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Vanessa da Mata revela grande sonho de cantar Ópera, vídeo

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O homem, seu Divino, dá mamadeira na boca do Príncipe, o cachorro adulto resgatado das ruas de São Paulo. A cena é puro amor. - Foto: @vaniedivino/TikTok

A renomada cantora e compositora brasileira, Vanessa da Mata, revelou recentemente em suas redes sociais que tem o sonho de cantar ópera. A artista contou que o projeto deve ser realizado em breve!

Com uma carreira sólida de quase três décadas, Vanessa já produziu diversos gêneros musicais. Dessa vez, ela pretende se aventurar por um novo cenário. “Flerto com o canto lírico desde criança, mesmo sem contato rotineiro, […]”, revelou.

Na postagem, ela ainda compartilhou uma palinha de “O Mio Babbino Caro”, que se eternizou na voz da respeitada Maria Callas. “Um dia, espero que próximo, eu cante óperas! Essa é uma ideia que tenho há muito tempo. Guardem isso. Sonho que daqui a pouco realizarei”, explicou.

Paquerando há muito tempo

Segundo Vanessa, ela tem paquerado o sonho há muito tempo.

“Já venho cantando também, ‘O Mio Babbino Caro’. Também cantei com algumas orquestras, como por exemplo a Filarmônica de Rotterdam, que é uma das cinco maiores da Europa”, contou.

A cantora ainda aproveitou para descrever como se sentiu em alguns desses momentos.

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“Sensação de diversidade”

Para Da Mata, a sensação é de diversidade.

“É uma sensação de diversidade, uma tamanha honra, colossal. É um negócio que parece que a gente tá, parece que dentro da natureza inteira, todos os seres vivos”, destacou sobre se apresentar com 98 músicos.

A cantora também explicou que sente que as ópera são as melhores coisas que já foram inventadas.

“É receptivo, é espiritual, puro, é uma sensação muito evoluída de ser humano, como uma das melhores coisas que a gente já desenvolveu.”

“Maria Callas do Sertão”

O sonho da brasileira é mais do que especial. Ela não quer cantar qualquer ópera, quer cantar Maria Callas, uma das maiores cantoras líricas que já existiu.

“E um sonho mais lindo, quero cantar Maria Callas. Eu, esses dias, mandei pro Nelsinho Motta um vídeo meu cantando “O Mio Babbino Caro” e ele colocou: ‘Nossa Maria Callas do Sertão, coisa linda’. Eu fiquei tão feliz!”, exclamou.

Fãs apoiam

E os mais de 2 milhões de seguidores que Vanessa tem nas redes apoiaram.

“A gente apoia a ideia e já estamos esperando!”, disse um seguidor.

Outro disse estar ansioso.

“Imagina os clássicos da MPB e outras canções cantadas em ópera pela Rainha. Seria o máximo!”.

Veja uma pequena apresentação da cantora:

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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