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Urap Maria Barroso voltar a ser referência em atendimentos de Covid e síndromes respiratórias em Rio Branco

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Com o aumento dos casos de Covid-19 e das síndromes respiratórias graves (Srag), a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (Semsa) informou, nesta quarta-feira (29), que a Urap Maria Barroso, no Bairro Sobral, voltou a ser a unidade de referência para atendimentos específicos para estes casos.

Com isso, foi estendido a atendimento que passa a ser de segunda a sábado, no período de 7h às 18h, segundo informou o secretário de saúde em exercício, Jonathan Santiago.

“A gente pede que a sociedade que ela pode seguir buscando vacina nas outras unidades de saúde do município. Aqui vai ser referência nos casos para exames específicos após o terceiro dia dos sintomas de Covid é que ele deve buscar esta unidade de referência”, disse.

Santiago ainda pede que a população retorne com o uso de máscara de forma voluntária, por entender que ela ajuda a prevenir a propagação da doença, além de seguirem com os outros cuidados sanitários, como uso do álcool em gel, e aqueles que ainda não completaram o esquema vacinal, procure uma unidade de saúde para completar.

“Se vacine, complete o esquema porque apenas a vacinação vai garantir o combate à Covid, ou mesmo garantir que sejam sintomas leves, sem internações ou gravidade. Aqueles que tinham exames agendados ou precisam tomar vacina podem procurar as outras unidades”, acrescentou.

O gari Francisco Neri estava na unidade na manhã desta para fazer o exame de Covid, após quatro dias com alguns sintomas da doença.

“Estou com dor de cabeça, na garganta, estômago, febre e só. Há quatro dias estou com isso, ai fui ao médico e ele passou para eu vir aqui fazer o exame. Vacinação está de boa, estou vacinado, tomei a dose única e está completo o esquema”, disse.

Colaborou Andryo Amaral, da Rede Amazônica Acre

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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