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Venezuela liberta mais de 100 pessoas presas após eleições contestadas | Notícias de Nicolás Maduro

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O governo da Venezuela tomou medidas para libertar alguns detidos na repressão pós-eleitoral, mas continua a pressionar a oposição.

O governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, libertou 103 pessoas presas após as contestadas eleições de julho no país, que a oposição acusou Maduro de roubar.

O serviço de segurança cidadã, chefiado pelo ministro Diosdado Cabello, anunciou a libertação dos prisioneiros em comunicado escrito na quinta-feira.

Explicou que Maduro instruiu o governo a rever “todos os casos relativos a atos de violência e crimes cometidos no âmbito das eleições”.

Os 103 presos foram libertados durante um período de 72 horas, de terça a quinta-feira. O serviço explicou que a sua libertação se somou às “medidas cautelares” concedidas a outros detidos no dia 26 de novembro.

Essas “medidas de precaução” também permitiram a libertação de 225 prisioneiros, mas exigiram que comparecessem perante um tribunal uma vez a cada 30 dias, de acordo com o gabinete do procurador-geral.

Apesar de tais gestos, o governo recusou os apelos da oposição e dos líderes regionais para divulgar dados que pudessem validar a vitória de Maduro.

Nas horas que se seguiram às eleições de 28 de julho, a autoridade eleitoral venezuelana declarou Maduro o vencedor de um terceiro mandato, apesar das sondagens pré-eleitorais que o mostravam atrás do líder da oposição. Edmundo González por uma margem aparentemente intransponível.

Mas os críticos aproveitaram imediatamente o facto de responsáveis ​​de diversas áreas-chave se terem recusado a divulgar os registos de votação em papel, uma parte padrão do processo eleitoral na Venezuela.

Milhares de manifestantes inundaram as ruas de cidades como a capital, Caracas, e a oposição divulgou dados que disse mostrarem que Gonzalez venceu com folga.

No entanto, tanto a autoridade eleitoral venezuelana como o Supremo Tribunal do país – que os críticos dizem estar repleto de legalistas – confirmaram a vitória de Maduro. E o governo respondeu com uma dura repressão tanto sobre os manifestantes como sobre os membros da oposição.

Pelo menos 28 pessoas morreram e quase 200 ficaram feridas quando as forças de segurança entraram em confronto com manifestantes em todo o país. Os números do governo indicam que cerca de 2.000 pessoas foram presas.

A oposição, que enfrentou prisões e uma série de desqualificações de candidatos mesmo antes da votação ter ocorrido, continuou a enfrentar pressão desde então. No início desta semana, um partido da oposição chamado Vente Venezuela disse que três dos seus líderes regionais tinham sido detidos.

O próprio Gonzalez fugiu para Espanha em Setembro, onde lhe foi concedido asilo. “Minha saída de Caracas foi cercada de atos de pressão, coerção e ameaças”, disse na época.

Figuras da oposição também procuraram abrigo na embaixada da Argentina em Caracas, após a emissão de mandados de prisão após as eleições.

Esta semana, o governo de Argentina acusou mais uma vez o governo Maduro de assediar o grupo de oposição sequestrado dentro da embaixada, que inclui quatro homens e duas mulheres.

As embaixadas e consulados são considerados espaços “invioláveis” ao abrigo do direito internacional, e as autoridades locais são geralmente proibidas de entrar sem autorização prévia.

“O governo venezuelano não só negou a passagem segura que permitiria a sua partida segura, mas também adotou ações de assédio totalmente inaceitáveis”, disse o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Gerardo Werhein, em comentários à Organização dos Estados Americanos (OEA) esta semana.

“Os requerentes de asilo estão sujeitos a cortes de água, interrupções de energia elétrica, restrições à entrada de alimentos e à presença constante de forças de segurança nas proximidades da sede diplomática.”



Leia Mais: Aljazeera

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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