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Um morto e dezenas de feridos enquanto apoiadores de Imran Khan protestam no Paquistão | Notícias de protestos
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Apoiantes do antigo primeiro-ministro marcham até à capital, Islamabad, exigindo a sua libertação da prisão.
Pelo menos um policial foi morto e dezenas de pessoas ficaram feridas no Paquistão como apoiadores do ex-primeiro-ministro encarcerado Imran Khan entraram em conflito com forças de segurança fora da capital, Islamabad, dizem autoridades e o partido Paquistão Tehreek-e-Insaf (PTI), de Khan.
As autoridades impuseram um bloqueio de segurança nos últimos dois dias no país depois que Khan convocou uma marcha até o parlamento e uma manifestação para exigir sua libertação.
Na segunda-feira, um policial foi baleado e morto, pelo menos 119 outros ficaram feridos e 22 veículos policiais foram incendiados em confrontos nos arredores de Islamabad e em outras partes da província de Punjab, disse o chefe da polícia provincial, Usman Anwar. Dois policiais estavam em estado crítico, acrescentou.
O PTI disse que muitos dos seus trabalhadores também ficaram feridos no comício até agora.
O ministro do Interior, Mohsin Naqvi, disse que os responsáveis pela morte do policial enfrentarão justiça.
Falando no funeral do policial Muhammad Mubashir em Rawalpindi, Naqvi disse que não é a primeira vez que policiais são mortos durante protestos políticos.
“Também da última vez eles atacaram… nosso pessoal que foi martirizado, e hoje tivemos que realizar outro funeral novamente”, disse Naqvi à mídia.
“Aqueles que chamaram os manifestantes serão responsabilizados por esta morte. Não pouparemos ninguém e haverá casos registrados contra todos eles.”
A marcha de protesto, que Khan descreveu como a “chamada final”, é uma das muitas que o seu partido realizou para pedir a sua libertação desde que foi preso em agosto do ano passado.
Seu partido disse que a terceira esposa do líder preso, Bushra Bibi, e um assessor importante, Ali Amin Gandapur, que é o ministro-chefe da província de Khyber Pakhtunkhwa, lideraram a marcha que chegou nos arredores de Islamabad na noite de segunda-feira.
“Fisicamente, tem sido muito desafiador viajar constantemente neste frio, mas nossos ânimos estão elevados e esperamos chegar ao nosso destino mais tarde esta noite”, disse o líder do PTI, Asim Arbab, à Al Jazeera ao chegar ao ponto de entrada para Islamabad.
Islamabad fechado
Em resposta aos apelos do PTI para protestos em Islamabad, o governo impôs medidas como o encerramento dos pontos de entrada e saída da cidade e a imposição de bloqueios de Internet. Contêineres foram usados para bloquear as principais estradas e ruas da cidade, e policiais e paramilitares patrulharam com equipamento de choque.
Autoridades e testemunhas disseram que todos os transportes públicos entre as cidades e terminais também foram encerrados na província oriental para afastar os manifestantes, e as reuniões em Islamabad foram proibidas.
Todas as escolas da capital e da cidade adjacente de Rawalpindi, que estavam fechadas na segunda-feira, também permanecerão fechadas na terça-feira, disseram as autoridades.
Naqvi disse que as forças de segurança mostraram “extrema contenção” ao confrontar os manifestantes, alguns dos quais, segundo ele, dispararam tiros reais enquanto a polícia usava balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo.
“É fácil responder a uma bala com outra”, disse ele.
Mas o partido de Khan acusou o governo de usar violência excessiva para bloquear os manifestantes e disse que centenas dos seus trabalhadores e líderes foram presos.
“Eles estão até disparando balas reais”, disse um dos assessores de Khan, Shaukat Yousafzai, ao Geo News.
O ministro da Defesa, Khawaja Muhammad Asif, disse à Geo News TV que o governo manteve conversações com líderes do PTI para acalmar a situação, “mas não produziu quaisquer resultados”.
Sayed Zulfi Bukhari, um líder sênior do PTI e assessor próximo de Khan, rejeitou categoricamente a afirmação de Asif e disse que nenhum tipo de negociação ocorreu com o governo.
“Entramos em Islamabad e não há necessidade de falarmos com o governo”, disse ele à Al Jazeera.
“As nossas exigências não são de todo irracionais e é algo que todos os cidadãos do Paquistão deveriam pedir.”
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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