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Vídeo: Michelle Bolsonaro comemora PT ‘se dissolvendo’ – 25/10/2024 – Poder

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Após Jair Bolsonaro chamar Ronaldo Caiado (União Brasil) de “governador covarde”, nesta quinta-feira (24) foi a vez da Michelle Bolsonaro criticar o chefe do executivo de Goiás, o chamando de “velha raposa”.

A ex-primeira-dama esteve no estado participando de um ato de apoio à candidatura de Fred Rodrigues (PL) à Prefeitura de Goiânia, em mais um capítulo da disputa entre Bolsonaro e Caiado na região.

Embora não tenha citado nominalmente Caiado ao falar nas “velhas raposas” que diz querer ver derrotadas, Michelle se referia a ele e ao seu candidato à prefeitura da capital, Sandro Mabel (União Brasil), a quem ela também ironizou.

“O outro lado está desesperado. Eu nunca gostei daquela rosquinha dura, horrorosa, sem gosto e queimada”, disse. O candidato de Caiado é da família que fundou a fábrica de biscoitos Mabel.

No evento, estiveram presentes, entre outros políticos, o deputado Gustavo Gayer, um dos principais nomes do bolsonarismo em Goiás, que foi alvo de buscas da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (24). Gayer é suspeito de desviar verba de cota parlamentar na Câmara dos Deputados.

Michelle também criticou a esquerda e o PT e comemorou o que ela diz ser a dissolvição do partido de Lula, citando especificamente a derrota em Araraquara.

“Por onde nós passamos, nós vimos o PT se dissolver. Maravilha! (…) Nada melhor, meus amados, passar por uma cidade chamada Araraquara. Vinte e quatro anos o PT governando aquela cidade. Terra do mentor do PT, o Edinho [Silva]. E lá nos vencemos.”

Foi a segunda vez que Michelle foi a Goiânia para participar de atos ao lado de Fred, mesmo número de idas do próprio Bolsonaro.

No evento, ela confirmou que o ex-presidente da República voltará à capital de Goiás neste domingo (27) para acompanhar Fred durante a votação.

A eleição em Goiânia é emblemática porque coloca em lados opostos Bolsonaro e Caiado, políticos do campo da direita que vivem um histórico de aproximações e atritos.

De acordo com pesquisa Quaest divulgada no último dia 17, o nome de Caiado estava com 46% das intenções de voto contra 39% do candidato de Bolsonaro.

O ato desta quinta-feira contou também com a presença da senadora Damares Alves (Republicanos), uma parceira constante de Michelle no roteiro que ela faz pelo Brasil em apoio a candidatos do campo da direita.

Assim como em outras ocasiões, Michelle aproveitou a presença da ex-ministra de Bolsonaro para dizer não haver comparação entre ela e o “ministro taradão” de Lula, em referência a Silvio Almeida (Direitos Humanos), demitido após virem à tona acusações de assédio sexual contra ele. Damares foi ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos na gestão Bolsonaro.

Em seu discurso, a senadora estimulou os cerca de 250 apoiadores de Fred presentes a pedir votos “até para comunistas” e também atacou Caiado e Mabel, chamando-os de “falsos conservadores”.

Damares afirmou que a disputa em Goiânia extrapola a questão local e tem consequências nacionais e para 2026. “Precisamos ganhar aqui de lavada.”

Caiado é um dos nomes que almejam ser o candidato da direita na eleição presidencial de 2026, já que Bolsonaro está inelegível. A queda de braço com o ex-presidente no estado que ele governa por dois mandatos é crucial para essa pretensão.

A reta final da campanha em Goiânia tem sido marcada por revelações que atingem as duas candidaturas.

Do lado dFred, descobriu-se que ele não é formado em direito, como havia informado à Justiça Eleitoral e como afirmou em diversas ocasiões. A PUC (Pontifícia Universidade Católica) do estado disse à Justiça que ele não concluiu o curso.

A formação superior é ainda um dos requisitos exigidos para a ocupação do cargo de diretor de promoção de mídias sociais, função que ele ocupou na Assembleia Legislativa de Goiás após ter o mandato de deputado estadual cassado por irregularidade na prestação de contas de uma campanha anterior. A Assembleia disse ter aberto uma sindicância para apurar o caso.

Já Caiado e Mabel sofreram dois reveses na Justiça Eleitoral, que proibiu o governador e o seu candidato de usarem o Palácio das Esmeraldas, sede do governo, para atos eleitorais, e de promoverem programas sociais para tentar angariar apoio.

Nesse último caso, a juíza Maria Umbelina Zorzetti, da 1ª Zona Eleitoral de Goiânia, disse em sua decisão que o governador do estado e Mabel usaram a máquina pública para comprar votos por meio de doações de cestas básicas.

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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