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Trump quer tornar Nova York exemplo de seu poder imperial – 05/03/2025 – Lúcia Guimarães
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Está um clima de 1975 em Nova York. Mais de 80% da população da cidade não tinha nascido na época, mas muitos devem conhecer a famosa capa de um tabloide que estampava, em outubro daquele ano, a manchete “Ford para a cidade: morra”.
O então presidente Gerald Ford tinha recusado o pedido de socorro feito ao governo federal para resgatar a cidade, àquela altura prestes a quebrar financeiramente.
As finanças de Nova York, cuja economia se aproxima, em tamanho, da economia do Canadá, estão hoje sólidas. A maior cidade americana está distante da decadência imortalizada em filmes como “Taxi Driver” e “Perdidos na Noite”.
Mas o clima é de apreensão. Vai ficando claro que, neste segundo mandato, a metrópole que tanto rejeita seu filho Donald Trump é também sua refém.
Nesta quarta-feira (5), a humilhação do combalido prefeito nova-iorquino Eric Adams foi exibida para o resto do país. Adams e os prefeitos democratas de Boston, Denver e Chicago foram depor numa comissão da Câmara sobre as políticas de suas “cidades-santuário” —que protegem imigrantes sem documentos e limitam ações policiais da agência federal de imigração.
“Você está vendendo os nova-iorquinos em troca de fugir da Justiça?”, perguntou a Adams o deputado Robert Garcia. Ele fazia referência à decisão de Trump de forçar o Departamento de Justiça a suspender o processo criminal por corrupção e fraude que colocaria o prefeito no banco dos réus em maio. A suspensão é, no entanto, condicional, e deixa aberta a possibilidade de reinstalação das acusações se o prefeito democrata não ceder às pressões do presidente na caçada aos imigrantes.
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O caso virou um escândalo quando uma promotora republicana se recusou a dar fim ao processo. Ela afirmou não só havia indícios de crimes, como a decisão da pasta era baseada numa troca de favores ilegal. Ela renunciou, junto com três colegas que também se recusaram a assinar o documento, o que provocou uma intervenção do Departamento de Justiça.
O oficial encarregado de monitorar as finanças de Nova York propôs que o próximo orçamento elaborado em junho considere a possibilidade de uma crise fiscal. Os cortes de ajuda federal atualmente em discussão no Congresso teriam efeito grave sobre a cidade em áreas como assistência de saúde, auxílios de moradia e alimentos. O índice de pobreza em Nova York neste ano bateu o recorde registrado na pandemia e já chega a 25%, quase o dobro da média nacional.
Mas o menu de maldades que o presidente reserva para a cidade que quer tornar um exemplo de seu poder imperial é mais vasto. Ele mandou cancelar o pedágio urbano iniciado em janeiro, uma taxa de US$ 9 para carros que circularem no centro de Manhattan de 5h às 21h.
O pedágio urbano se mostrou um sucesso: aliviou o congestionamento, aumentou a circulação de pedestres e reduziu o tempo de transporte para trabalhadores que dependem dos lentos ônibus nova-iorquinos. A governadora do estado, Kathy Hochul, promete desafiar a ordem, e associações locais já entraram na Justiça para manter o pedágio.
A eleição para prefeito, em novembro, também é sacudida pelo fator Trump. O ex-governador democrata Andrew Cuomo, que renunciou em 2021 sob uma acusação de assédio sexual, lançou sua candidatura e tem cacife eleitoral para derrotar Adams. Cuomo assinou o acordo para criar o pedágio urbano em 2019, mas agora diz que é contra a medida.
Como dizia o taxista inesquecível vivido por Robert De Niro no filme de Martin Scorsese: “Estou com umas ideias ruins na minha cabeça”.
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.
As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.
“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”
O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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