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Trump picks Linda McMahon and Mehmet Oz to serve in top roles
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US President-elect Donald Trump has picked former World Wrestling Entertainment (WWE) CEO and his transition co-chair, Linda McMahon, as his nominee for education secretary.
A long-time Trump ally, McMahon led the Small Business Administration during Trump’s first presidency and donated millions of dollars to his presidential campaign.
Trump has criticised the Department of Education, and has promised to close it down – a job McMahon could be tasked with after Trump returns to the White House in January 2025.
Trump earlier chose Mehmet Oz, a celebrity doctor and former TV host whose approaches have come under scrutiny, to lead the Centers for Medicare and Medicaid Services (CMS).
The two selections on Tuesday – along with Trump’s choice of Howard Lutnick for commerce secretary – follow a pattern of the president-elect nominating loyal supporters to top roles in his cabinet.
McMahon has a long history with the WWE and Trump, who used to make occasional appearances at wrestling matches. She co-founded Titan Sports with her husband in 1980, which then became the parent company of WWE later that decade.
She resigned as CEO in 2009 in order to undertake a failed bid to run for the US Senate.
McMahon has little background in education, but did serve on Connecticut state’s board of education from 2009 until 2010.
She is the board chair of the pro-Trump think tank the America First Policy Institute, meaning her confirmation in the Republican-majority Senate is likely. Hers is one of a number of top jobs that will require a vote of approval in the upper chamber of Congress.
Announcing his pick on Truth Social, Trump wrote: “For the past four years, as the chair of the board at the America First Policy Institute, Linda has been a fierce advocate for parents’ rights.”
He said McMahon would “spearhead” the effort to “send education BACK TO THE STATES”, in reference to his pledge to close the department.
Republicans have accused the education department of pushing what they describe as “woke” political ideology on to children, including on gender and race. They want the agency’s authority handed to US states, which run most education matters.
McMahon was named in a lawsuit filed last month involving the WWE.
It alleges that she, her husband and other company leaders knowingly allowed young boys to be abused by a ringside announcer who died in 2012.
The McMahons deny wrongdoing. A lawyer representing the pair told USA Today Sports that the allegations are “false claims” that stem from “absurd, defamatory and utterly meritless” media reports.
Trump earlier picked Mehmet Oz to run the powerful agency that oversees the healthcare of millions of Americans.
Oz, who was selected to lead the CMS, trained as a surgeon before finding fame on The Oprah Winfrey Show in the early 2000s.
Oz has been criticised by experts for promoting what they called bad health advice about weight loss drugs and “miracle” cures, and suggesting malaria drugs as a cure for Covid-19 in the early days of the pandemic.
“There may be no physician more qualified and capable than Dr Oz to make America healthy again,” Trump said in a statement.
The Trump transition team said in a statement that Oz “will work closely with [health secretary nominee] Robert F Kennedy Jr to take on the illness industrial complex, and all the horrible chronic diseases left in its wake”.
Like McMahon, Oz will need to be confirmed by the Senate next year before he officially takes charge of the agency.
The CMS oversees the country’s largest healthcare programs, providing coverage to more than 150 million Americans. The agency regulates health insurance and sets policy that guides the prices that doctors, hospitals and drug companies are paid for medical services.
In 2023, the US government spent more than $1.4tn (£1.1tn) on Medicaid and Medicare combined, according to the Congressional Budget Office.
Trump said in a statement that Oz would “cut waste and fraud within our country’s most expensive government agency”. The Republican Party platform pledged to increase transparency, choice and competition and expand access to healthcare and prescription drugs.
Oz, 64, trained as a cardiothoracic surgeon – specialising in operations on the heart and lungs – and worked at New York City’s Presbyterian Hospital and Columbia University.
After he appeared in dozens of Oprah segments, he started The Dr Oz Show, where he doled out health advice to viewers.
But the line between promotion and science on the show was not always clear, and Oz has recommended homeopathy, alternative medicine and other treatments that critics have called “pseudoscience”.
He was criticised during Senate hearings in 2014 for endorsing unproven pills that he said would “literally flush fat from your system” and “push fat from your belly”.
During those hearings Oz said he never sold any specific dietary supplements on his show. But he has publicly endorsed products off air and his financial ties to health care companies were revealed in fillings made during his 2022 run for the US Senate in Pennsylvania.
During the Covid-19 pandemic, Oz promoted the anti-malaria drugs hydroxychloroquine and chloroquine, which experts say are ineffective against the virus.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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