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Trump reduz a equipe do Departamento de Educação dos EUA em passo em direção ao desmantelamento | Donald Trump News
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A secretária de Educação dos EUA, Linda McMahon, diz que a administração trabalhará com o Congresso dos EUA para abolir o Departamento.
O Departamento de Educação dos Estados Unidos anunciou que demitirá quase metade de seus funcionários quando o presidente dos EUA, Donald Trump, se move para cumprir sua promessa de campanha de desmontar a agência.
O departamento disse na terça -feira que reduziria o tamanho de sua força de trabalho para cerca de 2.183 funcionários, colocando a equipe em licença administrativa de 21 de março.
O departamento disse que continuaria fornecendo “todos os programas estatutários” que se enquadram em seu alcance, incluindo empréstimos para estudantes e financiamento para estudantes com necessidades especiais.
Os cortes seguem rodadas semelhantes de demissões realizadas como parte do desejo do Departamento de Eficiência do Governo, liderado por Elon Musk, de otimizar radicalmente a burocracia federal.
“A redução de hoje em vigor reflete o compromisso do Departamento de Educação com a eficiência, a responsabilidade e a garantia de que os recursos sejam direcionados onde eles mais importam: para estudantes, pais e professores”, disse Linda McMahon, secretária de Linda McMahon.
“Agradeço o trabalho dos servidores públicos dedicados e suas contribuições para o departamento. Este é um passo significativo para restaurar a grandeza do sistema educacional dos Estados Unidos. ”
Em uma entrevista à Fox News ainda na terça -feira, McMahon, ex -CEO da World Wrestling Entertainment, confirmou que as demissões foram um passo para abolir o departamento.
“Na verdade, é porque esse era o mandato do presidente”, disse ela.
“Sua diretiva para mim claramente é encerrar o Departamento de Educação, que sabemos que teremos que trabalhar com o Congresso para conseguir isso.”
McMahon disse que os cortes miravam “inchaço burocrático” e que os “programas externos do departamento”, como subsídios, seriam preservados.
Trump fez campanha ao abolir o departamento de educação, que ele alegou ter sido infiltrado por “radicais, fanáticos e marxistas” e passando a responsabilidade pela educação para estados individuais e distritos escolares locais.
Em uma troca de repórteres no mês passado, o presidente dos EUA disse que havia dito a McMahon que queria que ela “se afastasse de um emprego”.
A educação nos EUA já é fornecida principalmente por estados e comunidades locais, com o governo federal apenas fornecendo cerca de 8 % do financiamento total para o ensino fundamental e médio.
Fundada em 1979 pelo Congresso dos EUA e pelo ex -presidente dos EUA, Jimmy Carter, as principais funções do Departamento de Educação incluem o fornecimento de ajuda financeira às escolas, supervisionando os programas de empréstimos para estudantes e aplicar proteções de direitos civis.
Os republicanos criticaram o departamento desde a sua criação, argumentando que a política educacional deve ser tratada no nível estadual e local.
O ex -presidente dos EUA, Ronald Reagan, pediu repetidamente o desmantelamento do departamento, mas finalmente não conseguiu ganhar o apoio do Congresso antes de deixar o cargo em 1989.
A Associação Nacional de Educação, o maior sindicato de professores dos EUA, condenou a mudança do governo Trump, acusando -o de levar uma “bola de destruição” para o futuro de cerca de 50 milhões de estudantes.
“As vítimas reais serão nossos estudantes mais vulneráveis”, disse Becky Pringle, presidente da Associação Nacional de Educação, em comunicado.
“Estrifetendo o Departamento de Educação enviará tamanhos de turmas em alta, cortará programas de treinamento de emprego, tornará o ensino superior mais caro e fora do alcance para famílias de classe média, retirará serviços de educação especial para estudantes com deficiência e proteções dos direitos civis dos alunos.”
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”
Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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