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Ufac implanta central de videomonitoramento

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Universidade Federal do Acre (Ufac) lançou nesta quinta-feira, 22, o sistema de videomonitoramento do campus de Rio Branco. A central de segurança eletrônica é composta por câmeras com qualidade full HD, software de gravação e equipamento para armazenamento das imagens geradas. O investimento foi de R$1,8 milhão no total.

“A Ufac deixou de ser apenas uma universidade. Hoje, circula nas dependências da instituição não apenas estudantes e servidores, mas toda uma comunidade externa. Esse investimento reflete uma preocupação nossa com a conservação e a proteção do patrimônio da instituição, mas também com o bem-estar das pessoas que circulam diariamente, inclusive aos finais de semana, pelo campus”, destacou o reitor da Ufac, Minoru Martins Kinpara.

Essa é a primeira vez que a instituição adquire equipamentos próprios para videosegurança. O sistema conta com 298 câmeras já instaladas em diferentes pontos do campus e integradas a um sistema interno de monitoramento inteligente que visa garantir maior precisão e agilidade no atendimento a questões relacionadas à segurança na instituição. As câmeras estão espalhadas pelas guaritas, entradas dos prédios, corredores, e estacionamentos. Alguns locais específicos, como o Restaurante Universitário (RU) e a Biblioteca Central contam com equipamentos instalados também internamente.

Ao todo, são três modelos de equipamentos de filmagem diferentes, incluindo câmeras do tipo Speed Dome, dotadas de tecnologia para aproximação de imagem a partir de capacidades fixas ou de movimentação em 360°. “Mesmo em locais pouco iluminados, a qualidade das imagens geradas é garantida, porque as câmeras são infravermelho”, explica diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), Edvandro Reckziegel.

As câmeras são IP e utilizam a infraestrutura de rede da instituição, que recebeu investimentos entre 2014 e 2016. O sistema é monitorado 24 horas por dia, sete dias por semana, por operadores de uma empresa terceirizada especializada e subordinada à Coordenadoria de Vigilância da Prefeitura do campus.  O novo serviço não vai substituir a segurança presencial no campus, um canal permanente de comunicação manterá os vigilantes da ronda motorizada ligados à central.

Interior – No campus de Cruzeiro do Sul, o sistema de segurança eletrônica está em fase de implantação. Atualmente, já se encontram instaladas 80 câmeras de vigilância distribuídas entre o campus e a Unidade Marechal Cândido Rondon. Em andamento, encontra-se o processo para aquisição do software de gravação e do equipamento para armazenamento de imagens.

 

Fonte: Ufac

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Moradores fecham estrada em Rio Branco em protesto contra buracos e problemas em pontes

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Moradores da estrada Quixadá fecharam a via, na manhã desta segunda-feira (22), em protesto contra a quantidade de buracos e as condições das pontes da região. Na região, moram mais de 500 famílias.

Conforme os moradores, nem os ônibus de linha, nem os escolares estão entrando na estrada por conta das condições das pontes. Por isso, segundo eles, as crianças estão tendo que fazer o trajeto a pé.

“Nossa reivindicação aqui é porque os ramais estão intrafegáveis, as pontes estão quebradas e nós estamos praticamente isolados. Além disso, os ramais não têm mais acesso ao ônibus escolar e está difícil tirar a produção lá de dentro. Estamos esquecidos pelo poder público. Queremos uma solução concreta e definitiva”, reclamou o morador Jucelino Silva.

Marli da Silva também é moradora da região e afirmou que as pessoas, que vivem nos ramais estão tendo que andar mais de 20 quilômetros para chegar até o local onde passa o ônibus.

“O maior problema é a questão de transporte, porque fica intrafegável quando chove e o ônibus nem entra no Ramal Limoeiro e Boa Água. Quem tem suas produções agrícolas também está quase impossível de trazer. Estamos pedindo socorro, porque já apresentaram uma planilha para nós, mentindo, talvez, porque já faz quatro meses e até agora nada de resolver”, afirmou Marli.

O representante da prefeitura, Ailton Castro, foi até o local e afirmou que estrada está no cronograma da Operação Verão. Segundo ele, a responsabilidade seria do governo do estado, mas a prefeitura se sensibilizou com a comunidade e resolveu enquadrá-la na operação de recuperação de via.

“Essa primeira ponte foi entregue a obra definitiva, a segunda ponte do Redenção, já foi feita a licitação e vai ser aberta a contratação da empresa para poder começar a manutenção definitiva. A ponte do Piragi vai ser restaurada também nesse verão. Então, essa comunidade está sendo atendida pela prefeitura”, disse o representante.

Castro afirmou que ainda não há previsão de quando as obras devem entrar na comunidade. “Claro que a responsabilidade dessa estrada do Quixadá sempre foi do governo do estado. Só que a prefeita se sensibilizou com a comunidade e vai enquadrá-la na Operação Verão. Mas, não definiu data de entrada aqui nessa comunidade”.

Após ouvir os moradores, Castro sugeriu que eles selecionassem cinco representantes para que fossem até a prefeitura se reunir com o secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana do Município, Marcus Vinícius.

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Médico Giovani Casseb deixa “cela insalubre” e é transferido ao Batalhão Militar

Acjornal, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O médico especialista em Medicina da Família, Giovanni Casseb, preso num esquema de venda de anabolizantes, foi transferido a um batalhão da Polícia Militar. A transferência foi feita por militares do Bope, na madrugada desta segunda-feira, de forma discreta e silenciosa. O pai do médico, advogado, argumentou que a cela do presídio é insalubre, muito suja e com cheiro forte, “imprópria para a permanência” do seu filho e cliente. A ordem para transferir Casseb foi dada pelo juiz Raimundo Nonato Maia, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco. O magistrado foi quem determinou a prisão do médico. O garçom Wendell Oliveira, também preso sob a acusação de vender as drogas prescritas por Casseb, continua preso em cela comum.

A polícia segue na investigação. Uma lista com mais de cem nomes, encontrada na casa do médico, orienta os investigadores, além de receituários preenchidos com timbre e assinatura do profissional. 

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