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Veja onde tomar a vacina contra a Covid-19 em Rio Branco nesta quarta-feira (5)

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A campanha de imunização contra a Covid-19 segue nesta quarta-feira (5) em Rio Branco. Além das uraps, as equipes da Vigilância Epidemiológica Municipal, que fica na Avenida Ceará, também vão atender a população com a vacina. (Veja os pontos abaixo).

No local é disponibilizado apenas a segunda dose do imunizante CoronaVac.

A dose de reforço da Janssen, para quem tomou a 1ª dose há 2 meses ou mais, passou a ser aplicada apenas na Urap Vila Ivonete, em Rio Branco, deste essa terça (4).

A 1ª e 2ª dose é disponibilizada para pessoas com mais de 12 anos. Já a dose de reforço de outros laboratórios é aplicada em adultos acima dos 18 anos que tenham completado 4 meses desde a última dose e pessoas com baixa imunidade (imunossuprimidos).

Adolescentes precisam comparecer acompanhados dos pais ou responsáveis e apresentarem RG e CPF ou o RG e o cartão do SUS na hora da vacinação.

Dose de reforço na Urap Vila Ivonete

A secretária de Saúde de Rio Branco, Sheila Andrade, disse que é uma estratégia da gestão colocar a vacinação com o imunizante da Janssen em apenas uma unidade de saúde. Ela falou ainda que a Urap da Vila Ivonete foi a escolhida, pois foi a que mais imunizou com a primeira dose.

“Vamos abrir um frasco da Janssen, que são cinco doses, se tiver cinco pessoas para serem vacinadas. Se não tiver cinco pessoas a gente não abre. Então, quando a gente estava com Janssen em várias Uraps ao mesmo tempo, a população ficava reclamando porque ia em um lugar e os frascos não eram abertos por não ter a quantidade de pessoas. Agora a gente vai, planejadamente, centralizar em um única unidade esse imunizante, pois a probabilidade de atender mais pessoas creio que será maior”, explicou.

Veja os pontos de vacinação

Reforço para pessoas que tomaram a 1ª dose da Janssen há 2 meses ou mais

  • Urap Vila Ivonete

Reforço em pessoas a partir dos 18 anos (4 meses da 2ª dose) e pessoa com baixa imunidade (+ de 28 dias da 2ª dose)

  • Urap Eduardo Assmar
  • Urap Vila Ivonete
  • Urap Rozangela Pimentel
  • Urap São Francisco
  • Urap Hidalgo de Lima
  • Urap Cláudia Vitorino
  • Urap Ary Rodrigues
  • Urap Valdeisa Valdez
  • Urap Maria Barroso
  • Urap Bacurau
  • Policlínica Barral y Barral

12 anos ou mais 1ª e 2ª dose da Pfizer – antecipação 21 dias

  • Urap Eduardo Assmar
  • Urap Vila Ivonete
  • Urap Rozangela Pimentel
  • Urap São Francisco
  • Urap Hidalgo de Lima
  • Urap Cláudia Vitorino
  • Urap Ary Rodrigues
  • Urap Valdeisa Valdez
  • Urap Maria Barroso
  • Urap Bacurau
  • Policlínica Barral y Barral

Somente 2ª dose AstraZeneca com 60 dias ou +

  • Urap Cláudia Vitorino
  • Urap São Francisco
  • Urap Bacurau
  • Urap Valdeisa Valdez
  • Urap Maria Barroso
  • Urap Vila Ivonete

Segunda dose Coronavac

  • Vigilância Epidemiologica – prédio ao lado do Palácio do Comércio (Avenida Ceará).

Vacinação no Acre

De acordo com informações do portal de transparência do governo, o Acre já recebeu 1.015.363 doses de vacinas e foram aplicadas 1.021.379 doses na população até o dia 9 de dezembro, data da última atualização. Das doses, 566.240 pessoas tomaram a primeira dose, 420.673 a segunda, 12.193 a dose única e 18.411 a de reforço.

Segundo o governo, o número de doses aplicadas que consta no portal refere-se aos dados já inseridos no sistema do Ministério da Saúde, cujas atualizações são realizadas pelos municípios. Por isso, pode haver atraso nas informações.

Com informações de G1Acre

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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