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Trump especifica os contornos de uma “reserva estratégica” americana e faz as lições explorar

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Trump especifica os contornos de uma "reserva estratégica" americana e faz as lições explorar

O presidente Donald Trump apresenta um decreto assinado em criptomoedas, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, em 23 de janeiro de 2025.

Em sua conta social social, Donald Trump prometeu no domingo 2 de março que os Estados Unidos avançaram na criação de um “Reserva estratégica” Americano em criptomoedas. Uma ideia já mencionada em várias ocasiões desde o seu Recorrência eleitoral a favor desses ativos em 2024mas pelo qual o presidente deu os primeiros detalhes concretos.

Segundo Donald Trump, esta reserva americana consistirá em “Criptomoedas de alto valor”. Entre eles: XRP, solo e ADA, mencionados em uma primeira mensagem. Donald Trump então concluiu para dizer que “Obviamente” o Bitcoin e oEthereumas criptomoedas mais famosas e listadas também farão parte dessa ação – cuja estrutura, valor e gerenciamento do governo dos EUA não foram especificadas.

As duas mensagens publicadas por Donald Trump no domingo, 2 de março, em sua conta social, anunciando que ele queria avançar na constituição de uma reserva nacional americana de criptomoedas. As duas mensagens publicadas por Donald Trump no domingo, 2 de março, em sua conta social, anunciando que ele queria avançar na constituição de uma reserva nacional americana de criptomoedas.

Isso não impediu o valor dessas criptomoedas de subir temporariamente em 2 de março. Se, após a falta de ar das últimas semanas, o Bitcoin e o Ethereum retomaram entre 10 e 15 %, estava acima de tudo o XRP, o solo e a ADA que viram seu curso aumentarem até 60 % nas principais plataformas de troca, antes de reconstruir ligeiramente na segunda -feira, 3 de março.

Essas três criptomoedas estão entre os projetos de criptomoeda americana mais valorizados. O XRP é o token de uma blockchain lançada em 2013 pela Ripple Company, localizada em São Francisco, que desenvolve soluções de câmbio bancário. O terreno é o da blockchain de Solana, na qual repousa essencialmente um ecossistema muito especulativo de memórias (criptomoedas sentadas em um meme) – e no qual Donald e Melania Trump lançaram suas próprias criptomoedas em janeiro. Enquanto Charles Hoskinson, o fundador do Blockchain Cardano, no qual o ADAS Exchange, afirma regularmente trabalhando para refinar a estrutura regulatória americana em conexão direta com o governo Trump, da qual ele é uma fervorosa apoiar.

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Um primeiro “criptocommet”

Esses sinais de atenção presidencial vêm quando o setor passou por um início de derrota e forte correção. Nas últimas semanas, a política externa americana, marcada por Guerras comerciais et Tensões geopolíticas Aumentando, alimenta um clima de ansiedade que reduziu as criptografia. O Bitcoin retornou, por exemplo, menos de 80.000 euros em 28 de fevereiro, um primeiro desde novembro. Os especuladores também foram escaldados por várias falhas retumbantes, como O lançamento catastrófico da criptomoeda de Javier Milei na Argentina, ou O vôo de US $ 1,5 bilhão na plataforma de bybit.

Problemas que parecem não afetar a Casa Branca: em 28 de fevereiro, aprendemos que a presidência americana organizaria sua primeira “Crypto Summit” em Washington. Programado em 7 de março, a nomeação deve reunir líderes e investidores empresariais no setor, antes de quem Donald Trump deve fazer um discurso, de acordo com o comunicado emitido em x por David Sacks, consultor especial do presidente em IA e criptomoedas.

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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