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Vídeo: Senador participa de ‘política de corrupção, facção, tráfico de drogas e crime organizado’, diz ativista

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A advogada militante, ativista em direitos humanos, Joana D‟Arc Valente Santana, está sendo processada na Justiça, em decorrência do vídeo, onde faz as afirmações. 

Jorge Viana teria participação na ‘política de corrupção, facção, tráfico de drogas e crime organizado’, diz a ativista. A ativista afirma que o PT chegou ao poder através de ajudas do narcotráfico, organizados nos governos de Jorge Viana e do seu irmão Sebastião Viana, onde criaram milícia oficial na Polícia Militar do Estado Acre.

O senador afirmou recentemente que também processou o produtor do vídeo do ‘caso do refrigerante’. Veja o vídeo aqui ou aqui.

Entenda os fatos:

A Redação do Acre Notícias apurou que, segundo o processo nº. 0604421-71.2017.8.01.0070, o qual não tramita em segredo de justiça, tendo acesso liberado ao público em geral, podendo ser acessado por qualquer cidadão, através do site http://esaj.tjac.jus.br/cpopg/open.do, ou https://www.tjac.jus.br/, o Sr. Jorge Ney Viana Macedo Neves (PT), que é senador da república, pelo Acre, pede a condenação da advogada Sra. Joana Darc Valente Santana, ativista em direitos humanos, presidente da organização universalista em direitos humanos na Amazônia, no Acre, na tríplice fronteira do Brasil.

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Senador Jorge Viana (PT), pelo Acre.

O senador ajuizou um processo de indenização e reparação de danos morais perante o 2º Juizado Especial Cível de Rio Branco, onde o magistrado titular é o Excelentíssimo Senhor Juiz Marcos Thadeu Matias.

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Advogada e ativista Joana Darc Valente Santana, no Acre.

A Redação do Acre.com.br apurou que, segundo afirma o advogado do senador, “no dia 07 de abril de 2017, a advogada requerida fez postar no site [www.tvacre.net], link [https://www.youtube.com/watch?v=-CcB-AILuMY], com extensa e agressiva fala, travestido de programa, intitulado ‘O Poder Emana do Povo’, em que desfere todo o seu rosário de insanidade, disparando excrescentes agressões à imagem e honra do senador Jorge Viana“.

Veja o vídeo de Estreia do Programa – O poder emana do povo com Joana D’arc:

LEIA A DEGRAVAÇÃO: Programa ‘O Poder Emana do Povo’, com Joana D‟Arc Duração: 00:07‟: 32” (sete minutos e trinta e dois segundos).

“Olá! Para quem não me conhece, eu sou Joana D‟Arc Valente Santana, advogada militante, ativista em direitos humanos, presidente da organização universalista em direitos humanos na Amazônia, no Acre, na tríplice fronteira do Brasil.

O que me traz a cena novamente senhores é o cenário político local, aqui no estado do Acre e nacional, exige atitude, precisamos ter atitude… A vida é trem bala, parceiro! E nós temos que botar o Brasil para gemer.

Nunca se viu tanta desgovernança! não posso acreditar que nós brasileiros acreanos vamos continuar inertes a tanta perda de direitos, a sermos legislados nas casas que produzem leis por uma gangue, gangsters: RenanCalheiros no Brasil, no Acre os irmãos Jorge Ney Viana, os irmãos Sebastião Viana.

Nós exportamos para o Brasil espécies como: 1º. Sebastião Viana para o Senado da República; Jorge Viana Ficou no governo. Depois inverteram os papéis e hoje Jorge Viana atualmente está no Senado da República, Sebastião está no governo do Acre, numa sucessão, assim mesmo, ad eterno.

A sede de poder os fez perder a lógica do que é administração pública.Em relação ao Tião Viana, na época que tava no Senado, que o digam o caseiro Francenildo, junto com Palocci! Hoje, atualmente no cenário nacional, Jorge Viana aliado a um Renan Calheiro da vida.

Podem os senhores acha que não tem tamanha importância, mas é exatamente aí que está o senhor X da questão. Senhores, o PT chegou ao poder através de ajudas, aqui das nossas 2.180 Km defronteira do Acre aberta, exclusivamente ao narcotráfico, ao tráfico de pessoas, a tudo que diz respeito exatamente a direito humanos, e essa vibe trouxe uma gama de informações a nível nacional e internacional, porque nós estamos na Amazônia! São milhares de milhões de dólares de contratos internacionais com o BID, com o BIRD, com o Banco Mundial, nunca prestado contas.

Hoje a grande empresa no Acre é o narcotráfico, organizados nos governos de Jorge Viana a hoje o governo do seu irmão Sebastião Viana, que oprime a sociedade, que criaram milícia oficial na Polícia Militar do Estado Acre. Hoje nós vivemos na era do justiçamento! O Poder Judiciário está começando a ter uma função simplória porque eles executam quem é alto concorrente e que contraria os seus interesses de lucro, que ninguém vê.

No Acre nada funciona, a Revolução Acreana nunca que terminou! Nós continuamos lutando para sermos brasileiros, aqui nessa, nesse lado mais distante do Brasil, nós estamos bem mais próximos do Pacifico.

A política brasileira exige atitude. Eu vou começar! Eu estou conclamando a todos os senhores conosco, aqui neste programa, a colocar todos os políticos que estão citados e envolvidos na Lava Jato a cumprirem pena de prisão perpétua, por que o Brasil hoje é conhecido mundialmente como o país da corrupção, corrupção institucionalizada…

Hoje é o nosso primeiro programa e eu os conclamo a juntos defender o Brasil da organização criminosa e dos partidos que a ela se aliaram para governa o Brasil. Nosso encontro é aqui no site tvacre.net, eu vou estar aqui, permanentemente, até que os brasileiros tomem conta do Brasil, como aqui eu vou tomar o Acre com os acreanos. Já estou dizendo vou me lançar, estou candidata a aposentar Jorge Viana, Sebastião Viana, por que essa política de corrupção, facção e crime organizado hoje está dando a largada para encerrar.

Não poderia de deixar de encerrar o programa cumprimentado a todos os jornalistas pelo seu dia, e não vamos nos deixar intimidar pelo prenuncio de terceira guerra mundial que nós vamos, no decorrer do programa explorando. Eu estou à sua disposição. Eu sou Joana D‟Arc Valente Santana e estou doando a minha voz pelo Acre, pelo Brasil. Muito obrigado!”

A Reportagem do Acre.com.br, apurou que Jorge Viana (PT), pede a condenação da advogada em 40 (quarenta) salários mínimos, correspondente a R$-37.480,00 (trinta e sete mil, quatrocentos e oitenta reais), a título de danos morais.

Jorge Viana (PT) afirmou, por meio do seu advogado que “A vontade flagrante é somente a de agredir, de imputar a pecha no Requerente de ser corrupto, desonesto, traficante, maculando de forma brutal a sua imagem pessoal e de homem público probo, frise-se, sem a apresentação de nenhuma prova de suas afirmações!

O advogado do senador, afirmou também que “as ofensas da requerida obtiveram o sucesso esperado, porquanto repercutiu no meio social, gerando abalo à honra e imagem do senador“.

O defensor de Jorge Viana (PT), em relação ao vídeo, afirmou que “Como se pode verificar das falas, sempre chulas e vulgares, a Requerida expressamente acusa o Requerente de ser um político desonesto, envolvido com o tráfico de drogas e de praticar outros atos ilícitos“.

A Reportagem do Acre.com.br, apurou que no dia 29.09.2017, houve audiência de conciliação no Centro Judiciário de Solução de Conflitos, órgão vinculado aos Juizados Especiais Cíveis de Rio Branco, porém, a advogada não compareceu.

O magistrado então responsável pela unidade judiciária, na época, Excelentíssimo Senhor Juiz Giordane de Souza Dourado, decretou então a revelia da Sra. Joana D’arc.

Foi designado o dia 06/03/2018 para audiência de instrução e julgamento, porém, o senador Jorge Viana (PT), pediu redesignação para outra data, alegando que ‘as atividades no Senado Federal e no Congresso Nacional são extremamente intensas durante as terças-feiras, quartas-feiras e quintas-feiras’.

O processo continua em fase de tramitação, sendo que haverá a última audiência no dia 17/08/2018.

A advogada ativista Joana D’arc, não foi condenada pela Justiça, o processo está em fase de produção de provas, onde a ativista poderá exercer seu direito à ampla defesa e contraditório, e inclusive apresentar provas das denúncias veiculadas no vídeo.

No dia 17/08/2018, ocorrerá a audiência de instrução e julgamento, onde a advogada ficará cara a cara, mano a mano, com Jorge Viana (PT), e poderá alegar toda sua defesa, levar testemunhas, documentos e outras provas.

A Redação do Acre.com.br não conseguiu contactar Joana D’arc, para comentar os fatos.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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