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Trump anuncia ‘serviço de receitas externas’ para cobrar tarifas externas | Notícias de Donald Trump

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O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a sua intenção de criar um novo departamento denominado “External Revenue Service”, destinado a cobrar “tarifas, direitos e todas as receitas” de fontes estrangeiras.

Em um publicar em sua plataforma Truth Social, Trump disse que estabeleceria o novo departamento assim que assumir o cargo, em 20 de janeiro.

“Através de acordos comerciais suaves e pateticamente fracos, a economia americana proporcionou crescimento e prosperidade ao mundo, ao mesmo tempo que nos sobrecarregou. É hora de isso mudar”, escreveu Trump na terça-feira.

“Começaremos a cobrar daqueles que ganham dinheiro conosco com o comércio, e eles começarão a pagar, FINALMENTE, sua parte justa.”

Trump comparou o departamento proposto ao Internal Revenue Service, que é o coletor de impostos interno dos EUA.

A criação de uma nova agência requer a aprovação do Congresso, mas Trump goza de forte apoio no Congresso, uma vez que os republicanos detêm maiorias tanto na Câmara dos Representantes como no Senado.

Um plano para aumento de tarifas

Os críticos salientaram que o departamento proposto supervisionaria essencialmente as mesmas funções desempenhadas pelas agências existentes, incluindo o Departamento de Comércio dos EUA e a Alfândega e Protecção de Fronteiras dos EUA, o último dos quais cobra direitos e receitas de outras nações.

Na sua corrida para servir como presidente para um segundo mandato, Trump também se comprometeu a reduzir o tamanho do governo federal, embora desde então tenha proposto várias novas agências e conselhos consultivos.

Por exemplo, Trump já declarou a sua intenção de estabelecer um Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), um grupo não governamental que aconselharia sobre como simplificar a burocracia e reduzir os gastos federais.

Essa proposta também levantou cepticismo quanto à possibilidade de replicar as funções dos órgãos governamentais e conselhos consultivos existentes. Trump tem tocado os empresários Elon Musk e Vivek Ramaswamy para liderar o grupo de eficiência planejada.

Sua nova proposta para estabelecer uma “Receita Externa” segue repetidas promessas impor tarifas rígidas a três dos maiores parceiros comerciais dos EUA: Canadá, México e China.

Pouco depois da sua eleição em Novembro, por exemplo, Trump apelou ao Canadá e ao México para pagarem uma taxa Tarifa de 25 por cento nas suas exportações para os EUA, como forma de forçar os dois países a reprimir o tráfico transfronteiriço de drogas e de migrantes.

Ele também se comprometeu a impor tarifas de 10 por cento sobre as importações globais para os EUA, juntamente com uma tarifa de 60 por cento sobre os produtos chineses – taxas que, segundo os especialistas, aumentariam os custos para o consumidor e provocariam retaliação contra as exportações dos EUA.

Os EUA importam mais do que exportam do México, Canadá e China. No ano passado, o défice comercial situou-se em 67,9 mil milhões de dólares para o Canadá, 152,4 mil milhões de dólares para o México e 279,4 mil milhões de dólares para a China, de acordo com o Gabinete de Análise Económica dos EUA.

‘Marketing inteligente’?

O facto de os EUA terem um défice comercial com muitos dos seus parceiros comerciais tem preocupado Trump desde o seu primeiro mandato e foi citado como parte da sua justificação para iniciar uma guerra comercial com a China em 2018.

“Trump vê as relações com base no facto de os EUA terem um défice comercial ou um excedente comercial com um determinado país”, disse Steve Okun, CEO da empresa de consultoria APAC Advisors, com sede em Singapura. contado Al Jazeera no ano passado. “Se os EUA têm um défice comercial com um país, resolve-se o défice, normalmente através de tarifas.”

Alguns críticos argumentaram que o anúncio de uma nova agência para cobrar tarifas foi mais um exercício de marca do que uma solução política substancial.

“Isso é marketing inteligente”, disse Heather Long, colunista econômica do Washington Post. escreveu na plataforma de mídia social X. “Mas isso não muda o fato de que os consumidores americanos acabarão pagando essas tarifas mais altas.”

Os legisladores democratas também foram rápidos em criticar o plano da “Receita Externa”.

“Nenhuma reformulação tola da marca esconderá o fato de que Trump está planejando um aumento de impostos de vários trilhões de dólares sobre as famílias e pequenas empresas americanas para pagar outra rodada de benefícios fiscais aos ricos”, disse Ron Wyden, o principal democrata no Senado. Comitê de Finanças, disse em um declaração.



Leia Mais: Aljazeera

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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