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Trump: Bessent e Lutnick lideram disputa pelo Tesouro – 12/11/2024 – Mercado

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Alex Rogers

Os investidores de Wall Street Scott Bessent e Howard Lutnick são os principais candidatos ao cargo secretário do Tesouro de Donald Trump, após o bilionário de fundos de hedge John Paulson desistir da disputa.

Paulson afirmou nesta terça-feira (12) que suas “obrigações financeiras complexas o impediriam” de entrar na administração “neste momento”, mas que continuaria aconselhando a equipe econômica de Trump.

“Estou extasiado que o presidente Trump estará de volta ao cargo. Ele começou rapidamente com suas nomeações, e suas políticas terão um impacto imensamente positivo em todos os americanos”, escreveu.

A notícia da retirada deixa Bessent, ex-diretor de investimentos do escritório familiar de George Soros, e o CEO da Cantor Fitzgerald, Lutnick, que também é co-presidente da equipe de transição de Trump, em posição de destaque para competir pelo cargo.

Ambos foram vistos em Palm Beach e Mar-a-Lago, casa e resort de Trump na Flórida, desde que o ex-presidente venceu uma convincente vitória eleitoral na semana passada.

Trump se moveu rapidamente para preencher os cargos fundamentais em sua administração, incluindo a nomeação de um conselheiro de segurança nacional e a indicação de um secretário do interior, mas vários cargos importantes permanecem, incluindo o de secretário do Tesouro, a posição econômica mais significativa do novo governo.

Paulson surgiu como candidato ao Tesouro de Trump no início deste ano, mas disse ao Financial Times em setembro que não era “tão fácil” para ele desfazer suas participações significativas.

Ele havia sido um grande arrecadador de fundos para Trump, incluindo a realização de um evento de arrecadação em sua casa em Palm Beach no início deste ano, que a campanha de Trump disse ter arrecadado mais de US$ 50 milhões.

Bessent, chefe da Key Square Capital Management, apareceu no podcast do ideólogo de direita Steve Bannon, “War Room”, nesta terça e sugeriu cortar os gastos do governo em US$ 1 trilhão na próxima década. O confidente de Trump, Elon Musk, pediu cortes ainda mais profundos no orçamento federal.

“Acho que se conseguirmos US$ 100 bilhões por ano ao longo de 10 anos, isso soma US$ 1 trilhão nessa pontuação maluca do CBO que estabilizará o mercado de títulos e podemos partir daí”, disse Bessent, referindo-se ao Escritório de Orçamento do Congresso. “É uma oportunidade incrível.”

Bessent disse que “a parte realmente insidiosa” da agenda de Biden não era necessariamente os impostos, mas o “fardo regulatório”. Ele pediu “um grande impulso na desregulamentação bancária”, dizendo que “os bancos comunitários precisam ser autorizados a emprestar para suas comunidades”.

Ele também comentou sobre o estado geral da economia, dizendo que pessoas ricas e grandes empresas se saíram bem, enquanto a metade inferior dos assalariados foi “esmagada”.

“Sou um cara de Wall Street que ama a Main Street. A Main Street tem que impulsionar esse boom de Trump”, afirmou Bessent.

Um ex-assessor republicano do Congresso disse que a candidatura de Bessent poderia enfrentar resistência de alguns próximos a Trump devido ao seu trabalho anterior para Soros. O assessor também afirmou que Bessent era mais devotado à desregulamentação pró-negócios do que aos planos do presidente eleito para tarifas abrangentes.

“Minha visão geral é que, no final das contas, ele é um livre-comerciante”, disse Bessent ao FT no mês passado, referindo-se a Trump. “É escalar para desescalar.”

Colaborou James Politi em Washington



Leia Mais: Folha

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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