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Victor Wembanyama, figura de proa de uma NBA que tem sotaque francês mais do que nunca

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Quatro meses depois do dia 18e coroação do Boston Celtics, a liga norte-americana de basquete (NBA) retorna às aulas na terça-feira, 22 de outubro. Dos seus 2,24 metros de altura, o interior do San Antonio Spurs (Texas), Victor Wembanyama, será o jogador mais escrutinado do contingente francês na grande liga norte-americana de basquete. Sua temporada começará na quinta-feira e fará uma parada em Paris no final de janeiro para duas partidas realocadas contra o Indiana Pacers.

Coroado com o título de novato (neófito) do ano após uma primeira temporada bem-sucedida (21,4 pontos, 10,6 rebotes, 3,9 assistências, 3,6 bloqueios e 1,2 interceptações) e uma medalha de prata olímpica, “Wemby” quer continuar seu progresso no Texas. “Devo primeiro ser líder pelo exemplo, em campo e no vestiário”afirma Victor Wembanyama, “muito confiante para esta temporada”aquele que se considerava « 15% de (se) habilidades » na primavera.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Paris 2024: A loucura de Wembanyama toma conta dos Jogos Olímpicos

Favorito ao título de zagueiro do ano e candidato à primeira seleção do All-Star Game – a grande massa de craques – o francês de 20 anos não esconde suas ambições. Retido pelo tempo limitado de jogo no ano passado – para poupar seu corpo – Victor Wembanyama acha que será capaz de jogar mais nesta temporada. “Tentamos levar meu corpo ao limite, mas sem querer (…) risco de lesão », lembra.

O nativo de Chesnay (Yvelines) deseja acima de tudo subir de marcha coletivamente. Depois de uma temporada inaugural concluída nas profundezas da Liga, para o francês, chegar aos playoffs (fases finais), ou pelo menos aos play-offs, é “o objetivo mínimo”. Os Spurs têm “Quero ter um novo status nesta liga”assegura Victor Wembanyama, reconhecendo que há “muito trabalho mental” et “uma cultura (da vitória) estabelecer ».

Entre as franquias mais vitoriosas do início do século 21e século (com cinco títulos, em 1999, 2003, 2005, 2007 e 2014), o ex-time de Tony Parker vive a maior crise de sua história: nenhuma participação dos Spurs nos playoffs nas últimas cinco temporadas, eles que já haviam participou de vinte e duas finais consecutivas (um recorde da NBA). “Talvez tenhamos que vencer mais alguns jogos nesta temporada, não seria uma má ideia”brincou seu técnico, o indestrutível Gregg Popovich, ex-mentor de Parker e o técnico mais vencedor da liga na temporada regular.

Se se fortaleceram na entressafra, os “spurs” acreditam nas virtudes do tempo ao longo do tempo. Com um elenco entre os mais jovens da liga, eles têm tempo, dinheiro (em comparação com o teto salarial da NBA) e acumulam o máximo possível de escolhas no draft – uma espécie de vasta bolsa de iniciante – para progredir. Mas espera-se uma melhoria, verificada no final da época passada, sob o risco de perder Victor Wembanyama, cujo contrato novato termina em 2027. “Uma temporada de sucesso seria um ano em que não perderíamos tempo cometendo os mesmos erros do ano passado”insiste o interior francês.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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