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Tribunal holandês rejeita oferta para interromper as exportações de armas para Israel enquanto a guerra em Gaza continua | Notícias de Gaza
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2 anos atrásem
O tribunal diz que ‘todas as reivindicações foram rejeitadas’ depois que grupos de direitos humanos entraram com uma ação para impedir a venda de armas, citando a convenção do genocídio.
Um tribunal holandês rejeitou uma proposta de 10 ONG pró-Palestina para impedir a Holanda de exportar armas para Israel e de negociar com colonatos israelitas ilegais no território palestiniano ocupado.
O tribunal distrital de Haia sublinhou na sexta-feira que o Estado tem alguma margem de manobra nas suas políticas e os tribunais não devem apressar-se a intervir.
“O tribunal de medidas provisórias considera que não há razão para impor ao Estado uma proibição total da exportação de bens militares e de dupla utilização”, afirmou num comunicado. “Todas as reivindicações são rejeitadas.”
Os demandantes, citando o elevado número de vítimas civis no ataque de Israel à sitiada Faixa de Gaza, argumentaram que o Estado holandês, como signatário da Convenção do Genocídio de 1948, tem o dever de tomar todas as medidas razoáveis à sua disposição para prevenir o genocídio.
“Israel é culpado de genocídio e apartheid” e “está a usar armas holandesas para travar a guerra”, disse Wout Albers, advogado que representa as ONG, durante as audiências.
As ONG citaram uma ordem de Janeiro dada a Israel pelo Tribunal Internacional de Justiça (CIJ) para prevenir actos de genocídio em Gaza. O tribunal superior da ONU disse que era plausível que os palestinos estivessem sendo privados de alguns direitos protegidos pela Convenção do Genocídio.
A coligação disse que irá rever a decisão do tribunal e está a considerar um recurso.
Shawan Jabarin, diretor-geral do Al-Haq, descreveu a decisão como uma “injustiça abominável”.
“A Holanda abandonou as regras mais básicas do direito internacional, para evitar a colonização, a anexação, o apartheid e o genocídio”, disse ele.
A decisão em Haia ocorreu um dia depois de um ataque aéreo israelense atingir um prédio residencial no campo de refugiados de Nuseirat, em Gaza, na quinta-feira, matando pelo menos 40 palestinos e ferindo dezenas de outros, segundo médicos.
No mês passado, o Tribunal Penal Internacional emitiu mandados de prisão para o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, o seu antigo ministro da Defesa, e o chefe militar do Hamas, acusando-os de crimes contra a humanidade relacionados com a guerra de Israel em Gaza.
Os mandados diziam que havia uma razão para acreditar que Netanyahu e o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant tinham usado “a fome como método de guerra” ao restringir severamente a ajuda humanitária e tinham intencionalmente como alvo civis no ataque de Israel a Gaza.
No início desta semana, as Nações Unidas afirmaram que a ajuda humanitária ao norte de Gaza, onde a fome é iminente, foi em grande parte bloqueada nos últimos 66 dias desde que as forças israelitas lançaram uma nova ofensiva terrestre no local, deixando entre 65.000 e 75.000 palestinianos sem acesso a alimentos, água. , electricidade ou cuidados de saúde.
A ofensiva de Israel matou pelo menos 44.805 pessoas em Gaza desde Outubro do ano passado, a maioria delas mulheres e crianças, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza.
No início deste mês, a Amnistia Internacional acusou Israel de “cometer genocídio” contra os palestinianos em Gaza desde o início da guerra no ano passado. Israel rejeitou as acusações.
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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