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Trump elogia destituição de al-Assad da Síria como ‘aquisição hostil’ por Turkiye | Notícias de Donald Trump
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2 anos atrásem
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu o derrubando do líder sírio Bashar al-Assad como uma “tomada hostil” por parte de Turkiye, que se alinhou com vários dos grupos de oposição que lideraram a ofensiva relâmpago em Damasco.
Trump fez as observações – num aparente elogio a Ancara – durante uma ampla conferência de imprensa na segunda-feira na sua propriedade em Mar-a-Lago, na Florida. Seus comentários ofereceram uma visão de sua política externa e interna semanas antes de ele retornar à Casa Branca em 20 de janeiro.
“Acho que a Turquia é muito inteligente… A Turquia fez uma aquisição hostil sem que muitas vidas fossem perdidas. Posso dizer que Assad era um açougueiro, o que ele fez com as crianças”, disse Trump, referindo-se à destituição do antigo líder sírio em 8 de dezembro.
A saída forçada de Al-Assad seguiu-se a uma ofensiva surpresa em todo o país por grupos rebeldes, liderados por Hayat Tahrir al-Sham (HTS). O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, há muito que se opõe ao governo de al-Assad e apoia o grupo de oposição Exército Nacional Sírio (SNA), baseado no noroeste da Síria.
Trump já havia opinado sobre o conflito, dizendo que “não é a nossa luta”.
Durante o seu primeiro mandato, ele tentou retirar cerca de 900 soldados dos EUA baseados na Síria em funções consultivas das Forças Democráticas Sírias (SDF), um grupo de oposição apoiado pelos EUA, mas renegou devido à pressão de aliados preocupados com o ressurgimento do ISIL ( Estado Islâmico).
Trump hesitou na segunda-feira quando questionado se retiraria as forças dos EUA.
Ele disse que “ninguém sabe” o que o futuro reserva para a Síria, que está em guerra desde 2011.
No entanto, ele acrescentou que acredita que “a Turquia terá a chave” da nação.
Ancara apoiou amplamente a ofensiva da oposição, mas a extensão total do seu apoio a grupos como o HTS permanece obscura. O SNA continuou a combater as FDS, predominantemente curdas, desde a queda de al-Assad.
Trump em Gaza
Continuando no Médio Oriente, Trump também disse que “teve uma conversa muito boa” com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, dizendo que discutiram os esforços para negociar a libertação dos cativos detidos em Gaza antes de ele assumir o cargo.
Essas negociações estão paralisadas há muito tempo, com os críticos acusando Netanyahu de bloquear o progresso sob a atual administração do presidente dos EUA, Joe Biden.
“Eu avisei que se esses reféns não estiverem em casa até essa data, o inferno vai explodir”, disse Trump, repetindo um ameaça anterior ele fez nas redes sociais sobre a libertação dos prisioneiros israelenses em Gaza em troca de um cessar-fogo.
“Foi uma chamada de recapitulação mais do que qualquer outra coisa”, acrescentou Trump sobre sua conversa com Netanyahu.
Ele não disse quando conversou com o primeiro-ministro, mas o gabinete de Netanyahu disse que os dois homens conversaram no sábado.
Rússia-Ucrânia
Sobre A invasão da Ucrânia pela RússiaTrump desviou-se quando questionado sobre conversas que pode ter tido com o presidente russo, Vladimir Putin, desde que venceu as eleições em novembro.
Mais tarde, ele disse que planejava conversar com Putin e com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy. Trump prometeu repetidamente pôr um fim rápido à guerra, mas as declarações dos seus aliados suscitaram preocupações de que ele pressionaria a Ucrânia a ceder território à Rússia.
“Estaremos conversando com o presidente Putin e conversaremos com os representantes, Zelenskyy e representantes da Ucrânia. Temos que parar com isso. É uma carnificina”, disse Trump.
“São apenas escombros”, disse Trump sobre as cidades destruídas pelos combates. “Assim como quando derrubo um prédio em Manhattan, o que na verdade é pior, porque fazemos isso passo a passo.”
No TikTok
Trump também opinou sobre uma proibição federal iminente da indústria com sede na China Plataforma de mídia social TikTok. O Congresso dos EUA aprovou uma lei em 2023 que determinava que a popular plataforma de mídia social deveria cortar os laços com sua controladora sediada na China ou seria banida dos EUA até meados de janeiro.
Sem entrar em detalhes, Trump atribuiu à plataforma – popular entre os jovens e os americanos menos engajados politicamente – o fato de tê-lo ajudado a vencer as eleições. Ele disse que revisaria a proibição pendente.
“Vamos dar uma olhada no TikTok”, disse ele. “Sabe, tenho um carinho em meu coração pelo TikTok.”
Avistamentos de drones
Na frente interna, Trump opinou sobre uma série de relatos de avistamentos de drones no leste dos EUA.
Autoridades federais disseram que a maioria dos avistamentos seriam de aeronaves tripuladas voando em rotas regulares e que não parecia haver uma ameaça à segurança nacional.
Trump pediu mais transparência.
“O governo sabe o que está acontecendo”, disse Trump. “Por alguma razão, eles não querem comentar. E acho que seria melhor dizerem o que nossos militares sabem e nosso presidente sabe.”
Ele acrescentou: “Não consigo imaginar que seja o inimigo”, sem dar mais detalhes.
Escolha controversa de saúde
Trump também reservou algum tempo para defender sua escolha para secretário de saúde, o proeminente cético em relação às vacinas Robert F. Kennedy Jr.
O descendente político se reunirá com legisladores esta semana para reforçar o apoio à sua nomeação, que deve ser aprovada pelo Senado.
No fim de semana, o líder republicano do Senado, Mitch McConnell, que teve poliomielite quando criança, falou em defesa da vacina contra a poliomielite depois que um relatório recente revelou que um dos conselheiros de Kennedy apresentou um pedido petição para revogar a aprovação da vacina contra a poliomielite em 2022.
Trump disse que continua “acreditando fortemente” na vacina contra a poliomielite e que preservaria o acesso a ela.
“Você não vai perder a vacina contra a poliomielite”, disse ele. “Isso não vai acontecer.”
“Ele será muito menos radical do que você imagina”, disse Trump sobre Kennedy.
“Acho que ele tem uma mente muito aberta, ou não o teria colocado lá.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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