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Trump se deda de fúria sobre seus casos criminais em discurso extraordinário no DOJ | Donald Trump
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Hugo Lowell in Washington
Assumindo a sede do Departamento de Justiça para o que chegou a um evento político, Donald Trump criticado contra o casos criminais Ele derrotou em virtude de retornar à presidência em uma colhe de vitória extraordinária que o departamento talvez nunca tenha visto antes.
O evento foi anunciado como um discurso político para o governo divulgar seu foco no combate à imigração ilegal e no tráfico de drogas, mas a maioria dos comentários de rodas livres do presidente se concentrou em suas queixas pessoais com o departamento.
Trump falou de um estágio especialmente construído no grande salão do principal edifício da justiça, apoiado com cortinas de veludo azul que enfatizavam os teatros e o simbolismo de Trump cimentando seu controle sobre o Departamento de Justiça, que tentou e não o responsabilizou.
A escolha do local carregava ressonância adicional sobre como Trump implementou completamente sua agenda no Departamento de Justiça, eliminando a longa tradição de independência da política partidária e, em vez disso, transformá -la em uma extensão da Casa Branca.
O Grande Hall tem sido historicamente usado para grandes anúncios de aplicação da lei do Departamento de Justiça e de seus líderes seniores e, quando os presidentes fizeram discursos no prédio, as observações foram de uma tira de segurança nacional ou não política.
No discurso de uma hora de Trump, ele repetidamente se desviou de suas observações preparadas para atacar os casos criminais contra ele, vários advogados e ex -promotores pelo nome e acusaram a administração de Biden de tentar destruí -lo, declarando Joe Biden o chefe de uma família criminal.
“O caso contra mim foi besteira”, disse Trump com Fury, no prédio onde as acusações foram aprovadas.
Mas ele elogiou seus advogados de defesa Todd Blanche e Emil Bove, aos quais ele elevou, de fato, administra o Departamento de Justiça como vice -procurador -geral e o principal procurador -geral associado, bem, bem como o chefe de gabinete do departamento, Chad Mizelle.
A aprovação que Trump expressou por Bove refletiu sua genuína apreciação. Trump saudou a bove em particular por trazer o departamento para o calcanhar nas últimas semanas, inclusive forçando através do demissão do caso de corrupção contra o Nova Iorque prefeito, Eric Adams.
Trump deu elogios notáveis ao juiz do distrito dos EUA, Aileen Cannon, que negou provimento ao seu processo criminal por acusações de manusear documentos classificados, ao longo de décadas de precedente legal. Trump reivindicou críticas a ela a deixou com raiva, embora ele também tenha dito que nunca havia falado com ela.
“Ela era brilhante”, disse Trump sobre Cannon, “o modelo absoluto do que um juiz deveria ser”.
Ele então sugeriu que deveria ser um crime criticar os juízes porque eles poderiam ser influenciados pelo que ele descreveu como má publicidade. A observação parecia ser uma nova idéia de Trump, que já havia castigado juízes que não governaram a seu favor e procuraram defender casos legais em público.
Após a promoção do boletim informativo
“Ele tem que parar, deve ser ilegal, influenciando os juízes”, disse Trump, enquanto seu governo agora tenta defender suas políticas e esforços de corte de custos contra uma onda de ações judiciais.
Quando ele voltou às suas observações preparadas, ele seguiu uma promessa de campanha de parar a imigração ilegal e saudou o declínio nas travessias ilegais de fronteira desde o início de sua presidência.
Trump então anunciou uma campanha publicitária para combater o fentanil ilegal, que muitas vezes mata as pessoas porque é misturado a outras drogas, recontando como o presidente do México, Claudia Sheinbaum, falou sobre a campanha deles informando o público sobre suas consequências.
“Eles mostram a pele caindo e os dentes caindo e ficando cegos e perdendo cabelos e tudo o que essas coisas fazem”, disse Trump, “parece que você acabou de sair de um horrível acampamento de concentração”.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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