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Turkiye diz que grupos armados liderados por curdos na Síria serão ‘eliminados’ | Notícias sobre curdos
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O FM Hakan Fidan diz que é apenas “uma questão de tempo até que o YPG seja eliminado” na Síria e insta o Ocidente a deixar de apoiar o grupo.
O ministro das Relações Exteriores de Turkiye disse que é “apenas uma questão de tempo” até que os grupos armados liderados pelos curdos na Síria sejam exterminados, e que Ancara não concordaria com qualquer situação que permitisse ao grupo armado YPG manter uma presença lá após a queda. do presidente sírio, Bashar al-Assad.
Turkiye vê as Unidades de Protecção Popular (YPG) – a principal componente das Forças Democráticas Sírias (SDF) apoiadas pelos Estados Unidos – como um grupo “terrorista” ligado ao proscrito Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).
“As condições na Síria mudaram. Acreditamos que é apenas uma questão de tempo até que o PKK/YPG seja eliminado”, disse o ministro das Relações Exteriores, Hakan Fidan, em entrevista coletiva na capital, Ancara, na segunda-feira.
Fidan alertou contra qualquer apoio ocidental aos grupos liderados pelos curdos na Síria.
“Se vocês (o Ocidente) têm objetivos diferentes na região, se querem servir outra política usando o Daesh como desculpa para encorajar o PKK, então também não há maneira de fazer isso”, disse ele, usando um nome árabe. para o grupo ISIL (também conhecido como ISIS).
Turkiye há muito que se irrita com o apoio dos EUA às FDS lideradas pelos curdos no norte da Síria.
Mas Washington há muito que vê as FDS, que lideraram a luta contra o EIIL em 2019 e controlam as prisões e campos onde os combatentes do grupo estão detidos, como cruciais para evitar o ressurgimento do grupo.
O novo líder sírio Ahmed al-Sharaa, cujo grupo Hayat Tahrir al-Sham (HTS) tem laços há muito tempo com Turkiye, disse à TV Al Arabiya no domingo que as forças lideradas pelos curdos deveriam ser integradas no exército nacional.
Os comentários de Fidan surgiram depois de se ter encontrado com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia, Ayman Safadi, com quem discutiu a ameaça do ISIL na Síria após a derrubada de al-Assad pelos rebeldes liderados pelo HTS.
Os observadores temem que possa ser deixado espaço para os combatentes do EIIL recuperarem forças após a derrubada de al-Assad.
O grupo conseguiu sobreviver tanto no Iraque como na Síria, apesar da destruição do seu chamado califado, que durou de 2014 a 2019.
“Discutimos o que podemos fazer juntos contra a ameaça do Daesh na Síria e na região”, disse Fidan.
“(ISIL) é um veneno para as sociedades muçulmanas. É claro que usar a nossa religião para matar pessoas brutalmente… (e) criar o caos não é algo sobre o qual permaneceremos calados”, acrescentou. “É muito importante que (o ISIL) não se levante novamente.”
Os comentários de Fidan surgiram um dia depois de o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, ter dito que os novos governantes da Síria estavam determinados a erradicar o YPG.
“Com a revolução na Síria… as esperanças da organização terrorista separatista atingiram um muro”, disse Erdogan em comentários dirigidos ao seu partido no domingo.
“A nova administração na Síria está a demonstrar uma posição extremamente determinada na preservação da integridade territorial e da estrutura unitária do país”, disse ele.
“O fim da organização terrorista está próximo. Não resta outra opção senão entregar as armas, abandonar o terrorismo e dissolver a organização. Eles enfrentarão o punho de ferro de Turkiye.”
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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