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Trump escolhe Robert F Kennedy Jr para Saúde e Serviços Humanos | Notícias

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Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump escolheu o polêmico político e cético em relação às vacinas Robert F. Kennedy Jr para ser secretário de Saúde e Serviços Humanos, cargo pelo qual ele fez lobby quando suspendeu sua própria campanha eleitoral e apoiou a do candidato republicano.

“Estou emocionado em anunciar Robert F. Kennedy Jr como Secretário de Saúde e Serviços Humanos (HHS) dos Estados Unidos”, escreveu Trump na quinta-feira em sua plataforma de mídia social, Truth Social.

“Durante demasiado tempo, os americanos foram esmagados pelo complexo industrial alimentar e pelas empresas farmacêuticas que se envolveram em engano, desinformação e desinformação quando se trata de saúde pública.”

Alto perfil e controverso

Kennedy é uma nomeação controversa, mas não surpreendente. Ele concorreu à presidência, primeiro como democrata e depois como independente, antes de desistir em agosto e apoiar Trump em troca de um papel numa futura administração.

“Ele vai ajudar a tornar a América saudável novamente”, disse Trump no seu discurso de vitória em 6 de novembro. “Ele quer fazer algumas coisas e vamos deixá-lo fazê-lo”.

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos é responsável por quase tudo relacionado à saúde em nível federal nos EUA.

Ele supervisiona o Administração de Alimentos e Medicamentos, os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças, os Institutos Nacionais de Saúde e os enormes programas de serviços Medicare e Medicaid, que proporcionam cobertura de saúde para pessoas com rendimentos limitados, pessoas com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência.

Kennedy fez parte da equipe de transição e revisou os currículos dos candidatos para vagas no departamento.

A seleção de Kennedy é apenas uma de uma enxurrada de escolhas que Trump fez nos últimos dias para servir em seu gabinete – se conseguir que sejam confirmados pelo Senado.

O senador da Flórida, Marco Rubio, foi escalado para secretário de Estado, uma escolha que recebeu ampla aprovação.

Mais controversa foi a escolha do franco congressista Matt Gaetz como procurador-geral, do apresentador da Fox News Pete Hegseth como secretário de defesa e da ex-congressista democrata Tulsi Gabbard como diretora de inteligência nacional.

Alegações médicas falsas

Kennedy também trará algumas complicações próprias.

Ele foi criticado por fazer alegações médicas falsas, incluindo que as vacinas estão ligadas ao autismo. Ele se opôs às restrições estaduais e federais impostas durante a pandemia de COVID-19 e foi acusado de espalhar desinformação sobre o vírus.

Ele também disse que recomendaria a remoção do flúor da água potável. A adição do material tem sido citada como levando à melhoria da saúde bucal.

Família histórica

Kennedy vem de uma família de importantes políticos democratas. Seu tio era o ex-presidente John F. Kennedy, assassinado em Dallas, Texas, em 1963. Seu pai, Robert F. Kennedy, ex-procurador-geral e senador dos Estados Unidos, também foi morto a tiros cinco anos depois, quando estava concorrendo à presidência. a Casa Branca.

Kennedy tornou-se um advogado ambiental de destaque como fundador da Waterkeeper Alliance, originalmente formada para limpar o rio Hudson, em Nova York. O grupo cresceu e se tornou a maior organização sem fins lucrativos focada em água potável, expandindo-se para 48 países.

Kennedy sofre de um problema de fala chamado disfonia espasmódica, que causa espasmos nos músculos da laringe.

As suas prioridades centram-se agora na saúde humana, abordando o que ele chama de “epidemia de doenças crónicas”, incluindo obesidade, diabetes e autismo, e reduzindo os produtos químicos nos alimentos.

Kennedy sugeriu que destruiria a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), de 18 mil funcionários – que garante a segurança dos alimentos, medicamentos e dispositivos médicos – e substituiria centenas de funcionários dos Institutos Nacionais de Saúde.

Ele acusou a FDA de travar uma guerra contra opções de produtos que, segundo ele, poderiam ajudar a saúde humana, como leite cru, certas vitaminas e terapia com células-tronco. Ele também duvida da eficácia das vacinas contra o sarampo.

Durante a pandemia de COVID-19, Kennedy afirmou que o vírus foi projetado para atacar caucasianos e negros, poupando os chineses e os judeus Ashkenazi.

Ele também falou sobre sofrer efeitos na saúde devido a um verme que entrou em seu cérebro, comeu parte dele e morreu.

Suas opiniões controversas levaram seu própria família para rejeitá-lo. “Bobby pode ter o mesmo nome do nosso pai, mas não partilha os mesmos valores, visão ou julgamento”, disseram os seus irmãos num comunicado publicado no X. “Denunciamos a sua candidatura e acreditamos que é perigosa para o nosso país. ”

Tomadas em conjunto, essas opiniões também poderiam levantar questões sobre a sua capacidade de ser confirmado mesmo num Senado controlado por republicanos.

No entanto, tornou-se bom amigo de Trump, que essencialmente parece estar a dar liberdade a Kennedy para mudar as agências de saúde dos EUA.

“O Sr. Kennedy restaurará essas agências às tradições do Padrão Ouro de Pesquisa Científica e aos faróis da Transparência, para acabar com a epidemia de doenças crônicas e para tornar a América grande e saudável novamente!” Trump disse em sua declaração.

O primeiro desafio de Kennedy pode, na verdade, ser os hábitos alimentares do seu novo chefe, que é famoso por gostar de fast food.

Ele disse recentemente em entrevista ao Joe polonês mostram que a dieta de Trump era muito ruim e que a comida no avião de campanha era “praticamente venenosa”.



Leia Mais: Aljazeera

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.

As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.

Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva. 

Foto: Beatriz Guedes


A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.

A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares. 

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Demanda da comunidade

A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.

A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.

“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.

Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets. 

Foto: Beatriz Guedes


A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.

Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.

Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.

“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.

Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.

Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.

“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.

Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Foto: Beatriz Guedes

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.

A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações. 

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.
Foto: Beatriz Guedes

Troca de experiências

Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.

“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.

A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.

Tecendo Teias de Aprendizagem

A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.

Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.

Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.

“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.
Foto: Beatriz Guedes

Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura. 

Foto: Aleta Dreves



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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