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Trump convida o líder da China, Xi Jinping, para sua posse presidencial | Inauguração de Donald Trump
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2 anos atrásem
Robert Tait in Washington DC
Donald Trump convidou o presidente linha-dura da China, Xi Jinpingaté à sua tomada de posse no próximo mês, numa audaciosa jogada diplomática que Pequim teria indicado que seria rejeitada.
A abertura do presidente eleito – que a sua equipa disse que também poderia ser alargada a outros líderes – quebrou um precedente histórico, que afirma que não se espera que nenhum chefe de estado estrangeiro participe nas cerimónias de tomada de posse presidencial dos EUA.
Também representou uma declaração descarada da abordagem pouco ortodoxa da política externa que Trump pretende adoptar, dado que China emergiu como o adversário global mais importante da América e que o novo presidente ameaçou impor tarifas de até 60% se o país não agir para impedir a entrada de fentanil e outras drogas nos EUA.
Trump revelou a sua iniciativa numa entrevista após a abertura simbólica da Bolsa de Valores de Nova Iorque na quinta-feira e reconheceu que representava um risco.
“Algumas pessoas disseram: ‘Uau, isso é um pouco arriscado, não é?’” Trump disse. “E eu disse: ‘Talvez seja. Veremos. Veremos o que acontece. Mas gostamos de correr pequenos riscos.”
Conversando com a CNBCacrescentou: “Teremos muitas conversações com a China. Temos um bom relacionamento com a China. Tenho um relacionamento surpreendente.
“Agora, quando a Covid chegou, eu meio que cortei. Isso foi um passo longe demais. Isso foi, como dizem, uma ponte longe demais. Mas temos conversado e discutido com o presidente Xi, algumas coisas e outros líderes mundiais, e acho que nos sairemos muito bem em todos os aspectos.
“Fomos gravemente abusados do ponto de vista económico… Não seremos mais abusados.”
Karoline Leavitt, a nova secretária de imprensa na Casa Branca de Trump, disse à Fox News que o convite era “um exemplo de como o Presidente Trump cria um diálogo aberto com líderes de países que não são apenas nossos aliados, mas também nossos adversários e concorrentes”.
Trump recebeu Xi em sua casa em Mar-a-Lago, na Flórida, durante sua primeira presidência e muitas vezes expressou admiração por sua inteligência e abordagem autocrática, apesar da relação controversa entre os EUA e China.
No entanto, convidar Xi para testemunhar o seu discurso inaugural foi “chocantemente arrogante… do ponto de vista dos valores americanos”, disse Edward Frantz, historiador presidencial da Universidade de Indianápolis, à Associated Press.
Fontes em Pequim disseram que Xi rejeitaria o convite e que o regime comunista da China provavelmente seria representado na cerimónia pelo embaixador do país em Washington, CBS. relatado.
A participação colocaria potencialmente Xi numa posição subserviente a Trump, sendo forçado a ouvir passivamente o novo líder dos EUA dizer o que quisesse, sob o brilho dos holofotes da mídia global, sem ter a capacidade de responder, disseram analistas.
após a promoção do boletim informativo
Também faria dele uma testemunha de uma transferência pacífica de poder num ambiente democrático ausente no sistema de governo de partido único da China.
“A China estaria preocupada com o risco de potenciais ações hostis por parte da administração Trump após a visita de Xi, o que colocaria em risco a autoridade e a credibilidade de Xi”, disse Yun Sun, diretor do programa da China no Stimson Center. disse ao Wall Street Journal.
No entanto, mesmo um convite rejeitado coloca potencialmente Trump na linha da frente, acreditam alguns analistas, com a iniciativa provavelmente a servir como um indicador da sua futura política externa.
“Este é um lembrete do gosto de Trump pela política externa através de grandes gestos e da sua vontade de atropelar os códigos diplomáticos com a sua abordagem imprevisível”, disse a CNN. observado.
“O convite de Xi também mostra que Trump acredita que a força da sua personalidade por si só pode ser um factor decisivo na construção de avanços diplomáticos.”
Não houve confirmação imediata de quais outros líderes estrangeiros poderão ser convidados, embora haja especulações de que um convite poderia ser estendido a Viktor Orbán, o primeiro-ministro de extrema-direita da Hungria, que Trump elogiou repetidamente durante a campanha e que tem visitou-o em Mar-a-Lago. Também houve especulações em torno da possível presença de Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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