ACRE
Trump envia sinais contraditórios sobre o destino do Departamento de Educação | Donald Trump News
PUBLICADO
2 anos atrásem
Presidente dos Estados Unidos Donald Trump sinalizou que pretende avançar com planos de desmontar o Departamento de Educação, apesar dos sinais mistos de seu governo.
“Bem, eu quero apenas fazer isso. Quero dizer, estamos iniciando o processo ”, disse Trump em uma cerimônia de assinatura no Salão Oval na quinta -feira.
Esperava -se que uma diretiva para encerrar o Departamento de Educação estivesse entre as ordens que Trump assinou na quinta -feira.
Mas nas horas que antecederam a aparição pública de Trump no Salão Oval, o secretário de imprensa da Casa Branca Karoline Leavitt denunciado Relatórios de um anúncio como “mais notícias falsas”.
Ainda assim, Trump não escondeu sua intenção de fechar o Departamento de Educação, um ponto que ele revisitou na quinta -feira. Os repórteres haviam perguntado se ele tinha algum “enteado” que levaria a um atraso, algo que o presidente refutou.
“Estamos tentando levar as escolas de volta aos Estados Unidos. Deixe os estados administrarem as escolas ”, disse Trump, deturpando as funções do departamento.
O Departamento de Educação é encarregado de distribuir ajuda financeira federal, realizar pesquisas educacionais e garantir a conformidade escolar com políticas antidiscriminatórias e acessibilidade.
Ele não define currículos escolares, uma decisão deixada para as autoridades estaduais e locais.
Ainda assim, Trump dobrou a idéia de que o departamento era uma barreira ao controle dos estados sobre suas escolas.
“Se eles dirigirem sua própria educação, vão se sair muito melhor do que alguém sentado em Washington, DC, que não se importariam menos com os alunos no Centro -Oeste”, disse ele.
Quando perguntado sobre o que aconteceria com a distribuição do departamento de empréstimos e subsídios de estudantes federais, Trump propôs a atribuição dessa responsabilidade a outras agências.
“Isso seria trazido para o Tesouro ou a Administração de Pequenas Empresas ou o Comércio”, disse Trump, nomeando outros departamentos.
“E na verdade tivemos essa discussão hoje. Eu não acho que a educação deva estar lidando com os empréstimos. Esse não é o negócio deles. Eu acho que será trazido para pequenos negócios, talvez. ”
Rumores de uma ordem executiva
Trump esteve em uma campanha para reduzir o tamanho do governo federal, movendo -se para fechar agências inteiras e Demitir milhares de trabalhadores.
“Estamos reduzindo isso”, disse Trump sobre o tamanho do governo na quinta -feira. “Você não pode ter esse tipo de gordura. É inchaço como ninguém nunca viu antes. ”
O líder republicano já estripou as agências como a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), fechando sua sede e reduzindo sua equipe a uma equipe de esqueletos de funcionários essenciais.
Mas nenhum presidente da história recente tentou fechar um departamento federal, algo que exigiria a aprovação do Congresso.
Os meios de comunicação, incluindo o Washington Post e o Wall Street Journal, obtiveram rascunhos de uma ordem executiva que ofereceu informações sobre como Trump abordaria tal feito.
Os rascunhos chamaram a secretária de Educação Linda McMahon, nomeada por Trump, a tomar “todas as medidas necessárias” para encerrar o departamento para “a extensão máxima apropriada e permitida por lei”.
Trump já havia enfrentado críticas por ultrapassar os limites de seu autoridade executivainclusive retendo fundos exigidos no Congresso e prejudicando outras entidades que o Congresso estabeleceu, como a USAID.
Os democratas imediatamente atacaram a notícia de que a morte do departamento era iminente.
Em uma entrevista coletiva na quinta-feira, o líder da minoria do Senado, Chuck Schumer, argumentou que o fechamento do departamento prejudicaria irreparavelmente o acesso à educação, principalmente para americanos e estudantes de baixa renda com deficiência.
“O raio de explosão dessa ordem prejudicará quase todas as crianças, todos os professores, toda família e toda comunidade”, disse Schumer.
“Levar uma serra elétrica ao Departamento de Educação e prejudicar sua missão de educar nossa próxima geração seria horrível para nossas escolas, nossas famílias, o secretário de crianças que McMahon deve servir”.
Quais são as críticas?
Como em muitas das agências que Trump procurou desmantelar, o Departamento de Educação tem sido alvo de ira conservadora.
Em sua campanha por um segundo mandato no ano passado, Trump ecoou as críticas de direita de que o sistema educacional havia se tornado “acordado” demais-influenciado demais pelas prioridades da justiça social.
Na plataforma do Partido Republicano de 2024, por exemplo, Trump e seus aliados disseram que “garantiriam ambientes de aprendizado seguro livres de intromissão política”.
Parte de sua estratégia tem sido encerrar o Departamento de Educação, que aplica políticas como o Título IX, que barra discriminação com base no sexo.
Também garante a conformidade escolar com as leis federais que garantem acesso igual à educação para estudantes com deficiência.
Além disso, o departamento desempenha um papel financeiro no sistema educacional do país, fornecendo aproximadamente 8 % dos fundos para escolas públicas do ensino fundamental e médio.
Ele também distribui subsídios e fundos de pesquisa federal para cobrir a assistência financeira dos alunos em faculdades e universidades. No geral, o Departamento de Educação exerce aproximadamente US $ 102 bilhões, representando 0,9 % do orçamento federal geral para 2025.
Mas Trump descreveu uma visão em que as responsabilidades do Departamento de Educação são transferidas para estados individuais.
“Queremos mudar a educação de volta aos Estados Unidos, onde pertence”, Trump disse Na primeira reunião do gabinete de seu segundo mandato em 26 de fevereiro. “Iowa deveria ter educação. Indiana deve administrar sua própria educação. ”
Mas políticos como o senador Bernie Sanders, de Vermont, alertaram que a redistribuição das tarefas do departamento simplesmente aumentaria a carga tributária sobre os estados individuais – particularmente os rurais com menos recursos para se basear.
“Precisamos tornar o Departamento de Educação mais eficiente? Eu acredito que sim. Precisamos destruí-lo e causar estragos nas famílias da classe trabalhadora em todo o país? Absolutamente não ”, disse Sanders em entrevista coletiva na quinta -feira.
A ABC News informou que o governo Trump retirou sua ordem executiva planejada na quinta -feira sobre perguntas sobre a potencial reação pública.
A legalidade da ordem de Trump
O Departamento de Educação tem raízes que remontam ao século XIX, sob o presidente Andrew Jackson – um dos ídolos presidenciais de Trump.
Mas a entidade moderna começou a tomar forma no século XX, quando o governo federal começou a assumir um papel mais assertivo na educação pública, em parte devido a questões de direitos civis.
Em 1979, o então presidente Jimmy Carter estabeleceu o Departamento de Educação, como é conhecido hoje, a fim de unir vários programas federais sob o mesmo guarda-chuva. Seu líder é um post no nível do gabinete desde então.
Mas, por tanto tempo, houve uma reação conservadora em relação ao departamento, como um obstáculo potencial aos direitos dos estados.
Além de pressionar o fechamento do departamento, Trump também procurou remodelar a educação dos EUA de outras maneiras.
Ele e o secretário McMahon são apoiadores vocais de políticas de “escolha da escola” que permitiriam que os pais usassem os fundos dos contribuintes – normalmente destinados à educação pública – pagassem por escolas particulares.
Trump também disse que seu governo está trabalhando para reverter o que ele acredita serem idéias ideologicamente orientadas sobre a igualdade racial e de gênero na educação.
Mas o próprio Trump não tem vergonha de condicionar o apoio federal à adesão a suas prioridades políticas.
Na terça -feira, por exemplo, Trump escreveu nas mídias sociais que as universidades devem reprimir os alunos que participam de “protestos ilegais” ou enfrentar consequênciasincluindo uma parada no financiamento federal.
Suas palavras foram amplamente entendidas como se referirem a manifestações pró-palestinas, mas eram ambíguas o suficiente para incluir outros protestos também.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
Relacionado
ACRE
Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
Relacionado
ACRE
Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login