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Trump leva de volta à Casa Branca seu amor por fast food – 25/01/2025 – Mundo
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Tatiana Cavalcanti
Na festa após a posse de Donald Trump, na segunda (20), o cardápio era repleto de pratos sofisticados: lagosta de Maine e camarões do golfo como entrada, seguido de carne de angus grelhada com chocolate amargo e batatas gratinadas no prato principal, além de sobremesas finas. No entanto, se pudesse, o anfitrião ilustre teria trocado todo esse banquete por hambúrgueres, batata frita e milk-shake.
Trump também adora refrigerante e, como era de se esperar, levou sua obsessão alimentar pobre em nutrientes para a Casa Branca. O Salão Oval instalou de volta seu “botão da Coca-Cola Diet”, segundo o Wall Street Journal. Durante seu primeiro governo, o republicano foi questionado por um jornalista se o botão vermelho em sua mesa lançaria ogivas nucleares. Ele respondeu que não, mas que todos pensavam isso, antes de apertá-lo e receber sua bebida favorita das mãos de um funcionário que surgiu de repente.
O presidente não esconde seu amor pelos lanches do McDonald´s. Com frequência é visto em compromissos ou até mesmo em redes sociais consumindo comida de alto teor de gordura, açúcar e sódio, e baixa quantidade de nutrientes e fibras, fatores prejudiciais à saúde.
O genro de Trump, Jared Kushner, escreveu em seu livro de memórias de 2022 que uma das refeições favoritas do pai de sua mulher, Ivanka, era “um Big Mac do McDonald’s, filé de peixe, batatas fritas e um milk-shake de baunilha”. Um pedido semelhante feito por Trump foi mencionado no livro “Let Trump Be Trump” (deixe Trump ser Trump), de 2017, escrito pelos ex-funcionários da campanha do republicano Corey Lewandowski e David Bossie.
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Trump frequentemente pula o café da manhã, mas quando decide fazer a refeição, costuma optar por bacon e ovos fritos. No almoço, consome petiscos, como batatas chips. Ele também é conhecido por beber grandes quantidades de coca diet, chegando a 12 latas por dia. No jantar, sua dieta é composta por alimentos processados, como lanches, pizza, frango empanado ou carne grelhada bem passada.
Em 2017, Gareth Davies seguiu a dieta do presidente americano por uma semana, relatando ao jornal britânico The Telegraph como sua saúde piorou. Assim como Trump, ele pulou refeições e consumiu coca diet, Doritos, McDonald’s, KFC e pizza.
Ele perdeu 2,6 kg por desidratação, sentiu falta de energia e dificuldades para se exercitar. O jornalista concluiu que a dieta é insustentável, insípida e prejudicial, repleta de alimentos processados e bebidas açucaradas, questionando sua viabilidade a longo prazo.
Até aliados já criticaram publicamente os péssimos hábitos alimentares de Trump, como o advogado Robert Kennedy Jr., indicado pelo republicano para o cargo de secretário de Saúde e Serviços Humanos em seu segundo governo.
“O que ele come é realmente, tipo, ruim”, disse o filho do ex-senador Robert F. Kennedy (1925-1968) em entrevista a um podcast no fim do ano passado, relembrando as opções disponíveis no avião de Trump. “A comida de campanha é sempre ruim, mas a que vai para aquele avião é veneno. Você não tem a escolha, ou te dão KFC ou Big Mac. Isso é quando você tem sorte, e o resto das coisas eu considero meio intragável.”
Nem para assistir a longas horas de lutas ele bebe água, nem um copo, segundo Dana White, o diretor executivo do UFC, afirmou a Kennedy durante um voo.
Durante a campanha de 2016, Trump aparece em uma postagem do então Twitter comendo KFC dentro de seu avião particular. A foto foi muito comentada principalmente pelo contraste do frango frito —popularmente comido com as mãos— sendo cortado com garfo e faca em um jatinho com as fivelas dos cintos folheadas a ouro.
Em fevereiro de 2019, Trump foi examinado pelo médico da Casa Branca. Ele atestou que o presidente de 1,90 m de altura, então com 74 anos, estava com “muito boa saúde no geral”, embora estivesse ligeiramente acima do peso, com 110 kg, e índice de massa corporal (IMC) de 30,5, o que o fez ser considerado obeso. Não foram divulgados exames posteriores do presidente.
A falta de prática regular de atividades físicas —ainda que ele seja um ávido jogador de golfe, exercício de intensidade moderada— também são apontados como um hábito saudável que Trump dispensa.
Os hábitos alimentares irregulares de Trump destacam a urgência de combater a má alimentação nos EUA, onde 40,3% da população estava obesa entre agosto de 2021 e agosto de 2023, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.
Esse cenário alarmante reforça a importância de políticas públicas focadas no incentivo de hábitos saudáveis, na educação nutricional e no incentivo ao consumo de alimentos frescos, para combater doenças crônicas como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardíacos.
Com The New York Times e Reuters
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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