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Universidade de Israel cobra USP por alunos pró-Palestina – 25/10/2024 – Educação

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Bruno Lucca

A USP recebeu reclamações de uma universidade israelense pela conduta de parte de seus alunos em defesa da Palestina.

Desde o início da guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas, há um ano, o Comitê de Estudantes em Solidariedade ao Povo Palestino realiza uma campanha pelo fim de convênios acadêmicos com instituições do país governado por Binyamin Netanyahu.

Protestos e acampamentos já foram realizados, sob alegação de que, “em 76 anos, Israel tem um longo e largamente documentado histórico de violência indiscriminada contra civis, particularmente crianças”.

“Nos últimos meses, já assassinou mais de 40 mil palestinos”, segue o comitê, citando o número divulgado pelas autoridades palestinas em agosto a respeito da ofensiva na Faixa de Gaza.

Os manifestantes pedem o fim de dois convênios: um com a Universidade Hebraica de Jerusalém e outro exclusivo da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) com a Universidade de Haifa, que, ciente das manifestações no Brasil, endereçou uma extensa carta em reclamação à USP.

“Nossa resposta aos horrores da guerra nunca deve ser acabar com as colaborações acadêmicas e cortar os laços entre os pesquisadores. Cientistas israelenses não são responsáveis pela guerra, eles estão entre suas vítimas”, escreveu o reitor, Gur Alroey.

O acadêmico israelense ainda usou o texto para acusar a campanha BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), que reúne organizações em defesa da causa palestina, de ter infiltrado um movimento contra Israel na Cidade Universitária.

Fundada em 2005, a BDS atua em todo mundo e preconiza a prática de boicote econômico, acadêmico, cultural e político a Israel com, segundo eles, os seguintes objetivos: fim da ocupação dos territórios palestinos, igualdade de direitos para os cidadãos árabes de Israel e respeito ao direito de retorno dos refugiados palestinos.

Israel e outros países, como a Alemanha, consideram que a campanha é antissemita.

“O boicote acadêmico derrota seu próprio propósito, porque silencia exatamente as vozes que você quer ouvir, aquelas que promovem a paz e o diálogo e condenam a violência. Um boicote serviria ao interesse dos extremistas de ambos os lados dessa feroz divisão etnonacional”, afirmou Alroey em seu texto.

A carta foi endereçada em setembro a Gilberto Carlotti, reitor da USP, Paulo Martins, então diretor da FFLCH, Sérgio Proença, presidente do USP International Office, e Marcos Martinho, coordenador do Escritório Internacional da FFLCH.

Segundo a reitoria, Carlotti não enviou resposta a Haifa, entendendo que a medida caberia a Martins. Este, por sua vez, deixou o comando da FFLCH ainda em setembro.

Os membros do Comitê de Estudantes em Solidariedade ao Povo Palestino se envolveram em outro conflito no último mês. Em 17 de setembro, a organização barrou a realização de um evento na Poli (Escola Politécnica) que teria a participação de Henry Kadima, brasileiro-israelense que coordena uma entidade pró-armas e tentou se eleger vereador pelo PL em São Paulo.

No último dia 16, a USP inaugurou um Centro de Estudos Palestinos, na FFLCH. A mesma faculdade abriga o Centro de Estudos Judaicos, fundado em 1969.

Leia a íntegra do texto enviado pela Universidade de Haifa

Caros Prof. Carlotti e Prof. Martins,

Universidade de São Paulo, Brasil

Estamos entrando em contato com nossas estimadas universidades parceiras em todo o mundo em um momento em que as universidades em Israel enfrentam tentativas de boicotes acadêmicos. A Universidade de Haifa se opõe firmemente a qualquer boicote acadêmico a indivíduos e universidades em Israel e em outros lugares. Tais boicotes prejudicam os princípios fundamentais da liberdade acadêmica e a troca de ideias e espírito colaborativo que impulsionam a inovação, o progresso e a mudança.

A Universidade de Haifa e a Universidade de São Paulo têm colaborado tanto no nível institucional quanto em pesquisa e ensino no nível de pesquisadores individuais, incluindo o intercâmbio de alunos e professores. Nutrimos e valorizamos essa parceria e esperamos que ela continue prosperando no futuro.

Conhecendo o tipo de falsidade e deturpações promovidas pelo movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), queremos lançar luz sobre nossos compromissos, ações e esforços atuais, bem como a dolorosa realidade que experimentamos em nosso terreno.

A Universidade de Haifa, uma instituição líder em Israel, é um testemunho do poder do ensino superior em preencher divisões e promover a paz e o verdadeiro diálogo. Como a universidade mais diversificada de Israel, orgulhosamente hospedamos um corpo docente variado e um corpo discente onde aproximadamente quarenta por cento são palestinos-israelenses. Essa diversidade faz do nosso campus um lugar de convivência e diálogo. É um lugar onde estudantes e professores de todas as origens se reúnem para buscar conhecimento acadêmico e profissional e criar um futuro melhor. A Universidade de Haifa se esforça para promover um espaço que permita um discurso respeitoso para todos os membros de nossa comunidade diversificada e comprometida em proteger a liberdade de expressão.

A Universidade de Haifa serve como um farol de conhecimento e excelência, transcendendo fronteiras políticas e promovendo a compreensão e o respeito mútuos entre diversas culturas e crenças. A Academia Israelense em geral e a Universidade de Haifa em particular- dado seu perfil único- se esforça para fornecer oportunidades iguais e facilitar a integração das minorias na sociedade israelense.

A Universidade de Haifa iniciou vários programas destinados a promover uma sociedade israelense justa e um futuro melhor na região. Tais programas incluem colaboração de pesquisa com países árabes na região e além; promoção de relacionamentos e diálogo inter-religiosos; ênfase na diversidade, inclusão e impacto na comunidade e muito mais.

Trabalhamos duro para nutrir um campus multicultural com esforços liderados por nossa Divisão de Diversidade, Inclusão e Comunidade, liderada pelo Prof. Arin Salamah-Qudsi. Um recém-criado Laboratório de Estudos Religiosos de Haifa, liderado pelo Prof. Uriel Simonsohn, promove mudanças sociais e cívicas positivas com as comunidades religiosas por meio de projetos como embaixadores inter-religiosos, educação inter-religiosa, comitê de líderes religiosos e vários projetos de pesquisa. O Centro Árabe Judaico, liderado pelo Prof. Doron Navot, se esforça para servir a infraestrutura intelectual para uma coexistência sustentável entre nacionalidades e comunidades em Israel. Nosso compromisso com a sustentabilidade e o impacto é liderado pela Divisão de Inovação e Sustentabilidade, liderada pelo Prof. Ofer Arazy. Um dos principais objetivos desta Divisão é criar impacto social enquanto enfatiza o corpo discente diversificado da nossa universidade em um ambiente pluralista, tolerante e aceito. Enfraquecer a academia israelense, como o movimento de boicote procura fazer, só prejudicaria essa voz liberal e crítica e enfraqueceria o tecido democrático da sociedade israelense.

O desafio de alcançar um diálogo construtivo entre diferentes perspectivas é especialmente difícil em tempos de guerra e conflito nacional, como o que estamos enfrentando atualmente.

Em 7 de outubro de 2023, os terroristas do Hamas invadiram Israel sob o disfarce de milhares de foguetes disparados contra cidades israelenses, massacraram mais de 1.200 israelenses e civis estrangeiros, incineraram famílias em suas casas, torturaram crianças na frente de seus pais e pais na frente de seus filhos e estupraram e mutilaram brutalmente mulheres jovens e idosas. O Hamas sequestrou mais de 240 pessoas, entre elas crianças pequenas, crianças, homens e mulheres jovens, e homens e mulheres idosos com mais de 80 anos. Muitos membros da comunidade da Universidade de Haifa foram diretamente afetados pela guerra.

Nos dias, semanas e meses desde 7 de outubro, o Hamas disparou dezenas de milhares de foguetes de Gaza, e o Hezbollah disparou milhares de foguetes e drones do Líbano, causando um fechamento geral da maioria das instituições públicas e uma evacuação maciça da população, levando a 200.000 cidadãos deslocados internamente. Juntamente com o recrutamento maciço de emergência de forças de reserva, muitos dos quais estudantes, universidades israelenses não conseguiram abrir o ano acadêmico e os pesquisadores não puderam se envolver em pesquisas por meses. O ano acadêmico acabou começando apenas no início de 2024 e o calendário acadêmico foi severamente interrompido, já que todos os professores e alunos foram obrigados a adaptar o ensino e a aprendizagem a um formato de semestre encurtado e alterado. Estudantes e professores foram forçados a deixar suas casas. Alunos e professores perderam membros da família: irmãos, pais, filhos. Os alunos ficaram gravemente feridos e forçados a interromper seus estudos. A vida ou o trabalho de ninguém voltou ao normal. O grave peso da guerra continua a ter seu preço insuportável e a derrubar todas as áreas da vida, incluindo a vida acadêmica.

Acreditamos que todos estão vinculados à lei, incluindo o Direito Internacional Humanitário. Denuncia qualquer violação de tais leis e pede a todas as partes do atual horrível conflito armado que cumpram suas obrigações legais. Lamentamos profundamente a perda de toda avida inocente neste conflito horrível, sejam eles israelenses, palestinos ou cidadãos de outros países. Estamos doloridos com a tragédia que ocorre em ambos os lados da fronteira com Gaza. Nossa resposta aos horrores da guerra nunca deve ser acabar com as colaborações acadêmicas e cortar os laços entre os pesquisadores. Cientistas israelenses não são responsáveis pela guerra, eles estão entre suas vítimas.

Além disso, eles estão entre as principais vozes que podem ajudar a elucidar a situação, encontrar soluções e desafiar concepções e ortodoxias que levaram a região a essa crise.

O boicote às instituições acadêmicas israelenses têm como alvo de fato estudantes e pesquisadores israelenses. O boicote acadêmico derrota seu próprio propósito, porque silencia exatamente as vozes que você quer ouvir, aquelas que promovem a paz e o diálogo e condenam a violência. O boicote acadêmico enfraquece vozes moderadas dentro da sociedade israelense que apelam ao diálogo político e a uma solução diplomática para o conflito judaico-palestino. Um boicote serviria ao interesse dos extremistas de ambos os lados dessa feroz divisão etnonacional. É através do envolvimento com a academia internacional, não do isolamento, que podemos abordar e resolver melhor os desafios complexos que enfrentamos. Por favor, fique ao nosso lado, não contra nós. Congratulamo-nos com iniciativas da Universidade de São Paulo para criar e incentivar colaborações significativas com a Universidade de Haifa com o objetivo de encontrar soluções para a crise atual, entender suas causas e superar seus desafios.

Sinceramente, Prof. Gur Alroey



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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