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Trump ordena a liberação dos últimos arquivos em assassinatos de JFK, RFK e MLK | Donald Trump News

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O presidente dos EUA diz ‘tudo será revelado’ sobre o assassinato JFK que alimentou teorias da conspiração há décadas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou a desclassificação e a liberação de todos os arquivos restantes relacionados ao assassinato do ex -presidente dos EUA John F Kennedy, objeto de teorias populares da conspiração por seis décadas.

A Ordem Executiva de Trump assinada na quinta -feira também pede o lançamento dos últimos registros restantes sobre os assassinatos de Robert F Kennedy, o irmão mais novo da JFK e o ícone dos direitos civis Martin Luther King Jr.

“Este é grande. Muitas pessoas esperam por isso há anos, há décadas ”, disse Trump ao assinar o pedido na Casa Branca.

“E tudo será revelado.”

Sob a ordem de Trump, o diretor de inteligência nacional deve apresentar um plano dentro de 15 dias para o “lançamento completo e completo” de arquivos relacionados ao assassinato da JFK e um plano dentro de 45 dias para a liberação de documentos nos outros dois assassinatos.

As circunstâncias do assassinato da JFK em Dallas, Texas, em 22 de novembro de 1963, transfixaram os americanos há décadas, com pesquisas mostrando uma dúvida generalizada sobre as explicações oficiais do assassinato.

Em uma pesquisa de 2023 Gallup, 65 % dos americanos disseram que não acreditavam na constatação da Comissão Warren que Lee Harvey Oswald, um veterano da Marinha dos EUA preso pela morte de JFK, agiu sozinho ao matar o presidente.

Vinte por cento dos entrevistados disseram acreditar que Oswald conspirou com o governo dos EUA, enquanto 16 % disseram acreditar que ele trabalhava com a CIA.

Robert F. Kennedy Jr, candidato de Trump para o Secretário de Saúde e filho de Robert F Kennedy, afirmou em uma entrevista de 2023 que houve evidências “avassaladoras” de envolvimento da CIA no assassinato de seu tio e “muito convincente”, mas “circunstancial” de que a inteligência A agência estava envolvida na morte de seu pai.

Depois de assinar sua ordem no Salão Oval, Trump entregou a caneta que usou a um assessor, dizendo: “Dê isso à RFK JR”.

Criticando a ordem de Trump, Jack Schlossberg, neto de JFK, disse que a morte de seu avô não fazia parte de um “inevitável grande esquema”.

“A desclassificação está usando o JFK como um suporte político, quando ele não está aqui para rejeitar. Não há nada heróico nisso ”, disse Schlossberg, que trabalha como correspondente político da Vogue Magazine, em um post no X.

Em 1992, o Congresso dos EUA aprovou uma lei que exigia que arquivos pendentes relacionados ao assassinato da JFK fossem divulgados dentro de 25 anos, a menos que o presidente determinasse que o dano à segurança nacional superava o interesse público na divulgação.

Trump ordenou o lançamento de mais de 2.800 documentos após a chegada do prazo de 2017, mas se curvou para pressionar a CIA e o FBI para reter milhares de mais arquivos pendentes de revisão.

A administração do ex -presidente dos EUA, Joe Biden, ordenou o comunicado de aproximadamente 17.000 documentos a mais, deixando menos de 4.700 retirados em parte ou na íntegra.

No total, mais de 99 % dos 320.000 documentos revisados ​​desde a aprovação da lei de 1992 foram divulgados, de acordo com os Arquivos Nacionais.

King, cujo discurso de “eu tenho um sonho” se tornou um momento decisivo da luta dos americanos negros pela igualdade, foi morto a tiros do lado de fora de um motel em Memphis, Tennessee, em 4 de abril de 1968.

Robert F Kennedy foi morto a tiros em um hotel em Los Angeles em 5 de junho de 1968, logo após terminar um discurso para marcar sua vitória nas primárias presidenciais democratas da Califórnia.



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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