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Trump Spotlight: um confronto com a Colômbia e o que está por vir na segunda -feira | Donald Trump News

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A primeira semana do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acabou, e ele já exerceu extensivamente sua influência sobre Washington.

Durante seus primeiros sete dias, Trump empregou os militares para a fronteira sul e assinou uma série de ordens executivas – 26 emitidas em poucas horas após o cargo – abordando questões que variam de programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) para renomear o Golfo do México.

Uma de suas maiores promessas durante este termo é abordar Imigração irregular. Aqui estão as atualizações mais recentes de sua presidência e o que é esperado na segunda -feira:

Evitado: guerra comercial com a Colômbia

Trump declarou uma vitória no domingo depois de anunciar que Colômbia havia recuado Em uma disputa sobre os voos de deportação de migrantes.

A crise eclodiu quando o presidente colombiano Gustavo Petro mais cedo no domingo bloqueou aviões de carga militar dos EUA, transportando migrantes sem documentos do desembarque.

Petro disse que não aceitaria os vôos, a menos que os EUA tratem deportados com dignidade e respeito. Trump retaliou com tarifas sobre todas as importações colombianas, uma proibição de viagens para cidadãos colombianos, o cancelamento de vistos para autoridades colombianas nos EUA e a suspensão do processamento de vistos de imigrantes e não imigrantes.

Mas depois de horas de tensões com Bogotá, os EUA disseram que a Colômbia concordou em aceitar vôos de deportação de migrantes, inclusive em aeronaves militares, e as tarifas seriam suspensas. Os aliados de Trump se gabaram de que o resultado foi uma vitória para o presidente e uma perda para Petro.

O uso de aeronaves militares dos EUA para voos de deportação era incomum até Trump assumir o cargo. Dois vôos, cada um com cerca de 80 migrantes deportados, foram feitos para a Guatemala na sexta -feira. Na semana passada, o México rejeitou um pedido de desembarque para um avião militar dos EUA com migrantes a bordo. Anteriormente, Trump sugeriu que ele pudesse impor tarifas de 25 % e a parte dos bens mexicanos a partir de fevereiro.

Oliver Della Costa Stuenkel, professora de relações internacionais da Fundação Getulio Vargas em São Paulo, Brasil, disse que Trump pode conseguir o seu caminho com os países latino -americanos a curto prazo, mas suas táticas agressivas podem empurrar líderes na região a procurar parceiros alternativos para Washington .

“Os líderes da América Latina analisarão esses momentos e acho que estarão cada vez mais cientes do risco de serem muito dependentes dos EUA”, disse Stuenkel à Al Jazeera.

“Eles procurarão diversificar suas parcerias porque, para países mais fracos, lidar com Washington é muito desafiador e a melhor maneira de aumentar sua alavancagem ao negociar com Trump e expandir seu quarto para manobrar é ter alternativas para os EUA. É não estar em uma situação em que você é tão dependente que não tem para onde correr” Stuenkel disse.

Proposta de Gaza ‘Limpe’ de Trump

No sábado, Trump propôs a mudança de mais de um milhão de palestinos da faixa de Gaza para outros países e “limpando a coisa toda”.

“Gostaria do Egito levar as pessoas”, disse Trump. “Você está falando provavelmente de um milhão e meia pessoas, e nós apenas limpamos tudo isso e dizemos: ‘Você sabe, acabou’.

Trump disse que elogiou a Jordânia por ter aceitado com sucesso os refugiados palestinos no passado e ele disse ao rei Abdullah II: “Eu adoraria que você enfrentasse mais porque estou olhando para toda a faixa de Gaza agora, e está uma bagunça. É uma bagunça real. ” Atualmente, de acordo com a Agência das Nações Unidas para Refugiadas da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA), mais de 2,39 milhões de refugiados da Palestina registrados vivem na Jordânia, que tem uma população de 11,1 milhões de pessoas.

A guerra de 15 meses de Israel em Gaza deslocou quase todos os 2,3 milhões de residentes do Enclave, alguns deles várias vezes. Trump disse que os habitantes de Gaza podem ser movidos “temporariamente ou podem ser de longo prazo”.

A proposta foi rejeitada pelos palestinos no domingo.

“É impossível para as pessoas aceitarem isso”, disse a Palestina Nafiz Halawa à Al Jazeera, de Nuseirat, no centro de Gaza. “Os fracos podem sair por causa do sofrimento que sofreram, mas a idéia de deixar nosso país … é absolutamente impossível.““

Algumas outras coisas que você pode ter perdido:

A primeira entrevista de JD Vance: JD Vance deu sua primeira entrevista desde que se tornou o vice -presidente dos EUA, discutindo questões com a CBS News que incluíam a política de imigração de Trump e sua ordem executiva destinada a acabar com a cidadania da primogenitura. Embora especialistas jurídicos tenham dito que a Constituição dos EUA deve ser alterada para acabar com isso, Vance dobrou a justificativa do governo Trump para a ordem.

“Residentes temporários, pessoas que vêm aqui, seja legal ou ilegalmente, e não planejam ficar, seus filhos não devem se tornar cidadãos americanos”, disse ele. “Não conheço nenhum país que faça isso ou por que seríamos diferentes.” No entanto, muitos países Ofereça cidadania da primogenitura, incluindo Canadá, México, Belize e Argentina.

Pete Hegseth fala com Benjamin Netanyahu: O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, conversou com o primeiro -ministro israelense Benjamin Netanyahu no domingo, marcando a primeira ligação do chefe do Pentágono com um líder estrangeiro desde que assumiu seu cargo. Hegseth e Netanyahu “discutiram a importância de promover interesses e prioridades de segurança mútua, especialmente diante de ameaças persistentes”, disse o Pentágono em comunicado.

Vance fala durante a cerimônia de juramento do diretor da CIA John Ratcliffe (Arquivo: Nathan Howard/Reuters)

O que vem a seguir para Trump e seu governo na segunda -feira?

Segundo relatos da mídia dos EUA, Trump deve participar do retiro anual dos membros republicanos da Câmara dos Deputados do Nacional de Trump Doral Miami, seu resort de golfe nos arredores de Miami, Flórida.

Os retiros do partido dão aos legisladores a oportunidade de se unir, discutir políticas e estratégias sobre as melhores maneiras de implementá -las.

Os republicanos da Câmara, liderados pelo presidente Mike Johnson, devem se concentrar na elaboração de um projeto de lei que incorpore as principais prioridades do governo – incluindo energia, segurança nas fronteiras e política tributária.

Separadamente, uma votação no Senado dos EUA sobre a nomeação do candidato do Secretário do Tesouro de Trump, Scott Bessent, está planejada para segunda -feira à tarde.

O chefe do Departamento do Tesouro tem uma ampla supervisão da política tributária, dívida pública, finanças internacionais e sanções.

Bessent, um financiador de Wall Street que já trabalhou para George Soros, foi um dos principais apoiadores da oferta presidencial de Trump em 2024, doando pelo menos US $ 3 milhões para a campanha, de acordo com registros da Comissão Federal de Eleições.

Foto de arquivo: O fundador do Key Square Group, Scott Bessent, fala em um evento de campanha para o candidato presidencial republicano e o ex -presidente dos EUA Donald Trump em Asheville, Carolina do Norte, EUA 14 de agosto de 2024. Reuters/Jonathan Drake/Filme Foto
Bessent, fundador da empresa de investimentos do Key Square Group, fala em um evento de campanha para Trump (arquivo: Jonathan Drake/Reuters)

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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