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Trump x Bannon, Musk x Farage: quem odeia quem em Magaland | Donald Trump

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Daniel Boffey Chief reporter

TA tarefa de desconstruir as manobras internas da liderança da União Soviética já foi considerada quase uma ciência, tal era a escassez de informação. Hoje, o tribunal de Donald Trump talvez não seja menos enigmático – mas por razões bem diferentes. Os trumpologistas que tentam acompanhar as maquinações do movimento Make America Great Again (Maga) e dos seus simpatizantes na Grã-Bretanha são confrontados com uma torrente de informações através de publicações nas redes sociais e discursos em podcast. Os inimigos jurados de hoje podem facilmente ser os conspiradores mais próximos de amanhã. Steve Bannon deixou claro que pretende derrubar o colega acólito de Trump, Elon Musk, a tempo para o dia da posse (faltando dias). Não é uma tarefa fácil entender tudo isso, mas aqui está o que sabemos sobre as atuais rixas e rivalidades no ecossistema Maga:

Donald Trump x Steve Bannon

Trump e Bannon. Composição: Guardian Design/Reuters

Dizia-se que ele era o sussurrador de Trump. Os melhores talentos da política, segundo o presidente no início de seu primeiro mandato na Casa Branca. Bannon, presidente executivo do Breitbart, o site antiestablishment, estava voando alto. Até que ele não estava. Depois de o autor Michael Wolff ter retratado Trump como um charlatão errático dependente do cérebro de Bannon, o todo-poderoso estrategista-chefe do presidente tornou-se subitamente o “Steve Desleixado”. Provavelmente não ajudou o facto de Bannon também ter descrito a filha do presidente, Ivanka Trump, como “burra como um tijolo”.

“Ele usou o desleixado Steve Bannon, que chorou quando foi demitido e implorou por seu emprego”, Trump tuitou sobre o livro de Wolff, Fire and Fury. “Agora, Sloppy Steve foi abandonado como um cachorro por quase todo mundo. Muito ruim!” Poder-se-ia supor que esta seria a última palavra nessa relação. Mas não é assim que o mundo Maga funciona. Depois de cumprir uma pena de prisão de quatro meses por desacato ao Congresso por desafiar múltiplas intimações em torno da investigação dos acontecimentos de 6 de janeiro de 2021, Bannon retomou o seu papel de fiel líder de claque de Trump e os dois seriam próximos novamente. Mas há outros grandes personagens em cena atualmente, entre eles o mais recente “primeiro amigo”, Elon Musk.

Steve Bannon x Elon Musk

Bannon e Musk. Composição: Guardian Design/Reuters

“Ele é um cara verdadeiramente mau, um cara muito mau”, disse Bannon sobre Elon Musk, o homem mais rico do mundo e chefe adjunto do novo departamento de eficiência governamental de Trump. “Tomei como objetivo derrubar esse cara. Antes, porque ele colocou dinheiro, eu estava preparado para tolerar isso – não estou mais preparado para tolerar isso. eu terei Elon Musk sair daqui até o dia da inauguração”. Diz-se que a causa da divisão entre esses dois egos Maga é Apoio de Musk para vistos H-1Bque permitem que empresas – como a SpaceX e a Tesla do próprio Musk – contratem profissionais e engenheiros qualificados de fora dos EUA. Bannon professa considerar estes vistos como uma tentativa dos “senhores da tecnologia” de manipular o sistema. O eleitorado radical de Maga atendido pelo podcast War Room de Bannon está cauteloso com a grande ligação tecnológica. Também parece um pouco pessoal. “Ele (Musk) deveria voltar para a África do Sul”, disse Bannon sobre o bilionário que nasceu em Pretória. “Por que temos sul-africanos, as pessoas mais racistas do planeta, sul-africanos brancos… fazendo algum comentário sobre o que se passa nos Estados Unidos?”

Elon Musk x Nigel Farage

Almíscar e Farage. Composição: Guardian Design/Getty Images/EPA

Musk ainda não comentou a declaração de guerra de Bannon. Talvez esteja demasiado ocupado a criar problemas na Grã-Bretanha. Depois de desencadear um debate nacional sobre o escândalo sobre o fracasso da polícia e das autoridades locais em combater o abuso infantil cometido por homens de herança paquistanesa, Musk não ficou impressionado com a resposta de Nigel Farage, o defensor de longa data do Brexit que lidera a Reforma, o novo partido à direita da política britânica. Farage descreveu o antigo apoio de Musk ao seu partido como “legal”. Mas ele teve então a ousadia de se distanciar do apreço dos proprietários do X pela vida e obra de Tommy Robinson, o fraudador condenado e agitador anti-islâmico cuja criminalidade é vista por Farage como um contaminante potencialmente perigoso para sua própria marca. Robinson está cumprindo pena de 18 meses de prisão por desacato ao tribunal. Ele tem uma série de outras condenações em seu nome, inclusive por violência. Farage não concordou com o retrato que Musk fez dele como um prisioneiro político e disse isso. Musk tuitou: “O Partido Reformista precisa de um novo líder. Farage não tem o que é preciso.”

Nigel Farage x Tommy Robinson

Farage e Robinson. Composição: Guardian Design/Alamy/Reuters

Tudo parecia estar indo muito bem para Nigel Farage no final de 2024. Falou-se, embora um tanto exagerado, segundo fontes internas, de uma doação considerável de Musk para a Reform. O famoso bom relacionamento de Farage com Donald Trump parecia destinado a colher dividendos mais uma vez. O que poderia dar errado? Bem, bastante. Farage passou uma carreira tentando, e muitas vezes falhando, manter sua marca longe do tipo de violência nas ruas que o nome de Robinson é sinônimo. Farage disse que Robinson, cujo nome verdadeiro é Stephen Yaxley-Lennon, “não é o que precisamos” enquanto a Reforma tenta se tornar um partido do governo. O problema para Farage é que Robinson tem alguns fãs poderosos nos círculos trumpianos. Além do apoio de Musk, Robinson foi descrito como um “herói” por Bannon, que estava ao lado de Liz Truss na época.

Susie Wiles x Ron Desantis

Wiles e DeSantis. Composição: Guardian Design/Getty Images/AP

“Esse cara realmente te odeia”, Trump teria observado sobre o governador da Flórida, Ron DeSantis, para Susie Wiles, a mulher que se tornará a primeira mulher chefe de gabinete na Casa Branca. Wiles ajudou DeSantis em sua campanha para governador de 2018, mas os dois tiveram um grande desentendimento logo depois. Talvez este seja o único conflito de personalidade Maga que não foi narrado em tempo real nas redes sociais. Mas parece que DeSantis tentou banir Wiles depois de chegar à conclusão de que ela o estava minando nos bastidores. Antes da eleição de 2020, Trump ignorou as objeções do governador em contratar Wiles para dirigir sua campanha na Flórida, como fez em 2016. Ela permaneceu leal a Trump nos últimos quatro anos e foi elogiada pelo presidente eleito na noite da eleição por seu papel em garantir sua vitória sobre Kamala Harris. Ela descreveu o trabalho com DeSantis, que desistiu da corrida para ser o candidato presidencial republicano para apoiar Trump em janeiro passado, como o “maior erro” de sua carreira.

Dominic Cummings x Donald Trump

Cummings e Trump. Composição: Guardian Design/Anadolu/Getty Images

Trump apoiou o Brexit. Dominic Cummings, o cérebro por trás da campanha de licença para voto e que mais tarde foi o conselheiro mais sênior de Boris Johnson em Downing Street, falou recentemente em apoio à escolha do presidente eleito para secretário de Defesa, o apresentador da Fox News, Pete Hegseth. Uma “escolha inspirada que irá expurgar a insanidade (Diversidade, igualdade e inclusão) e reconstruir forças!” Cummings tuitou. Pode-se então presumir que tudo está bem entre Trump e Cummings. Não tão rápido. Há apenas três anos, Cummings, um autoproclamado disruptor, apelou a dinheiro dos bilionários de Silicon Valley para financiar uma tentativa de impedir a “sequência de terror cómico” de uma segunda presidência de Trump. “Suas inseguranças significam que ele não consegue enfrentar sua falta de habilidades e confiar/capacitar alguém para formar a equipe que dirigirá a administração para ele”, disse ele na época. Cummings também tem pouco tempo para Nigel Farage, o que leva a especulações deliciosas, mas improváveis, de que ele tem aconselhado Musk sobre as suas recentes intervenções britânicas. Cummings informou que não conversou nem conheceu Musk. Ainda.

Melania Trump x Ivanka Trump

Melania Trump e Ivanka Trump. Composição: Guardian Design/Reuters/AP

“Minha abordagem para construir relacionamentos com os filhos de Donald sempre foi baseada no amor e no respeito”, escreveu Melania em sua recente autobiografia. Dito isto, ela também sugeriu que o marido se sentiu atraído pela sua capacidade de “conversas aprofundadas”. Nas suas próprias memórias, Stephanie Winston Wolkoffa, antiga amiga e assessora de Melania, descreveu as tensões crescentes entre a primeira-dama e a filha de Trump, Ivanka, durante o primeiro mandato. Ivanka e seu marido, Jared Kushner, foram chamados de “cobras” por Melania, porque “eles farão de tudo para conseguir o que querem”, afirmou. Enquanto isso, Melania teria aprovado a disposição dos assentos para a primeira plataforma de inauguração que manteria sua enteada fora das câmeras. Melania rejeitou as alegações como “rumores enganosos e maliciosos”.

Boris Epshteyn x Elon Musk

Epshteyn e Musk. Composição: Guardian Design/Reuters

Boris Epshteyn, um consultor jurídico de longa data de Trump, pode ter deixado o seu cargo no gabinete de comunicações da Casa Branca em 2017 devido ao que foi descrito como um problema com a sua autorização de segurança, mas foi uma das figuras mais poderosas nos primeiros dias. da última transição presidencial. As coisas deram um pouco errado após alegações de que Epshteyn havia pedido a potenciais indicados para a administração que pagassem taxas mensais de consultoria em troca de lobby em seu nome em Mar-a-Lago. As reivindicações são negadas. Diz-se que Musk foi um dos prejudicados pela influência descomunal de Epshteyn no círculo interno de Trump. Surgiram relatos em novembro de uma “explosão massiva” entre os dois homens. Nenhum dos dois comentou.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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