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Verificação de fatos: Os oficiais do ICE foram instruídos a evitar uniformes durante a votação nos EUA? | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA

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Uma alegação viral sugere que os agentes de imigração foram orientados a não usar uniformes para evitar assustar os migrantes indocumentados. Não é verdade.

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Um vídeo viral e enganoso do Instagram afirmou que os líderes da Imigração e Alfândega dos EUA proibiram os funcionários de usar uniformes nas urnas para evitar alarmar os não-cidadãos que estavam votando, durante a votação de 5 de novembro.

“Acabei de receber a notícia de que no Arizona e na Pensilvânia… eles foram informados por seus superiores de que, quando forem votar amanhã, não poderão usar seus uniformes ou distintivos”, disse o comentarista conservador Ben Bergquam em um comunicado de 5 de novembro. Vídeo Instagram.

“E eles acreditam que é porque Kamala Harris e Joe Biden não querem intimidar o voto de estrangeiros ilegais”, acrescentou.

Bergquam repetiu estas afirmações numa entrevista naquela manhã com Steve Bannon, antigo conselheiro do ex-presidente Donald Trump, o candidato presidencial republicano.

O vídeo do Instagram foi sinalizado como parte dos esforços da Meta para combater notícias falsas e desinformação em seu Feed de Notícias. (Leia mais sobre nosso parceria com Metaproprietária do Facebook, Threads e Instagram.)

O porta-voz da Casa Branca, Andrew Bates, disse ao PolitiFact que a afirmação era falsa.

Primeiro, os não-cidadãos não são elegíveis para votar nas eleições federais. Os não-cidadãos que votam enfrentam sanções federais e estaduais, incluindo prisão e, se estiverem ilegalmente no país, deportação.

Em segundo lugar, a lei federal proíbe actividades armadas e de aplicação da lei civil nos locais de votação, excepto quando for “necessário para repelir inimigos armados dos Estados Unidos”. Esta disposição impede a fiscalização da imigração nos locais de votação.

Os diretores de campo e agentes responsáveis ​​lembraram os funcionários de não usarem uniformes e outras marcações durante a votação, citando o código dos EUA.

“Como todos os policiais federais, os policiais e agentes da agência estão proibidos por lei federal de tomar medidas de fiscalização nos locais de votação”, disse o porta-voz do Departamento de Imigração e Alfândega, Jeff Carter, ao PolitiFact.

Esta não é a primeira vez que agências federais lembram os funcionários sobre a conduta durante as eleições. Em 2020, durante a presidência de Trump, o Departamento de Defesa lembrou aos militares sobre a política uniforme.

“Todos os membros das forças armadas, incluindo membros da ativa, membros dos componentes da reserva que não estão na ativa e membros aposentados estão proibidos de usar uniformes militares em campanhas políticas ou eventos eleitorais”, disse um lembrete do departamento de 2020.

A lei federal proíbe os militares de interferir nos processos eleitorais.

Alguns estados, incluindo Nova Iorque e Maryland, também proíbem os civis de usarem roupas de estilo militar nos locais de votação.

A afirmação de que os funcionários do ICE foram instruídos a não usar uniformes nas urnas para não intimidar os não-cidadãos que votam contém um elemento de verdade, mas ignora factos críticos que dariam uma impressão diferente. Reflete uma lei de longa data sobre a actividade de aplicação da lei civil nos locais de votação.

Classificamos a afirmação como predominantemente falsa.





Leia Mais: Aljazeera

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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