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Trump diz que republicana opositora deveria ter armas apontadas contra ela – 01/11/2024 – Mundo

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Victor Lacombe

A quatro dias das eleições dos Estados Unidos, o ex-presidente Donald Trump disse em uma entrevista nesta quinta-feira (31) que a ex-deputada Liz Cheney, que foi sua opositora no Partido Republicano, deveria ser enviada a uma zona de combate com armas apontadas para a cara dela.

“Ela é radicalmente pró-guerra. Vamos colocá-la com um fuzil na mão com nove armas atirando contra ela. Vamos ver se ela gosta quando as armas estão apontadas para a cara dela”, disse Trump em uma conversa com o jornalista conservador Tucker Carlson. Alguns veículos de imprensa dos EUA afirmaram que a menção a nove armas seria uma referência a um pelotão de fuzilamento.

Cheney é filha do ex-vice-presidente Dick Cheney e meuma das principais adversárias de Trump no Partido Republicano desde 2020. Ela foi a única deputada da agremiação a votar a favor do impeachment do então presidente após o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

Além disso, ela presidiu o comitê que investigou a invasão na Câmara dos Deputados, aprovando um relatório final que apontava Trump como responsável pelo ocorrido e pedindo seu indiciamento. Ela não se reelegeu deputada nas eleições de 2022 e foi expulsa de posições de liderança do partido.

Trump criticou Cheney e outros políticos que apoiam o envolvimento americano em conflitos no exterior. “Eles são todos pró-guerra quando estão sentados em prédios bonitos em Washington, dizendo ‘bem, vamos mandar 10 mil soldados diretamente contra o inimigo'”.

A ex-deputada está fazendo campanha para Kamala Harris na eleição com uma mensagem voltada a mulheres republicanas preocupadas com as posições antiaborto de Trump. Cheney vem dizendo que “ninguém precisa saber” do voto, incentivando mulheres a não se deixarem influenciar por seus maridos pró-Trump.

“É assim que ditadores destroem países livres”, disse a ex-deputada em uma rede social. “Eles ameaçam seus opositores com a morte. Não podemos confiar nosso país a um homem mesquinho, vingativo, cruel e instável que quer ser um tirano.”

Em uma conversa rápida com a imprensa nessa sexta, Kamala criticou a fala de Trump, dizendo que ela o desqualifica de ser presidente dos EUA. “Qualquer um que queira ser presidente e use retórica violenta como essa não está apto ao cargo.”

Mais tarde, Trump rejeitou as críticas em uma publicação na Truth Social, sua rede social. “Tudo o que eu disse é que Liz Cheney é uma política pró-guerra burra que não teria coragem de entrar em combate ela mesma.”

Quando ainda eram aliados, Cheney pressionou Trump a manter as Forças Armadas americanas envolvidas na Síria e foi favorável a permitir que a CIA voltasse a usar “técnicas aprimoradas de interrogamento”, um eufemismo para a tortura praticada pelos EUA nas guerras que lutou no Oriente Médio.

A ex-deputada é a principal cotada para um cargo de primeiro escalão em um eventual governo Kamala, uma vez que a vice-presidente já prometeu incluir um republicano em seu gabinete ministerial em uma tentativa de conquistar eleitores centristas.



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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