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Trump perdoa Ross Ulbricht, criador do mercado dark web Silk Road | Donald Trump

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Ulbricht foi condenado a duas penas de prisão perpétua, mais 40 anos por administrar o site, que supostamente facilitou US$ 183 milhões em vendas de drogas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, perdoou Ross Ulbricht, o fundador preso do mercado negro da dark web Silk Road.

Trump disse na terça-feira que ligou para a mãe de Ulbricht para informá-la de que havia assinado um “perdão total e incondicional” para seu filho, que estava condenado à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional em 2015 por seu papel na operação do mercado ilícito.

“A escória que trabalhou para condená-lo eram alguns dos mesmos lunáticos que estiveram envolvidos na moderna utilização do governo como arma contra mim”, disse Trump na sua plataforma de redes sociais, Truth Social.

“Ele recebeu duas sentenças de prisão perpétua, mais 40 anos. Ridículo!”

Ulbricht, 40 anos, foi condenado por sete acusações relacionadas à sua operação do Silk Road, que facilitou a venda de drogas ilegais e outros bens ilícitos usando Bitcoin, incluindo distribuição de narcóticos e envolvimento em empreendimentos criminosos.

Os promotores dos EUA alegaram que o site foi usado para facilitar mais de 1,5 milhão de transações no valor de aproximadamente US$ 213 milhões, incluindo mais de US$ 183 milhões em vendas de drogas.

Os promotores também alegaram que Ulbricht, que operava sob o pseudônimo Dread Pirate Roberts, havia solicitado o assassinato de pessoas que considerava ameaças à sua empresa, embora não tenha sido acusado das supostas conspirações de assassinato de aluguel e nenhuma evidência tenha sido apresentada de que alguém realmente foi morto.

Ao condenar Ulbricht, a juíza distrital dos EUA, Katherine Forrest, disse que as ações do homem da Califórnia foram o “trabalho de sua vida cuidadosamente planejado” e que ele “não era uma pessoa melhor do que qualquer outro traficante de drogas”.

Embora Ulbricht tenha admitido a criação da Rota da Seda, os seus advogados argumentaram que ele tinha passado o controlo da sua “experiência económica” a outros depois de alguns meses e tinha sido atraído de volta para assumir a responsabilidade pelos seus verdadeiros operadores, no momento em que as autoridades se aproximavam.

O caso de Ulbricht foi apresentado como um exemplo de exagero do governo por libertários e entusiastas da criptomoeda, que argumentaram que ele foi processado injustamente, uma vez que ele próprio não havia vendido produtos ilegais e estava sendo responsabilizado pelas transações de pessoas que usavam o site.

Em Maio, Trump disse na convenção nacional do Partido Libertário, um partido marginal que não tem representação no Congresso dos EUA, que comutaria a sentença de Ulbricht no “primeiro dia” da sua administração, se fosse eleito.

Após a eleição de Trump em novembro, Ulbricht expressou gratidão àqueles que votaram no republicano em seu nome.

“Confio que ele honrará sua promessa e me dará uma segunda chance. Depois de mais de 11 anos na escuridão, posso finalmente ver a luz da liberdade no fim do túnel”, disse ele em um post no X.

Thomas Massie, um congressista republicano conhecido por defender causas libertárias, estava entre vários apoiadores de Ulbricht que saudaram a notícia do perdão.

“Ross Ulbricht foi libertado pelo Presidente Trump com perdão total! Obrigado por manter sua palavra comigo e com outros que têm defendido a liberdade de Ross, Sr. Presidente!”, disse Massie, que representa um distrito em Kentucky, em uma postagem no X.



Leia Mais: Aljazeera

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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