais semeados no outono se afogavam”impactar futuras colheitas, sublinha a União Agrícola FDSEA.

O mundo com AFP

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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