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‘Vamos tirar esse ódio do futebol’: Mikel Arteta sobre ameaças contra o árbitro | Mikel Arteta

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Sid Lowe

Mikel Arteta pediu ao futebol priorizar a mudança da cultura que envolve o jogo e erradica o “ódio”, dizendo: “Não queremos, não precisamos, isso só pode danificar nosso esporte, então vamos divulgá -lo. ”

O apelo de Arteta foi feito depois que a polícia abriu uma investigação sobre as ameaças direcionadas ao árbitro Michael Oliver, cuja casa foi colocada sob guarda da polícia depois que ele enviou Myles Lewis-Skelly para um tackle em Matt Doherty no Wolves no sábado.

A decisão foi revisada e confirmada pelo árbitro assistente de vídeo, Darren England, mas Arsenal recorreu e o cartão vermelho foi derrubado na terça -feira, poucas horas após as evidências apresentadas à Associação de Futebol.

A confirmação surgiu quando Lewis-Skelly dormiu no voo da equipe para o jogo final da primeira fase da Liga dos Campeões, contra Girona, com uma comissão independente defendendo a reivindicação de demissão indevida.

Arteta, no entanto, disse que era hora de agir depois que Oliver e sua família receberam ameaças e abusos que o Officiais da partida de jogo profissional Limited chamado “abominância”. O gerente do Arsenal disse: “Toda vez que falo sobre esse tópico (minha visão) é a mesma, independentemente de ser um jogador, um treinador ou um árbitro. Temos que realmente trabalhar mais para tentar erradicar essa parte do jogo que não traz nada além de coisas ruins, mau gosto e isso torna a vida das pessoas mais difícil. ”

Perguntado se essa era a mensagem dele para Arsenal Fãs, ele disse: “Para todos no futebol. Não deve ser permitido. Não queremos, não precisamos, só pode danificar nosso esporte, então vamos divulgá -lo.

“Estamos sempre colocando muita ênfase na evolução, em onde está indo o futebol nos próximos cinco, 10 anos, nas regras e todo esse tipo de coisa. Mas uma das coisas mais importantes que podemos fazer para evoluir é criar um ambiente muito melhor em nível social, mais saudável, que é melhor, no qual recompensamos coisas que não estão apenas ganhando, que quando as pessoas cometem erros, elas têm o chance de fazer as pazes.

No momento em que Myles Lewis-Skelly sujou Matt Doherty para ganhar um cartão vermelho controverso na vitória do Arsenal no Wolves no fim de semana passado. Fotografia: Nick Potts/PA

“Não devemos estar aqui com esse ódio, essas coisas que vemos, porque elas afetam a todos e, no final, tiram a alegria desse esporte, a razão para isso – que é se divertir, ter bons momentos.

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“(Temos que) gastar mais tempo tomando as decisões certas com as pessoas certas para divulgá -lo. Então, o mesmo que colocamos leis, medidas e regulamentação e esse tipo de coisa … eles fazem isso, por que não fizemos isso (com isso)? Estamos todos falando sobre isso, mas ninguém parece estar se movendo com força suficiente e trazendo pessoas com elas para tirar isso do jogo, porque é inaceitável. ”

Se estes foram dias difíceis para Lewis-Skelly, não havia sinal disso no voo para a Espanha. “Ele estava dormindo no avião quando olhei para trás e recebi a notícia”, disse Arteta. “Eu não falei com ele. Eu estava trabalhando e ele estava na parte de trás, então não o fiz (acorde). Obviamente, estamos muito felizes que a decisão tenha sido tomada e que Myles possa jogar por nós novamente nos próximos jogos.

“Eu não sou um especialista no campo. O clube colocou todas as evidências e tudo o que eles poderiam montar para defender nossa posição, e foi muito rápido. (É tão bom saber hoje, isso é útil, então obrigado. Isso nos afeta porque tivemos muita incerteza, não apenas no domingo, mas também para amanhã e para os próximos jogos. Então agora temos mais opções, ele estará disponível, o que é algo muito positivo para a equipe. ”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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