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Versus / Diego Gómez sobre la feroz expectativa de la gente por el partido ante Argentina

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El joven mediocampista del Inter Miami y de la Selección Paraguaya, Diego Gómez, se mostró bastante contento con el presente futbolístico que está viviendo siendo uno de los mejores juveniles de la MLS y convirtiéndose en una figura de la Albirroja Absoluta a temprana edad.

“Muy contento de poder estar acá de vuelta acá con mi selección y enfocarnos ya en el partido. Como todos sabemos, Argentina es un rival durísimo, es el último campeón del mundo, el último campeón de América, pero nosotros estamos enfocados, sabemos a lo que nos vamos a jugar en este partido y vamos a jugar como se debe”, mencionó a canal GEN en su arribo al aeropuerto internacional Silvio Pettirossi.

La expectativa de la afición guaraní por el duelo ante Argentina es feroz y Diego Gómez es consciente de ello.

“(Estadio lleno) Eso es lo que estamos generando todos los compañeros, todo el plantel, que la gente vuelva a confiar en nosotros. Es un orgullo para todos nosotros y estamos muy contentos por eso”, explicó.

“Vamos recuperando nuestro nivel, la garra guaraní, y nada más que decir que va a ser un partido muy intenso, sabemos lo que juega Argentina. Nosotros tenemos que jugar como lo venimos haciendo y sacar una victoria, algo positivo para este partido”, agregó.

Diego Gómez está jugando cada vez a un mejor nivel, quemando etapas pero siendo clave tanto en el Inter Miami como en la Selección Paraguaya.

“Estoy logrando algo único para mi, que es estar a un gran nivel, pero lo más importante es hacer un buen partido y sacar una victoria”, expresó.

“La garra guaraní será muy importante y que la gente nos aliente como lo hicieron en los últimos dos partidos que jugamos de local. Sabemos lo que va a generar la gente contra Argentina y nosotros vamos a hacer todo lo posible para poder darles esa alegría a toda esa gente”, acotó.

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El futbolista de la Selección Nacional, Julio Enciso, llegó al país para acoplarse a los trabajos de cara al combo de Eliminatorias contra Argentina y Bolivia.

En entrevista con los medios, el atacante sorprendió con una declaración, ya que no esperaba ser convocado por Gustavo Alfaro ya que tuvo poco minutos en el Brighton.

“No pensaba ser llamado, el ‘profe’ me dio la confianza, no juego mucho y hay varios que lo están haciendo bien, uno para ser convocado tiene que jugar” reiteró la “joya”.

Y algo de razón tiene Enciso, quien desde el último partido por Paraguay contra Venezuela, jugó apenas 87 minutos con su club contando todas las competencias.

De igual manera, Alfaro sabe que Enciso puede aportar mucho y ya demostró que lo respalda tras lo que pasó en la victoria sobre la “Vinotinto”.

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Antonio Sanabria, la gran figura del último partido de la Albirroja en el combo pasado, llegó a nuestro país para encarar los partidos ante Argentina y Bolivia por las Eliminatorias Sudamericanas camino al Mundial Norteamérica 2026.

Mucho más suelto y con mucha serenidad, el delantero guaraní se refirió a un tema delicado por el que fue apuntado en los últimos tiempos: ¿se negó alguna vez a jugar por la Albirroja? La respuesta del “Tonny” fue contundente.

“Yo nunca salí a hablar ni a desmentir nada porque creo que las cosas internas se tienen que quedar ahí, yo no soy partidario de salir a hablar de ciertas personas. A lo mejor me preguntaron pero nada, queda todo ahí y hay que aprovechar que estamos en una buena situación”, manifestó en charla con canal GEN desde el aeropuerto internacional Silvio Pettirossi.

“Nunca le dije que no a la Selección, por eso te digo que también es una sensación como de alivio porque se dijeron muchas cosas hacia mi persona que no fueron ciertas, pero lo importante es que ahora estamos bien y hay que aprovechar esta dinámica positiva que tenemos en la Selección ahora y hay que seguir por este camino”, afirmó.

Antonio Sanabria ha tenido algunas ausencias curiosas en los últimos procesos, con Guillermo Barros Schelotto, luego con Daniel Garnero, quien si lo tuvo en cuenta en las Eliminatorias pero no lo llevó a la Copa América. Regresó a la Albirroja con la llegada de Gustavo Alfaro.

“También es una sensación de alivio porque se dijeron muchas cosas de mi que no fueron ciertas”, volvió a insistir.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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