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Trump concede clemência a todos os acusados ​​do ataque de 6 de janeiro ao Capitólio dos EUA | Notícias de política

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O presidente dos EUA anula esforços de anos para punir os responsáveis ​​por tentarem anular as eleições de 2020.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu clemência a todos os acusados ​​pelo ataque de 6 de janeiro de 2021 ao Capitólio dos EUA, num dos seus primeiros atos oficiais no Salão Oval.

Numa reversão sumária do esforço de anos para punir os responsáveis por tentar anular o resultado das eleições norte-americanas de 2020, Trump perdoou na segunda-feira cerca de 1.500 dos seus apoiantes e comutou as sentenças de outros 14.

“Esta proclamação põe fim a uma grave injustiça nacional que foi perpetrada contra o povo americano nos últimos quatro anos e inicia um processo de reconciliação nacional”, disse Trump numa proclamação publicada no site da Casa Branca.

Os indultos de Trump apagaram a ficha de muitos dos condenados por cometer os crimes mais graves em 6 de janeiro, incluindo Enrique Tarrio, ex-líder dos Proud Boys, de extrema direita, que foi condenado a 22 anos na prisão por conspiração sediciosa.

Os indultos também apagaram os registos criminais de mais de 700 pessoas condenadas por crimes de contravenção, como invasão de propriedade, e suspenderam mais de 400 processos pendentes.

Entre as figuras de maior destaque que tiveram suas sentenças comutadas estava Stewart Rhodes, o líder dos Oath Keepers, de extrema direita, que foi condenado a 18 anos por formação de quadrilha sediciosa, obstrução de processo oficial e adulteração de documentos e procedimentos.

Ao assinar os perdões e comutações, Trump disse que os condenados por crimes já estavam na prisão “há muito tempo”.

“Vejo assassinos neste país pegarem dois anos, um ano e talvez nenhum tempo. Então eles já estão presos há muito tempo. Essas pessoas foram destruídas”, disse ele. “O que eles fizeram com essas pessoas é ultrajante.”

Embora Trump tenha prometido perdoar muitos dos réus de 6 de janeiro durante a sua campanha de reeleição, não estava claro até onde iria para estender a clemência àqueles que participaram no ataque.

Numa entrevista à Fox News na semana passada, o vice-presidente JD Vance disse que apenas aqueles que protestaram “pacificamente” em 6 de janeiro deveriam receber indultos.

“Se você cometeu violência naquele dia, obviamente não deveria ser perdoado”, disse Vance. “E há uma pequena área cinzenta ali.”

O ato de clemência de Trump atraiu rápida condenação dos democratas e de outros críticos do presidente.

“As ações do presidente são um insulto ultrajante ao nosso sistema de justiça e aos heróis que sofreram cicatrizes físicas e traumas emocionais enquanto protegiam o Capitólio, o Congresso e a Constituição”, disse a ex-presidente democrata da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, em um post no X.

“É vergonhoso que o Presidente tenha decidido fazer do abandono e da traição dos agentes da polícia que colocam as suas vidas em risco para impedir uma tentativa de subverter a transferência pacífica de poder”.

Um total de 1.583 pessoas foram acusadas pelos ataques de 6 de janeiro, quando uma multidão de apoiadores de Trump tentou impedir que uma sessão conjunta do Congresso dos EUA certificasse a vitória eleitoral do presidente dos EUA, Joe Biden.

Os manifestantes feriram mais de 140 policiais e infligiram perdas econômicas de cerca de US$ 2,8 milhões, segundo promotores dos EUA.

Mais de 1.200 pessoas foram condenadas por crimes, incluindo cerca de 250 pessoas condenadas por agressão.

Do total, mais de 700 pessoas foram condenadas à prisão.

O próprio Trump enfrentou acusações pelo seu papel no motim de 6 de janeiro, até que o Departamento de Justiça dos EUA rejeitou o caso em novembro, em linha com a sua política de longa data de não processar um presidente em exercício.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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