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Trump sugere repercussões financeiras se a Rússia rejeitar a Ucrânia CeaseFire | Ucrânia

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Trump sugere repercussões financeiras se a Rússia rejeitar a Ucrânia CeaseFire | Ucrânia

Shaun Walker in Kyiv, Pjotr Sauer, Andrew Roth in Washington and Dan Sabbagh in Paris

Donald Trump sugeriu que ele poderia ter como alvo a Rússia financeiramente, já que o presidente da Ucrânia pediu que ele tivesse medidas fortes se Moscou falhasse em apoiar um cessar-fogo de 30 dias concordado em um reunião entre delegações ucranianas e dos EUA Na Arábia Saudita.

A ameaça do presidente veio quando o ministro da Defesa Francês, Sébastien Lecornu, disse em entrevista coletiva em Paris que um anúncio de cessar -fogo poderia ocorrer na quinta -feira e que que Europa teria que estar preparado para ajudar a aplicá -lo.

Washington, Kyiv e Europa estão aguardando a resposta de Moscou à proposta de cessar -fogo, e os enviados dos EUA devem manter conversas Vladimir Putin até o final da semana. O Kremlin não disse publicamente se apoia ou não um cessar -fogo imediato.

Se Putin se recusar, “Entendo que poderíamos contar com passos fortes. Ainda não sei os detalhes, mas estamos falando de sanções e sobre o fortalecimento da Ucrânia, ” Volodymyr Zelenskyy disse na terça -feira.

Trump disse na quarta -feira que recebeu “mensagens positivas” sobre o cessar -fogo, mas “uma mensagem positiva não significa nada”. A Casa Branca disse mais tarde que o enviado do Oriente Médio de Trump, Steve Witkoff, estaria em Moscou ainda nesta semana.

“Está pronto para Rússia agora ”, disse Trump da Casa Branca. “Nosso pessoal está indo para a Rússia agora enquanto falamos. E espero que possamos obter um cessar -fogo da Rússia. ”

Trump não prometeu diretamente atingir a Rússia com sanções se Vladimir Putin não assinar o acordo, mas disse que poderia “fazer coisas financeiramente que seria muito ruim para a Rússia”.

Ele acrescentou, no entanto: “Não quero fazer isso, porque quero conseguir paz”.

Questionado se ele acreditava que Putin se seguraria a um cessar -fogo, já que ele os havia quebrado no passado, Trump disse: “Ainda não falamos com ele com substância, porque acabamos de descobrir. Vamos saber muito em breve. Recebi algumas mensagens positivas, mas uma mensagem positiva significa nada. Esta é uma situação muito séria. Esta é uma situação que pode levar à terceira guerra mundial. ”

Ministros da Defesa das cinco principais potências militares da Europa, Reino Unido, Alemanha, Itália, Polônia e França se reuniram em Paris na quarta -feira para discutir a formação de uma “força de segurança” que garantiria a paz em Ucrânia Se um acordo foi acordado.

Lecornu disse que eles estavam “esperando ver um cessar -fogo amanhã” e que 15 países estavam dispostos a contribuir para uma força de até 30.000 funcionários que protegiam aeroportos, portos e infraestrutura da Ucrânia de forma permanente.

No entanto, os ministros enfatizaram que ainda queriam que os EUA fornecessem uma garantia de backstop para apoiar as forças de paz e sugeriram que os minerais lidam a serem assinados pelos EUA e pela Ucrânia seriam insuficientes.

John Healey, secretário de defesa do Reino Unido, enfatizou que o Reino Unido queria que “os EUA desempenhassem um papel na força de segurança”. Quando perguntado se um acordo de minerais poderia chegar a uma garantia de segurança para a Ucrânia, ele disse que era “um passo em direção a um processo em que recebemos um cessar -fogo”, o que implica que não era necessariamente suficiente.

Na quarta -feira, a televisão estatal russa mostrou Putin fazendo sua primeira visita à região de Kursk, onde a Ucrânia lançou uma incursão surpresa no ano passado.

Um imóvel de um vídeo divulgado pelo Kremlin mostra Vladimir Putin com o chefe de equipe geral da Rússia, Valery Gerasimov, em uma visita à região de Kursk. Fotografia: Kremlin.ru/reuters

Vestida de camuflagem militar, o presidente russo expressou esperança de que seu exército estivesse à beira de “libertar totalmente” o território e disse aos comandantes seniores que os soldados ucranianos capturados em Kursk deveriam ser tratados como terroristas.

“Estou contando com o fato de que todas as tarefas de combate enfrentadas por nossas unidades serão cumpridas, e o território da região de Kursk será completamente libertado do inimigo”, disse ele. Na quarta -feira, as forças russas entraram na praça central de Sudzha, o maior assentamento russo controlado pela Ucrânia.

Minutos após as filmagens das observações de Putin exibidas na TV estatal russa, o comandante em chefe das forças armadas da Ucrânia, Oleksandr Syrskyi, sugeriu que suas tropas estavam recuando para minimizar as perdas.

Zelenskyy também parecia sugerir uma retirada organizada em seus comentários na quarta -feira. “O comando militar está fazendo o que deve fazer – economizando o número máximo de vidas de nossos soldados”, disse ele.

Mês passado, Em entrevista ao The GuardianZelenskyy disse que a Ucrânia espera trocar o território realizado na região de Kursk por áreas da Ucrânia ocupadas pela Rússia.

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No início do dia, Zelenskyy descreveu as negociações de maratona de terça -feira em Jeddah, entre uma delegação dos EUA liderada pelo Secretário de Estado, Marco Rubioe uma delegação ucraniana composta por seu chefe de gabinete, Andriy Yermak, e os ministros estrangeiros e de defesa do país, como “muito positivos”.

As negociações foram uma tentativa de reparar as relações após um Reunião desastrosa da Casa Branca Entre Zelenskyy e Trump há duas semanas.

Em Moscou, o porta -voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a Rússia estava aguardando informações detalhadas de Washington sobre o que foi discutido em Jeddah e que Putin deve ser informado primeiro pelos EUA antes de decidir se a proposta seria aceitável para a Rússia.

Ele acrescentou que o Kremlin poderia organizar uma ligação entre Putin e Trump em pouco tempo, se necessário.

Rubio confirmou que os EUA teriam contato com a Rússia na quarta -feira sobre o acordo de cessar -fogo alcançado com a Ucrânia, embora parasse de explicar o que as consequências da Rússia podem enfrentar se não concordar.

“Todos aguardamos ansiosamente a resposta russa e os pedimos fortemente a considerar o fim de todas as hostilidades”, disse Rubio durante uma parada na Irlanda. “Se eles disserem não, obviamente teremos que examinar tudo e descobrir onde estamos no mundo e quais são suas verdadeiras intenções.”

Zelenskyy disse que os ucranianos chegaram à mesa na Arábia Saudita, com uma sugestão para um cessar-fogo de 30 dias no ar e no mar, durante o qual os detalhes de um assentamento mais duradouro poderiam ser discutidos. No entanto, os americanos propuseram um cessar -fogo completo, que foi acordado após as chamadas feitas pelas duas delegações para seus respectivos presidentes.

Ele disse que, embora o monitoramento dos cessões do mar e do ar fosse fácil, esperava que os parceiros ocidentais da Ucrânia fornecessem um plano de como monitorar um cessar -fogo ao longo da linha de frente, “dado com quem estamos lidando e dada a nossa experiência nos últimos anos”.

Algumas autoridades russas indicaram ceticismo sobre a perspectiva de um cessar -fogo, dizendo que Moscou não estava disposto a impedir os combates, pois suas forças nesta semana obtiveram ganhos rápidos no território de recuperação na região de Kursk.

Putin rejeitou repetidamente a possibilidade de um cessar -fogo temporário, dizendo que estava focado em abordar as “causas radiculares” do conflito. No início deste ano, ele disse ao Conselho de Segurança da Rússia que “não deveria haver uma trégua curta, não algum tipo de descanso para reagrupar as forças e o rearmamento com o objetivo de continuar posteriormente o conflito, mas uma paz a longo prazo”.

Em vez disso, o líder russo estabeleceu uma lista de demandas maximalistas para acabar com sua invasão, incluindo a Ucrânia para a participação na OTAN, passando por desmilitarização parcial e cedendo o controle total das quatro regiões ucranianas que Putin afirmou em 2022.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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