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Trump ameaça tarifas se a UE não comprar mais petróleo e gás dos EUA | Notícias sobre comércio internacional
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1 ano atrásem
O porta-voz da UE diz que o bloco de 27 nações, que já compra a maior parte das exportações de petróleo e gás dos EUA, está aberto a negociações com o presidente eleito.
Donald Trump ameaçou impor tarifas à União Europeia se o bloco não comprar mais petróleo e gás dos Estados Unidos, no último alerta econômico do presidente eleito dos EUA antes de sua posse no próximo mês.
Numa breve publicação na sua plataforma Truth Social, Trump disse que disse à UE “que devem compensar o seu tremendo défice com os Estados Unidos através da compra em grande escala do nosso petróleo e gás”.
“Caso contrário, são TARIFAS até o fim!!!” ele escreveu.
Trump, que toma posse em 20 de janeiro, já ameaçou impor tarifas elevadas a alguns dos principais parceiros comerciais de Washington, o que poderá causar ondas de choque em toda a economia global.
Ele disse no mês passado que planejava impor tarifas de 25% sobre Canadá e México se os dois países não fizessem mais para conter a migração irregular e o tráfico de drogas através das suas fronteiras com os EUA.
Trump também ameaçou tarifa adicional de 10 por cento na China, o principal rival geopolítico do país.
Respondendo a perguntas sobre a ameaça de Trump na sexta-feira, um porta-voz da UE disse que o bloco de 27 nações estava aberto a negociações, observando que os EUA também desfrutavam de “um comércio substancial de excedentes de serviços em relação à UE”.
“Estamos prontos para discutir com Presidente eleito Trump como podemos fortalecer ainda mais um relacionamento já forte, inclusive discutindo nossos interesses comuns no setor energético”, disse Olof Gill durante uma entrevista coletiva.
A UE já está a comprar a maior parte do Exportações de petróleo e gás dos EUAde acordo com dados do governo dos EUA, e não existem actualmente volumes adicionais disponíveis, a menos que os Estados Unidos aumentem a produção ou os volumes sejam desviados da Ásia, outro grande consumidor de energia dos EUA.
De acordo com dados dos EUA, as importações de bens da UE foram de 553,3 mil milhões de dólares em 2022, enquanto as suas exportações para o bloco totalizaram 350,8 mil milhões de dólares.
Isso coloca o Comércio de mercadorias nos EUA défice com a UE de 202,5 mil milhões de dólares nesse ano.
Reportando de Bruxelas na sexta-feira, Jonah Hull, da Al Jazeera, disse que a ameaça tarifária de Trump cimentou o medo nas capitais europeias “de uma possível guerra comercial” com os EUA.
“O que uma guerra comercial com os EUA poderá fazer às já anémicas economias da UE e, na verdade, às perspectivas políticas dos líderes nessas capitais (europeias)” também são questões importantes, informou Hull.
Os 27 Estados-membros da UE também não têm um “plano de ataque concertado e acordado”, disse ele.
“Eles, por exemplo, concordam em comprar ainda mais petróleo e gás? Eles já disseram que estão dispostos a fazê-lo de qualquer maneira”, disse Hull.
“Ou eles preparam um conjunto de tarifas retaliatórias como fizeram durante o primeira administração Trump? Ou talvez uma combinação dos dois para tentar fortalecer a sua posição nas negociações?”
Este mês, a UE concluiu um enorme acordo comercial com quatro países sul-americanos – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – que visa criar uma área de livre comércio que abrangeria 700 milhões de clientes.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que o acordo construiria pontes comerciais, uma vez que “ventos fortes sopram na direção oposta, em direção ao isolamento e à fragmentação” – comentários vistos em grande parte como um aceno às ameaças de Trump de aumentar as tarifas.
Alguns analistas afirmam que as ameaças tarifárias do presidente eleito dos EUA poderão ser uma alarde ou uma oportunidade para alavancar futuras negociações comerciais quando ele assumir o cargo.
Mas Trump tem insistido continuamente que as tarifas “adequadamente utilizadas” seriam positivas para a economia dos EUA.
“Nosso país neste momento perde para todos”, disse ele aos repórteres esta semana. “As tarifas tornarão nosso país rico.”
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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