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Trump dá poder ao gelo para deportar imigrantes que vieram legalmente sob Biden | Administração Trump
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Joseph Gedeon in Washington and agency
O governo Trump está emitindo uma nova rodada de medidas pesadas que poderiam deportar rapidamente imigrantes que entraram nos Estados Unidos através de caminhos legais recentemente estabelecidos, de acordo com um memorando interno do Departamento de Segurança Interna obtida The New York Times.
A diretiva, assinada pelo secretário de Segurança Interna, Benjamine Huffman, concede autoridades sem precedentes de imigração e aplicação da alfândega (ICE) para acelerar deportações para imigrantes que entraram no país com autorização do governo por meio de dois principais programas da era Biden.
Esses programas, que permitiram que mais de um milhão de imigrantes entrassem no país desde 2023, haviam fornecido agendamento para migrantes ou requerentes de asilo por meio de o aplicativo administrado pelo governo CBP One ou status legal temporário por até dois anos através de um programa de liberdade condicional para determinados países.
O memorando recém -relatado instrui os funcionários do ICE a identificar e potencialmente deportar os imigrantes que estão no país há mais de um ano e ainda não se candidataram ao asilo, de fato, evitando o tradicional imigração procedimentos judiciais.
Sem perda de tempo, o secretário de imprensa de Trump, Karoline Leavitt, Postado em x Na sexta-feira: “Os vôos de deportação começaram”, acompanhados de fotos oficiais de pessoas embarcando em uma aeronave de estilo militar.
Apesar de tais vôos serem rotineiros sob sucessivos administrações, a Casa Branca está promovendo fortemente essas imagens e também implantou tropas para a fronteira na quinta -feira, incluindo os fuzileiros navais dos EUA chegando Em Boeing Aspory Aircraft, na Califórnia.
Os desenvolvimentos vêm como as chamadas cidades do santuário Como ChicagoNewark e Denver estão enfrentando impactos diretos da postura de imigração da linha dura do governo. Em Newark, o prefeito Ras Baraka condenou um local em pequena escala Raid de gelo Na quinta -feira, ele alegou que resultou na detenção de residentes e cidadãos sem documentos – incluindo um veterano militar dos EUA.
E prefeito de Denver, Mike Johnston, disse à CNN A cidade cooperaria com o ICE para deportar “criminosos violentos”, mas recuou contra prisões nas escolas e igrejas.
Um porta -voz do DHS defendeu as novas políticasescrevendo em comunicado que “os criminosos não poderão mais se esconder nas escolas e igrejas da América para evitar a prisão” e que o governo “confia na aplicação da lei para usar o bom senso”.
A União Americana das Liberdades Civis (ACLU) já desafiou a política No tribunal federal, com o advogado sênior da equipe Anand Balakrishnan caracterizando a abordagem como uma “agenda de deportação em massa” que contorna o devido processo constitucional.
Stephen Miller, um arquiteto -chave das políticas de imigração de Trump, tem sido vocal em sua oposição aos programas de imigração do último governo, anteriormente criticando a admissão de imigrantes do que ele chamou de “estados fracassados”.
Milhares que haviam recebido ou estavam esperando por compromissos do CBP One deixado devastado Esta semana após o aplicativo ter sido abruptamente fechado momentos depois que Trump foi empossado, enquanto aqueles já no país Usando o aplicativo e que estava se preparando para solicitar asilo agora pode estar na linha de fogo.
Mais tarde na sexta -feira, o Administração Trump Seguiu-se, anunciando que estava expandindo uma autoridade de deportação rápida em todo o país, permitindo que os oficiais de imigração deportem pessoas sem comparecer a um juiz.
Após a promoção do boletim informativo
O governo disse que estava expandindo o uso da autoridade de “remoção acelerada” para que possa ser usada em todo o país, em um aviso no registro federal, descrevendo as novas regras.
A “remoção expedida” oferece às agências de execução ampla autoridade para deportar pessoas sem exigir que elas apareçam perante um juiz de imigração. Existem exceções limitadas, incluindo se eles expressarem medo de voltar para casa e passarem em uma entrevista inicial de triagem para asilo.
Os críticos disseram que há muito risco de que as pessoas que tenham o direito de estar no país sejam erradas por agentes e policiais e que não sejam feitos suficientes para proteger os imigrantes que têm um motivo genuíno para temer ser enviado para casa.
Os poderes foram criados sob uma lei de 1996. Mas esses poderes não foram amplamente utilizados até 2004, quando a Homeland Security disse que usaria a autoridade de remoção acelerada para pessoas presas dentro de duas semanas após a entrada nos EUA por terra e apanhada a 160 quilômetros da fronteira. Isso significava que era usado principalmente contra imigrantes chegou recentemente ao país.
No aviso, na sexta -feira, o governo disse que a autoridade poderia ser usada em todo o país e entraria em vigor imediatamente.
O aviso dizia que a pessoa colocada em remoção acelerada “leva o ônus afirmativo de mostrar para a satisfação de um oficial de imigração” de que eles têm o direito de estar nos EUA.
A Associated Press contribuiu com os relatórios
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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