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Trump fez na TV ao vivo o que outros presidentes dos EUA fariam em particular | Opiniões

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A maior parte dos jornalistas que cobrem os chamados “Halls of Power” em Washington, Ottawa, Canberra, Londres, Paris e Beyond preferem a rotina sobre a espontaneidade.

Veja bem, a previsibilidade é fácil. É reconfortante, porque a maioria das capitais são lugares mundanos, onde chato não é apenas um fato agradável no terreno, mas também um estado de espírito predominante.

É por isso que a reação sobrecarregada ao vice-presidente dos EUA, Donald Trump, e ao vice-presidente JD Vance, deram ao presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy estava de acordo com a teimosia do corpo de imprensa da Casa Branca pelo verniz de civilidade praticada sobre a verdade impulsiva.

Ao contrário de muitos outros especialistas e colunistas que se apressaram instantaneamente e quase universalmente para as redes familiares de notícias a cabo para expressar sua descrença e choque com o “espetáculo embaraçoso” do comandante em chefe tato da América “humilhando” seu “herói de guerra”, eu fiquei confuso com as cenas notáveis ​​que desprotralham ao vivo em minha tela.

Em vez de assistir a uma peça orquestrada e esquecível, apresentando dignitários estrangeiros sorridentes e chefes de estado visitando um presidente sempre tão político no Salão Oval, foi revigorante testemunhar uma exposição flagrante das cruzidades, grosserias e brutais da política de poder que geralmente ocorre muito, longe das cameiras e, portanto, a brutação.

Eles serão relutantes em admitir, mas o mar de escribas que ficaram como manequins mudos enquanto Trump, Vance e Zelenskyy trocaram golpes retóricos por várias rodadas de contusões, esperavam outro dia manso e pedestre no trabalho como muitos outros dias de pedestres.

Eles conhecem o papel previsível que desempenham durante essas pantomimas coreografadas.

Etapa 1: vá para o Salão Oval.

Etapa 2: registre o chefe de estado estrangeiro dizendo coisas agradáveis ​​e doces sobre o presidente dos EUA.

Etapa 3: Registre o presidente dos EUA dizendo coisas agradáveis ​​e doces sobre o chefe de estado estrangeiro.

Etapa 4: relate que o presidente dos EUA e o chefe de estado estrangeiros disseram coisas agradáveis ​​e doces um sobre o outro.

Etapa 5: Mais tarde, as fontes de chamada que dizem que, em particular, o presidente dos EUA e o chefe de estado estrangeiro não disseram coisas agradáveis ​​e doces um sobre o outro.

Etapa 6: Relatório, citando fontes anônimas, que, apesar de ter dito coisas agradáveis ​​e doces um sobre o outro publicamente, em particular, a verdade seja dita, o presidente dos EUA e seu hóspede sorridente não podem se sustentar.

Isso foi, na verdade, o arco de fórmula de grande parte dos relatórios, depois que o presidente francês Emmanuel Macron e o primeiro -ministro britânico Keir Starmer fizeram suas peregrinações a Washington na semana passada para massagear e polir Trump.

Fiel à sua natureza pouco ortodoxa – para colocá -la caritavelmente – Trump e seu vice -presidente de garra – aumentaram esse roteiro tradicional, seja por design ou instintivamente, com Zelenskyy.

Repórteres e especialistas saíram confusos e desorientados. Isso não deve acontecer da maneira que aconteceu, eles gemeram – decepcionados, aparentemente, por terem que atuar como jornalistas e não estenógrafos.

Grande parte da indignação hiperbólica que está sendo dirigida a Trump é o produto não muito do que ele disse a Zelenskyy – já que sua antipatia em relação à Ucrânia e seu presidente foi clara – mas como e onde ele disse: no Salão Oval antes das câmeras de TV.

É isso que a classe de tagarelas gentis da América considera tão classificada e assustadora – Trump fez sua repreensão e bullying abertamente, quando os presidentes mais discretos e “diplomáticos” fazem sua repreensão e bullying a portas fechadas.

A ironia gritante é que as redes americanas e as personalidades que as povoam aproveitam a transmissão de “Live” para atrair o público tentado pela urgência de agora e pela perspectiva de que, a qualquer momento, real, não fabricada, drama e conflito possam entrar em erupção.

O drama e o conflito dignos de nota entraram no Salão Oval na sexta -feira, mas, em vez de abraçá -lo, essas mesmas redes e personalidades se recuperaram e o rotularam como inadequadas e impróprias do Escritório da Presidência e dos próprios Estados Unidos.

Aqui estão um pouco de notícias para os avestruzes de upping:

Além de mentir com uma facilidade patológica e ordenar que outros matem sem uma cintilla de arrependimento ou remorso, ser rude, petróleo e um bruto é um trabalho pré -requisito de qualquer presidente dos EUA – democrata ou republicano.

Trump não é a exceção. Ele é a regra.

A administração do Pretty Boy, o presidente treinado por Harvard, John F Kennedy, recrutou a Máfia para tentar matar o líder jovem e carismático de Cuba, Fidel Castro, e deu sua aprovação tácita a um golpe no início de novembro de 1963 que viu a derrubada do governo do Vietnã do Sul e o assassinato do presidente Onh DiM.

O sucessor de Kennedy, Lyndon Johnson, era uma boor de um metro e oitenta e meio de quatro polegadas que agrediu fisicamente servidores públicos muito menores que o irritaram.

Em 1965, um lívido Johnson convocou o diminuto do primeiro -ministro do Canadá, Lester Pearson, para acampar David para uma conversa rígida após o nobre vencedor do Prêmio Paz da Paz denunciou o bombardeio dos EUA do Vietnã do Norte.

Alegadamente, Johnson supostamente pegou Pearson pela gola da camisa, torceu e levantou o primeiro -ministro do pescoço, gritando: “Você irritou meu tapete”.

Nesse mesmo ano, um Johnson enfurecido empurrou o então presidente do Federal Reserve William Martin contra um muro por ter aumentado as taxas de juros contra os desejos do presidente.

“Os meninos estão morrendo no Vietnã, e Bill Martin não se importa”, Johnson trovejou.

Aquele avatar da probidade presidencial, Richard Nixon, ordenou que a CIA bloqueasse, frustre, minaria e desestabilizasse o presidente socialista eleito democraticamente do Chile, Salvador Allende.

E o obsceno anti-semitismo de Nixon faz com que os comentários ardentes de Trump com Zelenskyy pareçam bastante temperados, em comparação. Ele reclamou em fita que Washington “está cheio de judeus” e que “a maioria dos judeus é desleal”.

Se os especialistas e personalidades da TV estão preparados para reconhecê -lo ou não, Trump estava certo. Os fogos de artifício sensacionais do Oval Office fizeram uma ótima televisão.

Desta vez, estávamos a par de surpreendentes palavras e ações e ações de outro presidente de “gangster” em tempo real, como aconteceu.

As opiniões expressas neste artigo são do autor e não refletem necessariamente a postura editorial da Al Jazeera.



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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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